08/05/2025
Nem toda filha quer comemorar o Dia das Mães — e tá tudo bem.
Mas ignorar o peso (e a falta) da mãe na nossa história, é viver com um buraco invisível no peito…
Um vazio que nenhuma conquista, nenhum amor e nem a distância conseguem preencher.
Essa reflexão não é sobre fingir que não doeu.
É sobre sair do papel de filha que espera e entrar no lugar de mulher que escolhe seguir.
É sobre entender que seguir em frente também é se libertar da lealdade à dor.
É sobre reconhecer a mulher que te deu a vida — do jeito que foi possível pra ela.
Você não precisa amar do jeito que esperaram de você.
Mas pode encontrar paz dentro do amor possível.
Um exercício, imagine na sua frente a sua mãe, e repita essa frase:
“Mãe, eu te recebo em meu coração exatamente como você é. E com você, eu recebo a força da vida.”
Perceba como você se sente.
Me conta
Qual é a dor não dita que você ainda carrega na relação com sua mãe?
(Eu vou te ler com o coração aberto.) se preferir me envia la no direct