22/05/2026
Tem uma coisa que eu tenho visto cada vez mais no consultório:
Pessoas tentando entender a própria mente… sozinhas.
Elas chegam depois de meses consumindo vídeos, te**es online, relatos e checklists.
E muitas vezes chegam convencidas do próprio diagnóstico.
O problema é que sintomas isolados contam muito pouco.
Dificuldade de foco.
Procrastinação.
Mente acelerada.
Cansaço mental.
Tudo isso pode existir em diferentes transtornos.
E é exatamente aí que mora o perigo da autointerpretação.
Porque às vezes a pessoa passa tanto tempo tentando descobrir “o que tem”…
que deixa de investigar o que está vivendo.
Nem toda mente cansada tem TDAH.
Nem toda distração nasce de déficit de atenção.
Às vezes, a mente só está sobrecarregada tentando sobreviver em silêncio.
E existe uma diferença enorme entre:
📌 reconhecer sintomas; e
📌 compreender a origem deles.
Foi por isso que resolvi compartilhar essa história.
Porque talvez mais pessoas precisem ouvir:
Diagnóstico não é identificação…
É investigação!
Agora,
🧠 Me conta uma coisa:
Você acha que a internet tem ajudado as pessoas a se compreender…
ou aumentado a confusão sobre saúde mental?
E se você sente que tem vivido algo parecido com a história desse post, no link da bio você encontra mais informações sobre meu atendimento. 😉
👨🏻⚕️ Dr. Fabrício Gonçalves
⚕️ CRM 15403/PB