Fonoaudióloga Isabella Bonzi

Fonoaudióloga Isabella Bonzi Atendimento fonoaudiológico particular, com foco na habilitação e reabilitação dos distúrbios Possui experiência nas áreas de Fala, Voz e Comunicação.

Fonoaudióloga formada pela Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP / EPM. Possui curso de Especialização em Voz pelo CEV e ampla experiência na área de Voz. É certif**ada pelo Método Lee Silvermann Voice Treatment – LSVT (2016).

Um bom atendimento não depende só da qualidade do serviço. Depende de como a qualidade chega até o outro.A forma como al...
25/05/2026

Um bom atendimento não depende só da qualidade do serviço. Depende de como a qualidade chega até o outro.

A forma como alguém é recebido, a maneira como uma dúvida é respondida, o tempo de escuta, a clareza de uma explicação, a atenção durante uma conversa… tudo isso comunica.

Porque, no fim, as pessoas nem sempre lembram exatamente do que foi dito, mas se lembram da sensação que ficou.

E essa percepção não acontece só em consultórios, clínicas ou na área da saúde. Ela acontece em qualquer lugar onde existem pessoas, relações e clientes.

Comunicação não é um detalhe do atendimento. É parte da experiência. E experiência boa gera confiança.

Você já teve uma experiência tão boa que quis voltar? O que fez diferença?

21/05/2026

Você já conheceu alguém e pensou:

“Essa pessoa parece MUITO inteligente.”

Às vezes ela realmente domina o assunto. Mas, em muitos casos, existe outra coisa acontecendo: a forma como a mensagem chega.

Nosso cérebro faz julgamentos rápidos o tempo todo. E quando uma fala é organizada, clara e fácil de acompanhar, a tendência é associarmos isso a segurança, competência e inteligência.

Isso não signif**a que pessoas mais claras sejam mais inteligentes. Mas signif**a que a maneira como você organiza o pensamento pode mudar completamente a forma como será percebido.

Comunicação não muda quem você é.
Ela muda o quanto as pessoas conseguem acessar o que você sabe.

Agora quero saber:

Você já conheceu alguém extremamente inteligente… mas difícil de acompanhar quando falava? 👇

Agora me conta aqui… qual é o seu maior vício de linguagem? ⤵️
13/05/2026

Agora me conta aqui… qual é o seu maior vício de linguagem? ⤵️

Quando a fala vem sem nitidez, a comunicação f**a mais pesada para os dois lados.Quem fala sente que precisa repetir.  Q...
08/05/2026

Quando a fala vem sem nitidez, a comunicação f**a mais pesada para os dois lados.

Quem fala sente que precisa repetir.
Quem escuta sente que precisa fazer mais esforço para acompanhar.

Na prática, clareza depende de ritmo, articulação e da forma como a ideia é construída até o final da frase.

E é justamente aí que pequenos ajustes fazem diferença. Coloquei nesse carrossel algumas dicas que podem te ajudar.

Agora me conta! Em qual situação você percebe isso com mais frequência?

Dicção é uma preocupação constante na vida de quem fala em público. Quem acha que tem uma dicção ruim sua frio quando pr...
29/04/2026

Dicção é uma preocupação constante na vida de quem fala em público. Quem acha que tem uma dicção ruim sua frio quando precisa se expor e compartilhar suas ideias.

Na maioria das vezes, o que mais atrapalha a compreensão da fala é a combinação de:
velocidade alta, pouca articulação e palavras pouco definidas.

Pequenos ajustes já mudam muito:
diminuir um pouco a velocidade,
abrir mais a boca e falar todos os sons que a palavra tem.

Não é sobre falar devagar demais, como um robô. É sobre dar tempo e forma para os sons acontecerem.

Clareza também se treina.

A gente costuma achar que falar é algo automático.Mas, na prática, não é tão simples assim.Para conseguir se expressar, ...
13/04/2026

A gente costuma achar que falar é algo automático.
Mas, na prática, não é tão simples assim.

Para conseguir se expressar, o cérebro precisa organizar o pensamento, escolher palavras, planejar a frase, controlar a respiração, coordenar os movimentos da boca e ainda monitorar se o outro está entendendo.

Tudo isso acontece ao mesmo tempo, em poucos segundos.

Por isso, não é raro que a pessoa saiba exatamente o que quer dizer, mas na hora a fala não sai do jeito que ela gostaria.
Pode dar branco, pode acelerar demais, pode se perder no meio da frase… e isso não signif**a falta de conhecimento.

Muitas vezes é só o cérebro tentando lidar com muitas tarefas ao mesmo tempo.

No consultório, vejo com frequência pessoas que sempre acharam que tinham dificuldade para falar, quando na verdade nunca aprenderam a organizar a fala de forma eficiente.

Comunicação é uma habilidade que pode ser desenvolvida!

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26/03/2026

Você viu que o Instagram anunciou que vai priorizar ainda mais os vídeos?

O aumento desse formato não acontece só por preferência do público ou por estratégia das plataformas.
Existe uma resposta mais básica do cérebro a esse tipo de estímulo.

Quando som, imagem e expressão aparecem juntos, o cérebro precisa integrar mais informações, e isso costuma aumentar o nível de atenção.

A fala também carrega sinais sociais muito importantes.
Ritmo, pausas, variação de voz, microexpressões… tudo isso ajuda o cérebro a interpretar o que o outro quer dizer.
Não é só entender palavras, é entender a pessoa.

Outra coisa interessante é a sensação de presença.
Mesmo sabendo que é um vídeo, o cérebro responde de forma parecida com uma situação de conversa real, o que aumenta envolvimento, memória e tempo de atenção.

Para as plataformas, isso signif**a retenção.
Para a comunicação, signif**a impacto!

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09/03/2026

Você já reparou nisso?

Sempre tem aquela pessoa que quase não fala na conversa.
Mas quando ela começa, todo mundo presta atenção.

A sala f**a em silêncio.
Ninguém interrompe.
As pessoas realmente escutam.

E não é coincidência.

Na comunicação, quantidade não signif**a influência.
Na verdade, muitas vezes acontece o contrário.

Quando alguém fala o tempo todo, nosso cérebro começa a filtrar.
A atenção se dispersa.

Mas quando alguém fala com mais critério… cada fala ganha peso.

Autoridade na comunicação não vem de ocupar mais espaço.
Vem de como você entra na conversa.

Tem gente que fala muito e ainda assim não é ouvida.
E tem gente que fala pouco… e quando fala, muda o rumo da conversa.

Qual desses você acha que costuma ser?

Falar demais nem sempre é excesso de conteúdo.Muitas vezes é excesso de insegurança na própria mensagem.Existe uma difer...
23/02/2026

Falar demais nem sempre é excesso de conteúdo.
Muitas vezes é excesso de insegurança na própria mensagem.

Existe uma diferença entre ser claro e se justif**ar.
Ser claro é dizer o que precisa ser dito.
Se justif**ar é continuar falando porque você ainda não se sente totalmente firme no que disse.

Quando alguém está seguro do que está falando, a comunicação é simples. A pessoa diz o necessário… e para.

Mas quando essa segurança oscila, a fala começa a se alongar. A pessoa repete. Reformula. Acrescenta detalhes que talvez nem fossem necessários. Não porque não sabe o assunto — mas porque quer ter certeza de que ninguém vai interpretar errado.

Só que, socialmente, explicar demais pode passar a impressão de que você não está totalmente convicto. E autoridade não é sobre falar muito. É sobre sustentar o que foi dito.

Às vezes, o que enfraquece sua comunicação não é falta de conteúdo. É falta de limite na hora de encerrar a frase.

E talvez a pergunta mais importante seja: você consegue parar quando já está claro?

12/02/2026

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