Turminha da Psicoeducação

Turminha da Psicoeducação Somos a Turminha da Psicoeducação. Um projeto idealizado pelas psicólogas infantis Andressa Bianchi

Ei, você sabe o que é a ASSERTIVIDADE?Essa é uma das classes de habilidades sociais que veremos por aqui. Quem acompanha...
09/12/2020

Ei, você sabe o que é a ASSERTIVIDADE?
Essa é uma das classes de habilidades sociais que veremos por aqui.
Quem acompanha a Turminha já está cansado de saber, mas não custa lembrar: as habilidades sociais são comportamentos sociais valorizados em uma determinada cultura e que apresentam alta probabilidade de obtenção de resultados favoráveis tanto para o indivíduo quanto para o seu grupo, além de contribuírem para um desempenho socialmente competente em tarefas interpessoais.
Ser assertivo envolve: defender direitos próprios e os dos outros; questionar, opinar, discordar, solicitar explicações sobre o porquê de certos comportamentos, concordar; fazer e recusar pedidos; expressar raiva, desagrado e pedir mudança de comportamento; desculpar-se e admitir falhas; manejar críticas (saber aceitá-las quando for o caso, saber rejeitá-las quando for necessário e saber fazê-las quando for preciso); falar com pessoa que exerce papel de autoridade.
Todos os comportamentos acima fazem parte da assertividade e são comportamentos que podem ser aprendidos e desenvolvidos ao longo da nossa vida. A assertividade envolve dizer o que estamos sentindo e pensando de forma respeitosa conosco e com os outros.
Um exemplo: seu filho já disse “sim” a um pedido porque sentiu medo de dizer “não” e magoar o outro? Ou você mesmo já fez isso? Essa é uma dificuldade na habilidade de recusar pedidos, habilidade essa super importante de ser desenvolvida. É preciso aprender a dizer não quando não nos sentimos confortáveis com determinado pedido, quando não estamos disponíveis naquele momento, quando não queremos realizar determinada tarefa, enfim... dizer "não” é saudável e é um comportamento extremamente habilidoso quando realizado de maneira assertiva e não agressiva.
Que tal treinarmos nossa assertividade?

Sejam assertivos e deixem nos comentários o que estão achando das nossas postagens sobre o tema das Habilidades Sociais! Dar sua opinião também faz parte dessa habilidade! =)


Referência: Almir Del Prette e Zilda A. P. Del Prette em Competência Social e Habilidades Sociais.

Estamos no site da BBDU! O jogo “Bate-papo sobre a Pandemia” foi criado com muito carinho pelas idealizadoras desta pági...
05/12/2020

Estamos no site da BBDU!

O jogo “Bate-papo sobre a Pandemia” foi criado com muito carinho pelas idealizadoras desta página, Andressa Bianchi e Carol Stersa ❤️. É um jogo para as famílias 👪👨‍👩‍👧‍👦👨‍👩‍👦‍👦👨‍👩‍👧‍👧👩‍👩‍👧👩‍👩‍👧‍👦e profissionais da saúde e educação que trabalham com crianças buscando promover um diálogo🗣️ com os pequenos sobre este período tão difícil que estamos vivendo. Vendemos via direct, e agora, o jogo também está sendo vendido pelo site da BBDU.

A BBDU é um site que tem tudo a ver com a Turminha e o nosso joguinho, pois combina a psicologia, a maternidade e a paternidade, oferecendo instrumentos para educação emocional das crianças. Você encontra na BBDU vários recursos que auxiliam nas mais diversas fases do desenvolvimento infantil. É uma linda "Mãozinha para as famílias” e profissionais. 🖐🏻

Para adquirir o jogo basta acessar o site www.bbdu.com.br ou clicar no link da bio que cai direto no joguinho.

Vem com a gente!🌻

Ei, você sabia que fazer e manter amizades é um tipo de habilidade social?Para termos um desempenho socialmente competen...
27/11/2020

Ei, você sabia que fazer e manter amizades é um tipo de habilidade social?
Para termos um desempenho socialmente competente e mantermos boas relações interpessoais essa é uma habilidade de grande relevância e que pode ser desenvolvida com os pequenos desde cedo (e aprimorada ao longo do tempo, à medida que eles vão crescendo).
Iniciar uma conversa, apresentar informações livres, ouvir e fazer confidências, demonstrar gentileza, manter contato sem ser invasivo, expressar sentimentos, elogiar, responder aos contatos feitos, enviar mensagens, convidar e aceitar convites para passeios, fazer contato em datas festivas (aniversário, natal...), manifestar solidariedade diante de problemas... enfim... todos esses aspectos fazem parte do “fazer e manter amizades”.
Papais e mamães, vocês sabiam que podem ajudar as crianças nesse processo?
Um exemplo: convidar um coleguinha de escola do seu filho (do qual ele seja mais próximo) para passarem uma tarde juntos. Como a criança ainda não tem autonomia para fazer esse tipo de convite, vocês podem ser facilitadores desse processo. Além disso, vocês terão a oportunidade de se aproximarem e de conhecerem melhor as crianças (e suas famílias) com as quais os filhos estão tendo maior afinidade na escola.
Uma outra maneira de contribuir e estimular o desenvolvimento dessa habilidade em nossas crianças é sermos nós mesmos os modelos.
Nada melhor para uma criança do que nos observar nas nossas próprias interações com nossos amigos. A forma como cumprimentamos, as maneiras que buscamos para mantermos contato com nossos amigos, a gentileza que realizamos e a solidariedade que demonstramos... tudo isso vai servindo de exemplo para nossas crianças e elas vão aprendendo conosco maneiras mais saudáveis e competentes de se relacionarem com os outros.



Referência: Almir Del Prette e Zilda A. P. Del Prette em Competência Social e Habilidades Sociais – Manual Teórico e Prático.

O tipo de relação pais-filhos na infância pode desenvolver sintomas psiquiátricos na idade adulta?Um artigo científico d...
23/11/2020

O tipo de relação pais-filhos na infância pode desenvolver sintomas psiquiátricos na idade adulta?

Um artigo científico de autoria de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) buscou pesquisas que estudavam a associação entre o vínculo pais-filho e sintomas psiquiátricos destas crianças na idade adulta.

Este levantamento bibliográfico encontrou, em partes, relação entre estes dois fatores, principalmente no que se refere ao desenvolvimento de sintomas de ansiedade e depressão na fase adulta. Interações pais-filhos com laços afetivos e incentivo à autonomia foram identificados como fatores de proteção para desenvolvimento de sintomas psiquiátricos. Já estilos parentais negligentes e também de superproteção foram identificados como fatores de risco para transtornos psicopatológicos.

Os autores pontuam algumas limitações metodológicas, como amostras pequenas e períodos de acompanhamento inadequados. Mas concluem da importância de políticas públicas que promovam educação e treinamento parental como forma de benefício direto ao desenvolvimento infantil e saúde mental na vida adulta. Estes programas certamente contribuiriam para a redução da morbidade psiquiátrica e os efeitos tão prejudiciais de um pobre vínculo entre pais-filho.

Lima, AR, Mello, MF, & Mari, J. de J. (2010). O papel do vínculo parental precoce no desenvolvimento de sintomas psiquiátricos na idade adulta. Current Opinion in Psychiatry, 23 (4), 383-387. doi: 10.1097 / yco.0b013e32833a51ce

A nossa comunicação ocorre apenas pela fala?A resposta a essa pergunta é “NÃO” e aqui abrimos caminho para refletirmos s...
19/11/2020

A nossa comunicação ocorre apenas pela fala?
A resposta a essa pergunta é “NÃO” e aqui abrimos caminho para refletirmos sobre os COMPORTAMENTOS NÃO VERBAIS E PARALINGUÍSTICOS presentes na nossa comunicação.
Esses comportamentos possuem a função de apoiar, enfatizar e complementar o significado daquilo que estamos comunicando verbalmente.
O olhar e o contato visual que mantemos durante uma interação, o sorriso, nossos gestos, nossa expressão facial, a postura corporal, os movimentos que realizamos com a cabeça, o contato físico (toque), a distância/proximidade que mantemos em relação ao interlocutor... todos esses aspectos são importantíssimos para o desempenho mais competente em uma comunicação.
Papais e mamães, quantas vezes nos deparamos com a seguinte situação: ao perguntar para os nossos pequenos se está tudo bem, eles nos dizem verbalmente que sim, mas seu rostinho apresenta uma expressão de tristeza. É a demonstração mais clara da importância da comunicação não verbal e devemos estar atentos a ela!
Um outro exemplo: quantas vezes nossos pequenos nos mostram algo que estão fazendo, como um desenho ou um brinquedo que montaram, e nós falamos que está lindo e nem olhamos com atenção para ele? Nossa falta de contato visual diz muito mais que nossas palavras!
Além dos aspectos citados acima, outros componentes são tão importantes quanto para que a comunicação ocorra de forma clara e competente, como: o intervalo de tempo entre a fala de uma pessoa e a resposta da outra, o tempo que uma pessoa permanece falando sem interrupção, a altura da voz, a velocidade com que se fala, o ritmo e a qualidade da dicção e a modulação da fala.
Todos esses aspectos podem ser aprendidos e vocês, papais e mamães, são os principais modelos de ensino e aprendizagem para os seus filhos! Estejam atentos!



Referência: Almir Del Prette e Zilda A. P. Del Prette em Competência Social e Habilidades Sociais – Manual Teórico e Prático.

Ao longo das etapas do desenvolvimento todos nós nos deparamos com diferentes demandas nos relacionamentos interpessoais...
18/11/2020

Ao longo das etapas do desenvolvimento todos nós nos deparamos com diferentes demandas nos relacionamentos interpessoais.
Para termos um desempenho socialmente competente é muito importante aprendermos, desde cedo, comportamentos sociais que contribuam para termos maiores êxitos nas nossas relações.
Hoje falaremos de uma classe de habilidade social muito importante para um desempenho social competente: a comunicação.
Quando falamos em comunicação o que vem a cabeça de vocês?
Comunicar-se é simplesmente falar com outras pessoas?
Quais aspectos fazem parte de uma comunicação mais efetiva e competente socialmente?
A comunicação é uma classe de comportamento social que pode ser dividida em diferentes subclasses. Comunicar-se envolve aspectos como: iniciar e manter uma conversação, fazer e responder perguntas, pedir e dar feedback, elogiar e agradecer elogios, dar opinião. A comunicação inclui, ainda, aspectos verbais e não verbais (como a expressão facial, movimentos corporais, gestos, direção do olhar...).
Quem de vocês já teve dificuldades para iniciar uma conversa? Ou, quando iniciada, quem já teve dificuldades para mantê-la?
Quem em uma conversa já teve a sensação de não ter espaço para falar? Ou, ao contrário, quem já se sentiu em um monólogo?
Quem já teve dificuldades em receber elogios? Aquele famoso “Ahhh... que isso! É impressão sua!”.
Quem já quis expressar uma opinião, mas não conseguiu por sentir medo do que os outros poderiam pensar ou se seriam rejeitados por falar algo diferente do que o interlocutor ou o grupo pensa?
Todas as perguntas acima expressam alguma dificuldade presente na habilidade social de comunicação. E, quando paramos para refletir, percebemos que essas dificuldades são mais comuns do que imaginamos.
Por isso a importância de aprendermos a desenvolver essa e outras habilidades desde cedo em nossas vidas. O autoconhecimento e o treinamento são ferramentas valiosas na aprendizagem de novos comportamentos mais competentes socialmente!
E vocês, papais e mamães, são modelos que contribuem para a aprendizagem de seus filhos!

Ei, você já parou para pensar no que são habilidades sociais e na importância de ajudarmos nossos filhos, desde cedo, a ...
17/11/2020

Ei, você já parou para pensar no que são habilidades sociais e na importância de ajudarmos nossos filhos, desde cedo, a desenvolverem esses comportamentos?
As habilidades sociais representam um conjunto de comportamentos sociais que apresentam algumas características específicas, como:

1) São comportamentos sociais valorizados em uma determinada cultura;
2) São comportamentos que têm alta probabilidade de trazerem resultados favoráveis para o indivíduo, seu grupo e sua comunidade;
3) São comportamentos que podem contribuir para que o indivíduo tenha um desempenho socialmente competente em tarefas interpessoais.
Os comportamentos que escolhemos utilizar para nossa interação com as pessoas são muito importantes para que tenhamos ou não um desempenho social competente.
As habilidades sociais são aqueles comportamentos desejáveis e que podem contribuir para uma maior competência social nas interações que realizamos.
Alguns exemplos de habilidades sociais que podemos auxiliar nossos pequenos a desenvolverem desde cedo e a aperfeiçoarem a medida que vão se desenvolvendo são: comunicação, civilidade, fazer e manter amizades, empatia, assertividade, expressar solidariedade, manejar conflitos e resolver problemas interpessoais, entre outros.
Ao longo da semana postaremos mais especificamente sobre cada uma dessas classes de habilidades sociais!
Fiquem de olho e marquem os amigos que gostariam de saber mais sobre o tema!



Referência: Almir Del Prette e Zilda A. P. Del Prette em Competência Social e Habilidades Sociais – Manual Teórico e Prático.

Um estudo publicado em abril deste ano (2020) investigou  se a exposição à mídia da tela (televisão e vídeos) estaria as...
12/11/2020

Um estudo publicado em abril deste ano (2020) investigou se a exposição à mídia da tela (televisão e vídeos) estaria associada ao risco de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) ou sintomas semelhantes ao TEA em bebês até os 2 anos de idade. Sabe-se que 50% a 80% do risco de TEA é devido a genética, porém existem fatores não genéticos de risco que ainda são mal compreendidos.

Participaram deste estudo 2152 crianças e seus cuidadores com visitas até os 42 meses de idade. Nas visitas eram investigados a frequência de visualização de telas, frequência de leitura com o filho e frequência de brincadeiras com o cuidador. A exposição a telas foi significativamente associada a maiores sintomas semelhantes ao TEA, mas não com o risco de TEA. Da mesma forma, as brincadeiras entre pais e filhos diariamente,foram significativamente associadas a menos sintomas semelhantes ao TEA aos 2 anos de idade.

Os autores do estudo alertam para a importância da educação parental como meio de orientar pais da importância da interação cuidador/ criança para um desenvolvimento saudável.

Referência: Heffler, KF, Sienko, DM, Subedi, K., McCann, KA, & Bennett, DS (2020). Associação de experiências de mídia social e digital no início da vida com o desenvolvimento de sintomas semelhantes aos do espectro do autismo. JAMA Pediatrics. doi: 10.1001 / jamapediatrics.2020.0230

Necessidade de afeto, segurança e ligação com os seus cuidadores.Liberdade para experimentar e incentivo para explorar o...
04/11/2020

Necessidade de afeto, segurança e ligação com os seus cuidadores.
Liberdade para experimentar e incentivo para explorar o novo.
Necessidade de regras e limites realistas.
Respeito às aspirações e tendências individuais dos filhos.
Necessidade de um ambiente validante à expressão emocional.
Ufa!!! 😅😅😅
Cuidar dos filhos não é uma tarefa fácil! Muito pelo contrário, é uma atividade complexa e que exige muita atenção e sensibilidade dos cuidadores.
Digam aí, papais, mamães e cuidadores: como nutrir de forma suficiente cada uma dessas necessidades emocionais básicas das crianças para que elas se desenvolvam de forma mais saudável?
A Turminha da Psicoeducação preparou uma série de postagens sobre esse tema para vocês!
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