28/07/2026
Um dos erros mais comuns, entre pais e até entre profissionais, é acreditar que o eletroencefalograma confirma ou descarta o diagnóstico de epilepsia.
Na prática, não é assim.
O diagnóstico da epilepsia é, antes de tudo, clínico. Ele começa pela história das crises e pelo exame neurológico.
O eletroencefalograma é uma ferramenta extremamente importante, mas deve ser interpretado sempre dentro do contexto clínico. Ele auxilia na investigação, aumenta a confiança diagnóstica quando há achados compatíveis e é fundamental para classif**ar síndromes epilépticas e orientar o tratamento.
Um exame alterado, isoladamente, não faz o diagnóstico. E um exame normal também não exclui epilepsia.
🧠 Quando entendemos o cérebro, aprendemos a olhar a criança antes de olhar o exame.
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