Dr. Carlos Henrique Costa

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Dr. Carlos Henrique Costa Médico cardiologista e do trabalho (CRM 78451), com formação em terapia cognitivo-comportamental. Atendo em Jundiaí-SP e em Campo Limpo Paulista-SP

05/10/2026

Uma taça de vinho no fim do dia, pra “desligar” — parece inofensivo, e na hora realmente traz relaxamento. O que poucos percebem é o que vem depois.

O álcool tem efeito depressor no sistema nervoso na hora do consumo. Mas horas depois, quando o corpo processa e elimina essa substância, o efeito rebote costuma ser um aumento da ansiedade — muitas vezes maior do que a pessoa sentia antes de beber.

É um padrão que se repete sem que a pessoa conecte os dois momentos: bebe à noite pra relaxar, acorda mais ansiosa no dia seguinte, e volta a beber pra aliviar essa ansiedade nova.

Se você bebe com frequência pra relaxar, repare como f**a seu nível de ansiedade no dia seguinte, não só na hora da bebida.

Se você já notou esse padrão, me conta nos comentários.

04/10/2026

Doutor, o cigarro me acalma! Será?

O cigarro me acalma.” Ouço isso com frequência de pacientes fumantes, e faz sentido — na hora, existe alívio real.

O problema é que esse alívio é curto e enganoso. A nicotina cria dependência, e quando falta, gera sintomas parecidos com ansiedade: inquietação, irritação, dificuldade de concentração. Fumar “resolve” isso momentaneamente porque o sintoma foi causado, em parte, pela própria falta de nicotina.

É um ciclo que se alimenta sozinho: fuma pra aliviar, e o alívio vem só porque o corpo estava sentindo falta do próprio cigarro.

Se você fuma pra “acalmar” a ansiedade, repare quanto tempo dura esse alívio antes de a inquietação voltar.

Se isso descreve você ou alguém que você conhece, compartilha esse vídeo.

03/10/2026
01/10/2026

“Doutor, mas eu me sinto bem, como posso estar com colesterol alto?” Ouço essa pergunta com frequência, e ela faz todo sentido — não dói, não incomoda, não muda nada no dia a dia.

Mas colesterol alto não avisa. Ele só aparece no exame. O excesso vai se depositando devagar dentro das artérias, ao longo de anos, sem sintoma nenhum nesse processo. A pessoa só sente algo quando o depósito já formou uma obstrução relevante — e nesse ponto, o risco já cresceu bastante.

É por isso que o exame de rotina importa mais do que a sensação de estar bem.

Comenta aqui embaixo quando foi seu último exame de colesterol.

29/09/2026

A hipertensão raramente avisa antes de aparecer no exame. A pessoa se sente exatamente igual, com a pressão subindo por dentro, até o dia em que um exame de rotina mostra o número alterado.

Isso acontece porque as artérias não doem quando a pressão sobe aos poucos. O corpo se adapta em silêncio — e é essa adaptação que torna a hipertensão perigosa. Quando aparece um sintoma, o dano muitas vezes já começou em outro lugar, como nos rins ou nos olhos.

Medir a própria pressão de vez em quando, mesmo sem sentir nada, é a única forma real de saber onde você está.

Se você já mediu sua pressão nos últimos meses, comenta aqui embaixo.

27/09/2026

Quando a mente adoece, o coração sente. ❤️🧠

Nesta segunda-feira, dia 28 de setembro, às 18h, estarei ao vivo no YouTube no PodRecomeçar para conversar sobre a relação entre saúde mental e saúde cardiovascular.

Vamos falar sobre ansiedade, estresse, depressão e também sobre os impactos do álcool, tabaco e outras dr**as no coração e no cérebro.

Uma conversa sobre prevenção, cuidado e recomeços.

Espero você!

PodRecomeçar

24/09/2026

Sair de uma consulta se sentindo melhor, com exame em dia, e meses depois voltar no mesmo ponto de antes. A conclusão mais comum é achar que o tratamento não funcionou.

Geralmente não é isso. É que uma consulta isolada raramente sustenta uma melhora que precisa de continuidade.

Fatores de risco cardiovascular e ansiedade mudam com o tempo, junto com a vida da pessoa — estresse, rotina, hábitos. Um acompanhamento contínuo revê esse quadro periodicamente, ajustando o que for preciso antes que o problema volte a crescer.

A diferença não está na qualidade de uma consulta isolada. Está na continuidade entre elas.

Se você vive esse ciclo de ir e voltar, vamos conversar sobre um jeito diferente de cuidar disso.

23/09/2026

Mais disposição, mais massa muscular, menos gordura — os efeitos da testosterona que as pessoas sentem são reais. É por isso que ela virou tão procurada.

O problema não está em sentir esses efeitos. Está em usar sem ninguém acompanhar o coração enquanto isso acontece.

Testosterona sem indicação clínica adequada aumenta o risco cardiovascular — e isso aparece com frequência no consultório: pressão alta, alteração no ecocardiograma, colesterol elevado.

O risco, nesse caso, não avisa antes de aparecer. Ele só aparece no exame, quando já está instalado.

Se você usa ou pensa em usar, vale pedir, no mínimo, um ecocardiograma e um perfil lipídico antes de continuar.

Se você conhece alguém nessa situação, compartilha esse vídeo e me segue por aqui.

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Rua Giuseppe Franco, 231
Jundiaí, SP
13211440

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