Dra Natacha Machado

Dra Natacha Machado Tratamentos para a mulher que busca seu bem estar, valoriza sua sexualidade e autoestima. Dra. Natac

Quando um hormônio que você usa desaparece das farmácias, é natural surgir a dúvida: "e agora?"O que mais me preocupa ne...
28/05/2026

Quando um hormônio que você usa desaparece das farmácias, é natural surgir a dúvida: "e agora?"

O que mais me preocupa nessas situações é a mulher interromper a reposição hormonal de uma hora para outra, sem orientação, e voltar a conviver com sintomas que já estavam controlados.

Por isso, quis trazer esse post como uma orientação temporária para quem ainda não conseguiu falar com seu médico.

Existem outras formas de estradiol que podem ser utilizadas como equivalência, como géis e adesivos transdérmicos.

🚨Mas atenção: equivalência não signif**a que todas as mulheres devem fazer a mesma troca.

A absorção muda conforme a via utilizada, a dose, a pele, o metabolismo e até os sintomas de cada mulher.

Por isso, a definição correta da reposição precisa ser individualizada.

A ideia aqui é evitar interrupções abruptas até que você consiga sua avaliação médica e o ajuste adequado do tratamento.

Esse post pode ajudar muitas mulheres que estão passando pela mesma situação agora.

👉Compartilhe com quem também pode precisar dessa orientação.



O conteúdo desse post é de caráter informativo e não substitui a avaliação individualizada.

Natacha Machado
MÉDICA: CRM-SC 20516
Ginecologista: RQE 11831 TEGO 0685/2005

Na reposição hormonal moderna, a via transdérmica (gel ou adesivo) ganhou destaque por oferecer uma forma mais direta de...
27/05/2026

Na reposição hormonal moderna, a via transdérmica (gel ou adesivo) ganhou destaque por oferecer uma forma mais direta de entrega do hormônio ao organismo.

Quando aplicado na pele, o estrogênio entra na circulação sem precisar passar primeiro pelo fígado.

Isso reduz interferências metabólicas e torna a absorção mais previsível.

Por esse motivo, muitas vezes essa via é considerada uma das opções mais seguras dentro da reposição hormonal, especialmente em mulheres com histórico de varizes, pressão alta ou fatores de risco circulatórios.

Ainda assim, cada tratamento deve ser sempre individualizado.

O tipo de hormônio, a dose e a via de administração precisam ser definidos a partir de uma avaliação médica cuidadosa.

Se você está passando pelo climatério ou pela menopausa e quer entender qual estratégia faz mais sentido para o seu caso, agende sua consulta. O contato está na bio.



O conteúdo desse post é de caráter informativo e não substitui a avaliação individualizada.

Natacha Machado
MÉDICA: CRM-SC 20516
Ginecologista: RQE 11831 TEGO 0685/2005

A via oral, em comprimidos, foi durante muito tempo a forma mais conhecida de reposição hormonal.No entanto, hoje sabemo...
25/05/2026

A via oral, em comprimidos, foi durante muito tempo a forma mais conhecida de reposição hormonal.

No entanto, hoje sabemos que o caminho que o hormônio percorre quando é ingerido pode influenciar na segurança do tratamento.

Quando o comprimido é engolido, ele precisa passar pelo estômago e, obrigatoriamente, pelo fígado antes de chegar à corrente sanguínea.

Esse processo é chamado de efeito de primeira passagem hepática.

Durante essa etapa, o estrogênio pode estimular a produção de fatores de coagulação.

Por isso, em algumas mulheres, o uso por via oral pode estar associado a maior risco de trombose.

Além disso, parte do hormônio acaba sendo metabolizada nesse caminho, o que pode reduzir sua efetividade.

Esses fatores fizeram com que, nos últimos anos, outras vias de administração passassem a ser mais utilizadas na reposição hormonal.

A escolha do tratamento ideal deve sempre considerar o perfil de cada paciente, seus sintomas e seu histórico de saúde.

Se você deseja entender qual abordagem é mais segura para o seu caso, procure avaliação médica especializada.

Se precisar, conte comigo. Meu contato está na bio.

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O conteúdo desse post é de caráter informativo e não substitui a avaliação individualizada.

Natacha Machado
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Ginecologista: RQE 11831 TEGO 0685/2005

Muitas mulheres que chegam ao consultório já sabem que precisam de reposição hormonal, mas ainda têm dúvidas importantes...
21/05/2026

Muitas mulheres que chegam ao consultório já sabem que precisam de reposição hormonal, mas ainda têm dúvidas importantes sobre qual é a melhor forma de fazer esse tratamento.

Durante o climatério e a menopausa, o objetivo da reposição não é apenas aliviar sintomas como calorões, alterações de humor ou dificuldade para dormir.

O mais importante é encontrar uma estratégia que seja segura e adequada para o organismo de cada mulher.

Por isso, a escolha do tratamento não deve ser padronizada. Ela depende de uma avaliação cuidadosa, que considera sintomas, exames, histórico de saúde e fatores de risco.

Na medicina atual, falamos muito em tratamento individualizado.

Cada corpo responde de uma forma, e a reposição hormonal precisa respeitar essa realidade.

Se você está no climatério ou na menopausa e quer entender qual abordagem faz mais sentido para o seu caso, agende uma consulta para uma avaliação individualizada.

Meu contato está na bio.



O conteúdo desse post é de caráter informativo e não substitui a avaliação individualizada.

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Ginecologista: RQE 11831 TEGO 0685/2005

19/05/2026

Ginecologista tratamento menopausa Joinville | Muitas mulheres associam exercício físico apenas à estética ou ao controle do peso.

Mas um dos benefícios mais importantes da atividade física está onde quase ninguém imagina: no cérebro.

Durante o climatério e a menopausa, o corpo passa por mudanças hormonais que também podem influenciar energia, memória, foco e clareza mental.

É justamente por isso que o movimento se torna ainda mais importante nessa fase da vida.

A prática regular de exercícios ajuda a manter o cérebro ativo, melhora a circulação, estimula conexões neurais e contribui para a preservação das funções cognitivas ao longo dos anos.

Não se trata de treinos extremos ou de performance. O que realmente faz diferença é a constância.

Criar o hábito de se movimentar algumas vezes por semana é uma forma concreta de investir na saúde do cérebro, na qualidade de vida e no envelhecimento saudável.

Se esse conteúdo fez sentido para você, compartilhe com outras mulheres. Informação também é uma forma de cuidado.



O conteúdo desse post é de caráter informativo e não substitui a avaliação individualizada.

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Ginecologista: RQE 11831 TEGO 0685/2005

Hormônios bioidênticos ou sintéticos, existe diferença entre eles?Existe, sim. E entender essa diferença é importante pa...
15/05/2026

Hormônios bioidênticos ou sintéticos, existe diferença entre eles?

Existe, sim. E entender essa diferença é importante para que a mulher se sinta segura na escolha do tratamento que vai acompanhar essa fase da vida.

A reposição hormonal não deve ser pensada de forma padronizada. Cada organismo tem uma história, sintomas diferentes, necessidades próprias.

Por isso, além do tipo de hormônio, também avaliamos a melhor via de administração, gel, implante, adesivo ou comprimido, sempre considerando o que faz mais sentido para aquele corpo.

O mais importante é que essa decisão seja feita com orientação e acompanhamento de um especialista, para que o tratamento seja seguro, ef**az e realmente individualizado.

Se você procura um olhar atento para o seu momento e um tratamento pensado para o seu corpo, conte comigo. Meu contato está na bio.



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13/05/2026

Ginecologista tratamento menopausa Joinville | A transição hormonal não impacta apenas o corpo.

Ela também pode influenciar energia, sono, humor, libido, sensibilidade emocional e forma de se relacionar.

Quando essas mudanças acontecem ao mesmo tempo em que o casal enfrenta outras transformações da vida, filhos saindo de casa, novas rotinas, envelhecimento dos pais, mudanças profissionais, é comum que a dinâmica do relacionamento também seja desafiada.

Muitas mulheres passam por essa fase sentindo que algo mudou dentro delas, mas sem conseguir explicar exatamente o que está acontecendo.

Falar sobre menopausa e relacionamento é importante justamente por isso.

Quando entendemos o que está acontecendo com o corpo e com as emoções, f**a mais fácil buscar diálogo, cuidado e ajustes necessários para essa nova fase da vida.

A menopausa não é apenas uma transição hormonal. Ela também pode ser um momento de reorganizar prioridades, reconectar-se consigo mesma e, muitas vezes, com o próprio relacionamento.

Porque relações também passam por ciclos. E algumas histórias ainda merecem ser cuidadas.



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Ginecologista: RQE 11831 TEGO 0685/2005

Quando falamos em pele madura, muita gente pensa apenas no rosto e nas mãos.Mas a pele é o maior órgão do corpo, e sente...
11/05/2026

Quando falamos em pele madura, muita gente pensa apenas no rosto e nas mãos.

Mas a pele é o maior órgão do corpo, e sente o impacto da menopausa de forma global.

Com a queda do estrogênio, diferentes regiões passam por alterações importantes.

A pele pode f**ar mais fina, mais seca, mais sensível e menos elástica. Isso acontece porque o hormônio tem papel direto na estrutura, na hidratação e na capacidade de proteção da pele.

Essas mudanças também explicam por que algumas condições cutâneas podem surgir ou se intensif**ar nessa fase, como crises de rosácea, dermatites mais frequentes ou até piora de quadros inflamatórios já existentes. Não é coincidência. É resposta hormonal.

Entender isso ajuda a mulher a perceber que o corpo está se adaptando a uma nova fase da vida, e essa adaptação precisa de informação, cuidado e acompanhamento adequado.

A menopausa não muda apenas ciclos. Ela muda tecidos, funções e sinais do corpo.

Você já percebeu alguma dessas mudanças? Compartilhe sua experiência nos comentários.



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O climatério é uma fase de transição do corpo feminino. Não é fim, nem falha. É uma reorganização que pode ser atravessa...
07/05/2026

O climatério é uma fase de transição do corpo feminino. Não é fim, nem falha. É uma reorganização que pode ser atravessada com mais leveza quando existe informação, consciência e acompanhamento.

Vejo no consultório que a forma como a mulher entende esse momento influencia diretamente o bem-estar físico e emocional.

Quando há entendimento, o cuidado deixa de ser pesado e passa a fazer sentido.

Cuidar da mente, do corpo e dos hábitos faz parte dessa fase. Não para negar as mudanças, mas para viver esse período com mais qualidade e mais respeito ao próprio corpo.

Se esse conteúdo te ajudou, compartilhe com outra mulher que está no climatério. Caminhar juntas torna tudo mais leve.



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Muitas mulheres nem imaginam que dores, rigidez e perda de força possam ter relação com a menopausa. Esses sintomas cost...
04/05/2026

Muitas mulheres nem imaginam que dores, rigidez e perda de força possam ter relação com a menopausa.

Esses sintomas costumam surgir de forma silenciosa e, aos poucos, passam a fazer parte da rotina.

Quando isso acontece, é importante ligar o alerta para a Síndrome Musculoesquelética da Menopausa, uma condição reconhecida pela ciência e que merece avaliação e cuidado médico.

Os sinais mais comuns costumam ser:

🔸Dores musculares e articulares persistentes, especialmente em ombros, joelhos, quadris e mãos.

🔸Rigidez ao acordar e dificuldade para se movimentar, se abaixar ou subir escadas.

🔸Perda de força e de massa muscular, tornando tarefas simples mais difíceis.

🔸Maior risco de quedas e fraturas, devido à fragilidade óssea.

A boa notícia é que isso tem prevenção e tratamento, e quanto antes for abordado, melhores são os resultados.

O cuidado passa por uma abordagem integral:

🔹Atividade física regular, com foco em fortalecimento muscular e preservação óssea.

🔹Nutrição adequada, garantindo proteína de qualidade, cálcio e vitamina D.

🔹Suplementação estratégica, sempre individualizada e orientada pelo médico

🔹Reposição hormonal, quando indicada, como aliada importante para proteger ossos, músculos e articulações.

Menopausa não precisa ser sinônimo de fragilidade, dor ou limitação. Com acompanhamento adequado, é possível manter força, mobilidade e autonomia nessa fase da vida.

Se você conhece outras mulheres com dores, rigidez ou perda de força, compartilhe este conteúdo. Ele pode fazer diferença.



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27/04/2026

Ginecologista tratamento menopausa Joinville | Terapia de reposição hormonal Joinville | A testosterona também faz parte da fisiologia feminina e tem um papel importante no equilíbrio hormonal da mulher.

Ela não atua apenas na libido, influencia a cognição, a memória, a força muscular, a saúde óssea e a resposta sexual.

Por isso, falar sobre testosterona no climatério e na menopausa é falar de saúde, não de estética ou performance.

O que define segurança não é o hormônio, e sim a dose, a indicação e o acompanhamento médico.

Em doses fisiológicas, a testosterona pode contribuir para o bem-estar feminino quando bem indicada.

Se você tem dúvidas sobre testosterona, reposição hormonal ou equilíbrio hormonal nessa fase da vida, agende uma consulta para conversarmos com calma e avaliar o que faz sentido para você.



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