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Boaa quinta, gente. Vamos falar da Atividade 6 do P. I.?!Essa atividade foi no mesmo formato (roda de conversa) e propos...
24/08/2020

Boaa quinta, gente.
Vamos falar da Atividade 6 do P. I.?!
Essa atividade foi no mesmo formato (roda de conversa) e proposta da 5, porém em horário diferente pois foi para as crianças usuárias e seus familiares/responsáveis, num outro turno; a 5 atividade foi para usuários adolescentes e seus familiares/responsáveis. Com o objetivo de promover interação entre país e usuários, possibilitando empatia dos pais por seus filhos e exercitar a verbalização/comunicação das qualidades do outro; estavam presentes avós e mães, estagiários de psiquiatria e terapia ocupacional e ainda a assistente social da instituição e nossa supervisora de estágio.

Como podem perceber o projeto de intervenção foi executado num período prolongado e em etapas, foram necessários 2 mês para sua implantação completa.

Obs: Estamos descrevendo aqui apenas a execução do projeto de forma resumida em roteiro de todo ele, essa descrição não revela as questões sociais percebidas ali e outras questões pessoais.

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BOA TARDEEE GALERA!!!Nessa etapa do projeto, decidimos separar um momento para estar com os pais e de uma maneira meio q...
24/08/2020

BOA TARDEEE GALERA!!!
Nessa etapa do projeto, decidimos separar um momento para estar com os pais e de uma maneira meio que "indireta" para não citar nomes dos usuários, repassamos aos familiares e ou responsáveis as demandas e relatos colhidos durante as primeiras atividades. ⁣
Trouxemos uma reflexão para que os mesmos pudessem ter uma ideia de conflitos internos sofridos pelos filhos e que muitas vezes envolvia a família e consequentemente afetava em seu tratamento. ⁣

Nosso objetivo central nessa atividade foi promover a interação entre pais e filhos, possibilitando a empatia dos pais por seus filhos e exercitar a verbalização das qualidades do outro em um clima de confiança pessoal do cuidado. ⁣

Para que isso acontecesse confeccionamos diversos quebra- cabeças para que pais e filhos pudessem jogar juntos, um ajudando o outro 🥰 ⁣

Ainda colocamos três premiações para envolver mais os participantes . ⁣

Ps: parte dessa atividade foi realizada apenas com os responsáveis dos adolescentes, pois como já mencionamos em outros posts.... Usamos dinâmicas e estratégicas diferentes para cada faixa etária

Atividade 4 – Oficina.A oficina foi com crianças com idade entre 07 e 10 anos.Organizamos uma roda de conversa e a parti...
24/08/2020

Atividade 4 – Oficina.

A oficina foi com crianças com idade entre 07 e 10 anos.

Organizamos uma roda de conversa e a partir de figuras/recorte foi elaborado a trajetória terapêutica deles na instituição.

Após esse momento houve exposição de estórias de exclusão, preconceito e estigmatização em 4 cenários: familiar, escolar, comunitário e no próprio serviço de saúde mental.

Em seguida, houve uma atividade que eles foram convidados a escreverem numa folha quem eles eram e quem eles já ouviram de terceiros quem eles eram, adjetivos que eles já haviam ouvido sobre eles.

Por fim, foi pedido que eles avaliassem a atividade desse dia.

Oii gente. Hoje vamos apresentar pra vocês a realização da nossa terceira atividade 👏🏽👏🏽 nesse dia realizamos uma oficin...
24/08/2020

Oii gente. Hoje vamos apresentar pra vocês a realização da nossa terceira atividade 👏🏽👏🏽 nesse dia realizamos uma oficina com adolescentes entre 13 e 17 anos de idade⁣

Continuamos com o mesmo objetivo específico de conhecer e conseguir uma melhor aproximação com os usuários do CAPSI⁣

Nessa atividade buscamos a princípio conhecer a trajetória de cada um, as principais queixas e desafios. ⁣

Através de recortes/figuras demonstraram momentos marcantes em sua trajetória. Ou seja, eles iriam colar em uma folha A4, figuras que os representassem e que contassem um pouco de sua história e vida.⁣

Foram retratados episódios de exclusão, abuso, tristeza, abandono, rejeição em contexto escolar e familiar. Automutilação, tentativa de suicídio. Outros tbm relataram episódios que traziam alegria e enfatizaram a importância da FAMÍLIA mesmo em meio aos conflitos ⁣

Em uma segunda parte: simulamos histórias de exclusão e preconceito e colamos nas paredes, em seguida pedimos para que os usuários apontassem as situações que já presenciaram .⁣

Em uma terceira parte: aplicamos a atividade" o que sou e o que não sou" - de um lado citavam adjetivos que as pessoas falavam sobre si e QUE NÃO ERAM VERDADEIRAS e de um outro lado adjetivos que DIZIAM QUEM REALMENTE ERAM.

A segunda atividade do P. I. (Projeto de Intervenção) foi realizada com as crianças usuárias com faixa etária entre 7 a ...
24/08/2020

A segunda atividade do P. I. (Projeto de Intervenção) foi realizada com as crianças usuárias com faixa etária entre 7 a 10 anos; além de nós estagiárias, contamos com a presença de duas psicólogas parte da equipe multiprofissional da instituição. Esta segunda atividade foi, assim como a primeira atividade, uma roda de conversa, porém a partir de uma abordagem lúdica direcionada a crianças realizada no período da tarde, já na primeira atividade foi com adolescentes, realizada no período da manhã.

Num primeiro momento, nós como facilitadoras, fizemos a identificação dos participantes/usuários e apresentamos o P. I.;

Em seguida, desenvolvemos uma dinâmica quebra-gelo;

Então introduzimos a roda de conversa, utilizamos balões pregados na parede, mais alto que as crianças (uma de nós pegávamos e passávamos para as crianças, a medida que elas escolhiam um balão), dentro do balão continham perguntas como: nome dos pais e em que eles trabalham? o que gosta de fazer em casa?, conte-nos como é sua escola...se você tem amigos na escola, você br**ca no intervalo, gosta dos professores? O que te deixa chateado (a)? entre outras...

Após isso, pedimos que desenhassem uma pessoa que eles confiassem e um outro desenho de uma situação em que eles se sentiram em perigo/violado.

Assim concluímos a atividade com as crianças; é importante destacar que o P. I. foi apresentado a toda a equipe técnica da instituição, bem como aos familiares e aos usuários previamente a seu desenvolvimento, e sempre iniciávamos as atividades apresentando o P. I., estávamos sempre a disposição para sanar quaisquer dúvidas e esclarecer a qualquer ator participante ativo inserido neste cenário social.




24/08/2020
Boa noite pessoal!!!!Hoje resolvemos trazer pra vocês um pouquinho sobre a instituição em que realizamos nosso Estágio e...
24/08/2020

Boa noite pessoal!!!!
Hoje resolvemos trazer pra vocês um pouquinho sobre a instituição em que realizamos nosso Estágio e Projeto de Intervenção.
Vos apresentamos : o CApsi - Cirandar que está localizado em João Pessoa- pb ❤️
Não haveria lugar melhor pra gente desenvolver tudo que aprendemos durante todo o curso.
Esse cantinho nos chamou e fomos ao encontro dele.
Os: não nos limitamos em falar sobre o número de funcionários em determinada profissão, pois esse levantamento foi realizado em 2019, ou seja, muitas mudanças podem ter ocorrido nesse tempo.
É isso. Continuem por aqui e aguardem os próximos posts. Temos muito o que compartilhar com vocês ainda 🥰
😔Infelizmente, não são todos os caps que possui tamanha estrutura, espaço e comodidade como esse. As condições de trabalho acabam se tornando precárias e o serviço passa a não ser prestado como deveria .

Oi gente, continuando a exposição do Projeto de Intervenção, aí está a justificativa e os objetivos de forma detalhada, ...
24/08/2020

Oi gente, continuando a exposição do Projeto de Intervenção, aí está a justificativa e os objetivos de forma detalhada, porém compacta, como requer um trabalho acadêmico, para conhecimento de vocês.
Qualquer dúvida entre em contato conosco 😉



@ Capsi Cirandar

O livro faz parte da Coleção “Construindo o Compromisso Social da Psicologia” que tem em sua origem uma certeza: é preci...
24/08/2020

O livro faz parte da Coleção “Construindo o Compromisso Social da Psicologia” que tem em sua origem uma certeza: é preciso ultrapassar o nosso próprio discurso e colaborar na construção de novos conceitos e teorias, assim como novas formas de atuação profissional da Editora Cortez.
O livro de autoria do Dr. Daniel Guimarães Goulart apresenta uma discussão sobre o valor da teoria da subjetividade de González Rey como referencial para superar perspectivas individualistas, sociologizantes e reitificadas que a psicologia e diversas abordagens no campo da saúde mental têm historicamente sustentada. A obra constrói articulações interdisciplinares com diferentes representantes dos movimentos de desinstitucionalização em saúde mental e autores da psicologia crítica.
Com base em resultados de pesquisas realizadas em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do Distrito Federal (DF), uma articulação complexa entre saúde mental, desenvolvimento é proposta, enfatizando a unidade entre pesquisa e prática, a partir da construção de uma ética do sujeito.
O livro tem 151 páginas e organiza-se em 5 capítulos:
1. Saúde Mental e a emergência de novos problemas no processo de desinstitucionalização.
2. A subjetividade como alternativa teórica a fragmentação dos processos humanos.
3. Sentido subjetivo e configuração subjetiva: a articulação entre saúde mental e educação.
4. Agente e sujeito: superando a desinstitucionalização ideal.
5. Desenvolvimento subjetivo e unidade entre pesquisa e prática: da patologização a ética do sujeito.
“Penso que novas linguagens se impõem, associadas á procura de novos caminhos capazes de definir representações diferentes sobre processos são consideradas como ‘reais’, mas que de fato são realidades construídas subjetivamente como expressão de uma convergência de ideologias e culturas diferentes. Avançar novos caminhos na área da saúde mental é uma necessidade urgente dentro de um mundo cujo funcionamento coloca cada vez mais em xeque os processos civilizatórios, dentro dos quais uma nova visão sobre o ser humano impõe-se. O livro representa um importante passo nessa direção”. (Gonzalez Rey)

Elaboramos nosso projeto em nosso 1º período de estágio, delimitamos o objeto e elaboramos o projeto, executamos/aplicam...
24/08/2020

Elaboramos nosso projeto em nosso 1º período de estágio, delimitamos o objeto e elaboramos o projeto, executamos/aplicamos as ações no 2º período do estágio.
É um importante instrumento que proporciona visibilidade ao fazer profissional, bem como para a negociação das ações no âmbito institucional. Considera o levantamento de demandas e ações de enfrentamento propostas, o projeto explicará o instrumental teórico-operativo a ser utilizado.




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João Pessoa, PB

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