29/05/2026
A trajetória de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do esporte brasileiro, também chamou atenção para uma importante questão de saúde: os tumores cerebrais.
Em 2011, o ex-jogador foi diagnosticado com um glioma, um tipo de tumor que se desenvolve a partir das células de sustentação do sistema nervoso central. Desde então, enfrentou um longo tratamento que incluiu cirurgia, radioterapia e quimioterapia, demonstrando a complexidade do cuidado oncológico nesses casos.
Os tumores cerebrais podem ser benignos ou malignos e apresentam características bastante diferentes entre si. Enquanto alguns têm crescimento lento e podem ser tratados principalmente com cirurgia, outros exigem abordagens mais complexas e acompanhamento contínuo por equipes multidisciplinares.
Entre os principais sinais de alerta estão dores de cabeça persistentes, convulsões, tonturas, alterações na visão, dificuldade para falar, perda de equilíbrio, dormência em membros, esquecimentos frequentes e mudanças cognitivas. A presença desses sintomas não significa necessariamente a existência de um tumor, mas reforça a importância da investigação médica adequada.
O diagnóstico costuma envolver avaliação clínica e neurológica, exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética, além da biópsia, que ajuda a definir o tipo do tumor e o tratamento mais indicado.
As opções terapêuticas podem incluir cirurgia, radioterapia, radiocirurgia estereotáxica e quimioterapia, utilizadas de forma isolada ou combinada, conforme as características de cada paciente.
A informação e o diagnóstico precoce continuam sendo aliados fundamentais para aumentar as possibilidades de tratamento, controle da doença e qualidade de vida. Cuidar da saúde também é conhecer os sinais que o corpo apresenta e buscar orientação especializada quando se fizer necessário.
Na Solus Oncologia e Solus Sabin, fazemos do cuidado individualizado à saúde no prioridade.
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