26/06/2026
Quando uma paciente recebe o diagnóstico de câncer, uma das primeiras dúvidas costuma ser: “vou precisar fazer quimioterapia ou radioterapia?”
A resposta depende de vários fatores. E um dos mais importantes é a qualidade e a precisão da cirurgia realizada.
Na oncologia ginecológica, a cirurgia não serve apenas para retirar o tumor visível. Ela também tem o papel de definir com mais clareza a extensão real da doença, avaliando margens cirúrgicas, profundidade de invasão, linfonodos e possíveis sinais microscópicos de disseminação.
Essas informações são fundamentais para entender o risco de recidiva e decidir se será necessário algum tratamento complementar.
Em alguns casos, quando o câncer é diagnosticado em estágio inicial, completamente ressecado e adequadamente estadiado, a paciente pode não precisar de quimioterapia ou radioterapia. Em outros, esses tratamentos continuam sendo necessários, mas passam a ser indicados de forma mais precisa e direcionada.
Por isso, a primeira cirurgia é tão importante. Uma cirurgia bem planejada reduz incertezas, orienta melhor os próximos passos e pode evitar intervenções desnecessariamente agressivas.
Em oncologia, tratar melhor não significa tratar mais.
Significa tratar com precisão.