Ligia Toledo

Ligia Toledo Sentir dor não é normal! Dores agudas e crônicas | Cuidados Paliativos | MEV
🩺CRM 147016/SP | RQE 477181

22/06/2026

Dor no glúteo que reflete na perna é causada por hérnia de disco?

Dor no glúteo que desce pela perna nem sempre é hérnia de disco.

Em alguns casos, a origem pode estar em uma estrutura profunda da região glútea: o músculo piriforme.

Quando esse músculo f**a inflamado, tenso ou passa a comprimir estruturas próximas, especialmente o nervo ciático, pode surgir um quadro conhecido como Síndrome do Piriforme.

Os sintomas podem incluir:

- dor profunda no glúteo;
- dor irradiada para a parte de trás da coxa;
- desconforto ao f**ar muito tempo sentado;
- dor ao caminhar, correr ou subir escadas;
- sensação de formigamento, queimação ou peso na perna.

O problema é que esses sinais muitas vezes são confundidos com alterações da coluna.

Por isso, antes de concluir que “é hérnia” ou que “não tem solução”, é importante passar por uma avaliação médica adequada.

Em alguns casos, procedimentos guiados por ultrassom, como bloqueios diagnósticos, podem ajudar a identif**ar com mais precisão a origem da dor e direcionar melhor o tratamento.

Sentir dor todos os dias não deve ser tratado como normal.

A dor precisa ser investigada com cuidado, técnica e respeito.

Salve este conteúdo para lembrar: nem toda dor que desce pela perna começa na coluna.

Dra. Lígia Toledo
CRM 147016/SP | RQE 477181
Agendamento (11) 94486-8997

21/06/2026

Até onde o estilo de vida interfere na dor lombar?

A dor lombar não deve ser analisada apenas como um problema da coluna.

Um estudo publicado na PLOS One avaliou a associação entre dor lombar e fatores relacionados ao estilo de vida, como tabagismo, consumo de álcool, IMC, exercício físico e alterações metabólicas.

Os achados reforçam algo muito importante na prática clínica: a dor lombar persistente pode envolver fatores que vão além da estrutura da coluna.

Isso não quer dizer que todo caso seja igual. Nem que um único hábito explique toda a dor.

Mas signif**a que uma avaliação completa precisa considerar o paciente como um todo: sintomas, exames, histórico, funcionalidade, hábitos, doenças associadas e impacto na qualidade de vida.

Dor lombar persistente não é normal.

E tratar a dor não é apenas tomar remédio.

Se a sua dor lombar já dura há meses ou vive voltando, procure uma avaliação especializada em dor.

Dra. Lígia Toledo
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Na menopausa, nem tudo se resume a hormônios.Sono ruim, dor no corpo, perda de massa muscular, estresse, má alimentação,...
20/06/2026

Na menopausa, nem tudo se resume a hormônios.

Sono ruim, dor no corpo, perda de massa muscular, estresse, má alimentação, ganho de gordura abdominal e queda de disposição também influenciam diretamente a qualidade de vida.

Muitas mulheres chegam à menopausa tentando entender cada sintoma de forma isolada. Mas o corpo não funciona em partes separadas.

Na menopausa, a queda hormonal pode influenciar muitos sistemas ao mesmo tempo. E é por isso que o cuidado também precisa ser mais amplo.

A Medicina do Estilo de Vida tem um papel importante nessa fase.

Ela permite olhar para a mulher de forma mais completa: o que ela sente, como dorme, como se movimenta, como se alimenta, como lida com o estresse e o quanto esses fatores estão impactando sua dor e sua funcionalidade.

Menopausa não precisa ser uma fase de resignação.

Pode ser uma fase de reconstrução do cuidado.

Se você sente que seu corpo mudou e sua qualidade de vida piorou, procure uma avaliação médica.

Dra. Lígia Toledo
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Ele chegou ao consultório com uma história de dor crônica nos joelhos, principalmente no esquerdo, há mais de 5 anos.Em ...
19/06/2026

Ele chegou ao consultório com uma história de dor crônica nos joelhos, principalmente no esquerdo, há mais de 5 anos.

Em 2020, havia feito uma artroscopia no joelho esquerdo. Porém, com a pandemia, interrompeu as atividades físicas. Em 2022, realizou um bloqueio, mas não teve melhora signif**ativa. Depois disso, recebeu uma indicação de prótese de joelho, mas não queria realizar a cirurgia naquele momento.

O ponto central deste caso não era apenas a “dor no joelho”. Era o que essa dor estava tirando do paciente.

Ele era ativo, jogador de basquete, diretor de empresa e tinha uma vida social importante. Mas a dor passou a limitar atividades simples: descer escadas, caminhar em rampas, viajar com a família, permanecer em pé para servir na missa e praticar o esporte que amava.

Para conseguir jogar basquete, fazia uso contínuo de medicação.

Na primeira consulta, iniciamos um plano com medicações, suplementação e orientação de fortalecimento físico.

Após a avaliação, ele foi submetido à neurotomia por radiofrequência dos nervos geniculares, uma técnica intervencionista voltada para nervos sensitivos relacionados à dor do joelho.

Com 30 dias, já relatava cerca de 90% de melhora da dor e uma melhora importante da mobilidade.

Após 3 meses, estava sem dor naquele período de acompanhamento e com a vida muito menos limitada pelo joelho.

Esse caso mostra algo importante: quando a dor persiste mesmo depois de tratamentos anteriores, é preciso reavaliar o caminho. O tratamento da dor não deve olhar apenas para o exame ou para o local da dor, mas para a pessoa como um todo.

Cada caso precisa ser avaliado individualmente.

Agende uma consulta para uma avaliação comigo.

Dra. Lígia Toledo
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Existe dor na menopausa?Sim, mas ela pode aparecer de diferentes formas. Pode ser física, sistêmica, mental ou emocional...
18/06/2026

Existe dor na menopausa?

Sim, mas ela pode aparecer de diferentes formas. Pode ser física, sistêmica, mental ou emocional.

Muitas mulheres sentem o corpo mudar, mas não sabem que a dor pode fazer parte dessa transição.

A queda hormonal pode afetar articulações, músculos, sono, humor, memória, disposição e autoestima.

Por isso, quando falamos em dores na menopausa, não estamos falando apenas de uma dor física localizada.

Estamos falando de um conjunto de sinais que pode afetar o corpo, a mente, a autoestima, a rotina, o trabalho, os relacionamentos e a qualidade de vida.

Dor persistente, sono ruim, cansaço constante, piora das enxaquecas, ansiedade e perda de funcionalidade merecem investigação médica.

O cuidado pode envolver avaliação hormonal, Medicina da Dor, mudanças no estilo de vida, fortalecimento muscular, manejo do sono, alimentação adequada e acompanhamento individualizado.

A menopausa é uma transição biológica profunda. E, quando há dor, perda de qualidade de vida ou limitação da rotina, é preciso investigar.

Sofrer em silêncio não precisa fazer parte dessa fase.

Se você se identificou com algum desses sintomas, procure uma avaliação médica.

Dra. Lígia Toledo
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O que é artralgia? E por que ela pode piorar na menopausa?Artralgia signif**a dor articular. Na menopausa, ela pode surg...
17/06/2026

O que é artralgia? E por que ela pode piorar na menopausa?

Artralgia signif**a dor articular. Na menopausa, ela pode surgir ou piorar por uma combinação de fatores, incluindo mudanças hormonais, perda de massa muscular, sono ruim, alterações inflamatórias e maior sensibilidade à dor.

O estrogênio tem uma participação importante na saúde musculoesquelética. Com a queda desse hormônio nessa fase, algumas mulheres podem perceber mais rigidez, desconforto articular e pior recuperação do corpo. Ou seja:

Dor nos joelhos, nos quadris, nas mãos ou na coluna.

Rigidez ao acordar.

Estalos nas articulações.

Sensação de corpo travado ou “enferrujado”.

Esses sintomas podem fazer parte de artralgia na menopausa.

Mas, atenção: nem toda dor nas juntas deve ser atribuída à menopausa.

Se a dor é persistente, progressiva, limita sua rotina ou vem acompanhada de inchaço, perda de força ou rigidez importante, é preciso investigar.

Dor diária não deve ser normalizada.

Procure uma avaliação médica.

Dra. Lígia Toledo
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16/06/2026

Você já ouviu falar em banho de natureza?

Banho de natureza não é apenas “passear ao ar livre”.

É uma prática de presença.

É caminhar com atenção.

Respirar com mais calma.

Ouvir os sons ao redor.

Perceber o corpo fora do ritmo acelerado do dia a dia.

Na Medicina da Dor, entendemos que a dor não é apenas uma resposta física. Ela envolve o corpo, o sistema nervoso, as emoções, o sono, o estresse e o estilo de vida.

Por isso, estar em contato com a natureza pode ser uma forma complementar de cuidado: não substitui diagnóstico, acompanhamento médico ou tratamento adequado, mas pode ajudar o corpo a reduzir o estado de alerta constante.

Para quem vive com dor persistente, o caminho raramente está em uma única solução.

Ele está na combinação entre investigação correta, tratamento bem indicado e mudanças sustentáveis no estilo de vida.

Cuidar da dor também é aprender a cuidar do corpo antes que ele precise “gritar”.

Dra. Lígia Toledo
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15/06/2026

Por que a dor piora no frio?

Quando a temperatura cai, muitas pessoas percebem aumento da dor na coluna, nos joelhos, nos ombros, nas mãos ou em outras articulações.

Isso pode acontecer porque, nos dias frios, é comum o corpo f**ar mais contraído, os músculos mais tensos e a movimentação diminuir. E quanto menos movimento, maior pode ser a sensação de rigidez e desconforto.

Algumas medidas simples podem ajudar:

Mantenha-se em movimento ao longo do dia.

Use roupas adequadas para aquecer o corpo.

Aproveite o calor do banho morno ou da bolsa térmica.

Cuide da qualidade do sono.

E, principalmente, não abandone a atividade física no inverno.

Mas atenção: sentir mais dor no frio não deve ser tratado como algo “normal” quando isso começa a limitar sua rotina.

Se a dor volta todo inverno, piora com frequência, impede você de se movimentar ou já faz parte do seu dia a dia, ela merece investigação.

Dor persistente não deve ser normalizada.

Entender a causa é o primeiro passo para recuperar qualidade de vida.

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Dra. Lígia Toledo
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Você já percebeu que, depois de alguns minutos em contato com a natureza, o corpo parece respirar diferente?Isso não é a...
14/06/2026

Você já percebeu que, depois de alguns minutos em contato com a natureza, o corpo parece respirar diferente?

Isso não é apenas impressão.

O chamado banho de natureza, também conhecido como "Shinrin-yoku", é uma prática japonesa que propõe uma imersão intencional em ambientes naturais — não para fazer exercício intenso, mas para desacelerar, observar, respirar e permitir que o corpo saia do estado constante de alerta.

Na Medicina da Dor, entendemos que a dor não é apenas uma resposta física. Ela envolve o corpo, o sistema nervoso, as emoções, o sono, o estresse e o estilo de vida.

Por isso, práticas simples de regulação podem fazer parte de um cuidado mais amplo.

Estar em contato com a natureza não substitui diagnóstico, acompanhamento médico ou tratamento adequado. Mas pode ser uma ferramenta complementar para quem precisa reconectar o corpo com estados de mais calma e segurança.

Tratar dor é compreender o que mantém o corpo em sofrimento. E construir, passo a passo, um caminho de reequilíbrio.

Compartilhe este post com quem precisa se lembrar de desacelerar.

Dra. Lígia Toledo
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13/06/2026

Hérnia de disco sempre precisa de cirurgia?

Não. Mas em alguns casos, a cirurgia pode, sim, ser a melhor opção.

Hoje, além das cirurgias tradicionais, existem técnicas menos invasivas para alguns tipos de hérnia, como as discectomias percutâneas.

Mas a decisão não deve ser baseada apenas no laudo da ressonância.

É preciso avaliar:

a localização da hérnia,

se existe compressão de raiz nervosa,

se há dor irradiada, formigamento,

perda de força,

há quanto tempo os sintomas existem

e como isso está afetando sua vida.

Na Medicina da Dor, o tratamento começa com uma avaliação precisa para entender qual é o melhor caminho para cada caso.

Às vezes, o caminho é conservador.

Às vezes, envolve procedimentos intervencionistas.

E, em alguns casos, a cirurgia é necessária.

O mais importante é não decidir sozinho, nem adiar uma avaliação quando há sinais de alerta.

Se você tem hérnia de disco e quer entender qual tratamento faz sentido para o seu caso, me envie uma mensagem.

Dra. Lígia Toledo
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Jundiaí, SP
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