Pediatra Emanuelle Xavier

Como chegar Site

Pediatra Emanuelle Xavier Médica Pediatra e Pneumologista Pediátrica
Especialização em Alergia e imunologia Pediátrica pelo Hospital Infantil João Paulo II – FHEMIG/ Belo Horizonte

13/10/2026

🤧 Seu filho vive doente e já tomou vários antibióticos neste ano?

⚠️ Mais de 90% das infecções respiratórias agudas em crianças são de origem viral, e antibióticos não tratam vírus!

💚 Usar antibióticos com critério é cuidar da saúde da criança hoje e no futuro. Nem toda febre, tosse ou secreção nasal precisa de antibiótico!

👩🏻‍⚕️ Na dúvida, procure avaliação médica. Informação também é prevenção!

☀️ O tempo esquentou e seu filho parece estar melhor da asma? Atenção!Com a chegada dos dias mais quentes, algumas crian...
09/10/2026

☀️ O tempo esquentou e seu filho parece estar melhor da asma? Atenção!

Com a chegada dos dias mais quentes, algumas crianças apresentam menos sintomas respiratórios. E é justamente nessa fase que muitos pais pensam: “Ele está tão bem! Será que ainda precisa da bombinha e das consultas?”💭

A resposta é: não suspenda o tratamento por conta própria!

🌿 A asma é uma doença crônica que pode apresentar períodos de melhora e piora. Mesmo quando a criança está sem tosse, sem chiado e brincando normalmente, isso não signif**a que a doença deixou de existir.

É aí que entra a importância do acompanhamento com a **pneumologista pediátrica**! 👩🏻‍⚕️

Na consulta, avaliamos o controle da doença, o risco de novas crises, a técnica de uso dos dispositivos inalatórios e a necessidade de ajustar o tratamento com segurança.

💚 Nosso objetivo não é apenas tratar as crises, mas ajudar seu filho a respirar bem, brincar, praticar esportes e aproveitar a infância com qualidade de vida.

Não espere a próxima crise para cuidar da asma do seu filho!

📲 Seu filho tem asma? Mantenha o acompanhamento em dia!

25/09/2026

“Eu só quero ser normal… igual às outras crianças.” 💔

Mas será que a asma realmente precisa limitar a infância?
A resposta pode te surpreender. 👀💚

Assista até o final.

Paixão por ensinar. 💚Minha paixão pelo ensino começou muito antes da faculdade. Ainda na escola, eu estudava ensinando m...
21/09/2026

Paixão por ensinar. 💚

Minha paixão pelo ensino começou muito antes da faculdade. Ainda na escola, eu estudava ensinando meus colegas. Era a forma como eu mais sentia que o conhecimento realmente f**ava sedimentado.

Na faculdade, não foi diferente. Eu tinha um grupo de amigos e cada um ensinava aos outros aquilo que dominava melhor. Depois, fui monitora — e foi ali que tive certeza de que, além de ser médica, eu também queria ensinar.

Hoje, tenho a oportunidade de dar aulas para estudantes de Medicina e residentes de Pediatria, e essa é uma parte da minha profissão que amo.

Ensinar me tira da zona de conforto. Me obriga a estudar, me manter atualizada, aprofundar aquilo que sei e, principalmente, encontrar maneiras cada vez mais didáticas de transmitir conhecimento.

Porque, para ensinar de verdade, precisamos dominar o que ensinamos — e isso se tornou, para mim, um incentivo constante para aprender mais e buscar novas formas de ensinar melhor.

No fim, percebo que ensinar também é uma forma de cuidar: ajudando a formar médicos mais preparados para cuidar das nossas crianças. A melhor parte de ensinar é descobrir que, enquanto ensinamos, também estamos aprendendo.

18/09/2026

🚨 “Dra., meu filho está em crise de asma. Estou usando a bombinha, mas não está resolvendo!”

Antes de pensar que o remédio não está funcionando, você já conferiu se a técnica está correta? 👀

✔️ Espaçador e válvulas
✔️ Máscara bem ajustada
✔️ Bombinha com medicamento
✔️ Posição correta da criança
✔️ Técnica adequada de inalação

Às vezes, o problema não é o medicamento — é a forma como ele está sendo administrado.

💙 Salve este vídeo para lembrar desses detalhes e compartilhe com outra mãe ou pai que precisa saber disso!

E me conta: você já tinha conferido a técnica da bombinha do seu filho? 👇

11/09/2026

🌬️ Tosse, chiado e falta de ar não devem ser tratados apenas como sintomas.

Na pneumologia pediátrica, buscamos entender a causa e olhar para a criança como um todo.

Porque respirar bem é mais do que não ter crises: é dormir melhor, brincar, correr e viver com qualidade. 💙

Se seu filho apresenta sintomas respiratórios frequentes, vale investigar.

01/09/2026

💜 Setembro Roxo | Mês de conscientização sobre a Fibrose Cística

A fibrose cística é uma doença genética rara, crônica e multissistêmica. E, justamente por ser rara, ainda pode passar despercebida ou ter seu diagnóstico atrasado.

Mas existe uma mensagem que precisa ser lembrada: raro não signif**a impossível.

Quando falamos de uma criança com sinais persistentes e inexplicados, conhecer a fibrose cística e considerar essa possibilidade pode fazer toda a diferença.

O diagnóstico precoce permite que o acompanhamento especializado e os tratamentos sejam iniciados o quanto antes, contribuindo para prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida.

Por isso, neste Setembro Roxo, o convite é para conhecer, suspeitar, investigar e diagnosticar.

Porque, para uma família, aquela doença que parece tão distante deixa de ser rara no momento em que chega até ela. 💜

Informação também salva tempo. E, na fibrose cística, tempo pode transformar histórias.

🫁 **Quando uma criança teve uma bronquiolite grave e, depois disso, nunca mais voltou a respirar como antes, é preciso i...
13/08/2026

🫁 **Quando uma criança teve uma bronquiolite grave e, depois disso, nunca mais voltou a respirar como antes, é preciso investigar.**

A **bronquiolite obliterante** é uma doença pulmonar que pode surgir como sequela após uma infecção respiratória grave.

🚩 Alguns sinais que merecem atenção:

• bronquiolite grave, especialmente com necessidade de oxigenoterapia ou ventilação mecânica;
• episódios recorrentes de chiado após a infecção;
• chiado mesmo quando a criança está fora de crises;
• respiração acelerada ou esforço respiratório persistente;
• sintomas respiratórios que não desaparecem completamente;
• pneumonias ou alterações pulmonares recorrentes, principalmente sempre no mesmo local.

Um exemplo que atendi recentemente: uma criança de 10 meses havia sido intubada aos 23 dias de vida por uma bronquiolite grave. Depois disso, passou a apresentar episódios recorrentes de chiado e esforço respiratório sempre que tinha uma nova infecção viral.

Em diferentes atendimentos, recebeu o diagnóstico de pneumonia e chegou a fazer **5 cursos de antibiótico antes dos 10 meses de vida**. Um detalhe chamava atenção: as alterações radiológicas apareciam repetidamente na mesma região do pulmão.

A investigação mostrou alterações na tomografia compatíveis com **bronquiolite obliterante**.

Nesse contexto, mais do que tratar cada nova gripe como uma “nova pneumonia”, é fundamental entender **como aquela criança é quando está no seu estado basal**.

Por isso, o acompanhamento deve estabelecer parâmetros como:

🫁 qual é a saturação basal;
🫁 como é a respiração quando está bem;
🫁 se existe esforço respiratório basal;
🫁 quais sintomas são habituais daquela criança.

Assim, quando ela tiver uma nova infecção viral, f**a mais fácil diferenciar **uma piora do quadro respiratório habitual de uma nova complicação**, evitando diagnósticos e tratamentos desnecessários.

O acompanhamento com **pneumologista pediátrico e fisioterapia respiratória** é fundamental para essas crianças.

💬 Seu filho teve uma bronquiolite grave e depois disso nunca mais respirou como antes? Esse é um quadro que merece investigação.

Você pediria um orçamento para reformar uma sala olhando apenas de frente?Provavelmente não.Na primeira imagem, parece q...
14/07/2026

Você pediria um orçamento para reformar uma sala olhando apenas de frente?

Provavelmente não.

Na primeira imagem, parece que está tudo em ordem. Mas basta mudar o ângulo para descobrir um problema que estava completamente escondido.

Com o pulmão acontece exatamente a mesma coisa.

O raio-X de tórax em PA (frente) mostra apenas parte da história. Algumas alterações podem f**ar ocultas quando avaliamos apenas essa incidência. Já a incidência de perfil (lateral) permite enxergar regiões que f**am sobrepostas na imagem de frente, aumentando a chance de identif**ar pneumonias, atelectasias e outras alterações importantes.

📌 Por isso, sempre que houver indicação de radiografia de tórax, o ideal é solicitar PA + perfil, para uma avaliação mais completa.

Na medicina, assim como na vida, mudar o ângulo pode mudar completamente o diagnóstico.

Ver o pulmão por completo é enxergar a cena inteira. 💚

“O diagnóstico correto não limita. Ele liberta.”Essa é uma frase que repito com frequência no consultório.Muitos pais ch...
10/07/2026

“O diagnóstico correto não limita. Ele liberta.”

Essa é uma frase que repito com frequência no consultório.

Muitos pais chegam com medo de ouvir um diagnóstico como asma ou outra doença respiratória crônica. É natural. Afinal, ninguém deseja que um filho tenha uma doença.

Mas o que realmente limita uma criança não é o diagnóstico. É permanecer sem ele.

Quando sabemos exatamente o que está acontecendo, conseguimos oferecer o tratamento adequado, controlar os sintomas, prevenir crises, reduzir internações e permitir que a criança tenha uma vida ativa, saudável e com muito mais qualidade.

E essa mudança não acontece apenas para a criança. A família também volta a respirar aliviada: menos noites em claro, menos idas ao pronto-socorro, menos incertezas e mais segurança para cuidar.

Um diagnóstico correto não é uma sentença. É o começo de um cuidado direcionado, baseado em evidências, que transforma a vida da criança e de toda a família.

Não tenha medo do diagnóstico. Tenha medo de deixar uma doença sem o tratamento que ela merece.

Endereço

Avenida Barão Do Rio Branco, 4091
Juiz De Fora, MG
36021-630

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Pediatra Emanuelle Xavier publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Atalhos

Compartilhar

Categoria