25/09/2026
Você é muito boa na dor que resolve, e ainda não é lembrada por isso, porque existe uma diferença enorme entre ser uma boa psicóloga e construir um posicionamento que faça as pessoas saberem exatamente pelo que procurar você.
E talvez você esteja deixando passar uma oportunidade justamente aí: na dificuldade de escolher um lugar específico para ocupar na cabeça das pessoas.
Eu poderia ter escolhido falar sobre tudo dentro, mas escolhi me posicionar em relacionamentos. E hoje eu tenho propriedade para te dizer que essa é uma das áreas com maior potencial de demanda dentro da psicologia.
Relacionamentos estão entre as principais demandas que levam as pessoas à terapia. E o mais interessante é que essa demanda não aparece apenas quando existe um problema no casal.
Ela atravessa ansiedade, ciúme, dependência emocional, traição, conflitos familiares, dificuldade de comunicação, términos, inseguranças… Muitas vezes, o paciente chega falando de uma dor individual, mas existe um relacionamento por trás dela.
É por isso que se posicionar em relacionamentos não significa atender apenas casais. Significa escolher uma dor que aparece em diferentes demandas clínicas e se tornar reconhecida por saber conduzi-la.
E é aí que o posicionamento começa a trabalhar a seu favor. Em vez de ser “uma psicóloga que atende de tudo”, você começa a construir uma associação clara na cabeça das pessoas:
relacionamentos → psicóloga → você.
Não basta ser boa na dor que resolve. As pessoas precisam saber que é você quem resolve.