Psicóloga Liliana Goulart

Psicóloga Liliana Goulart Estou em constantes atualizações. Então, em que posso te ajudar?

Essa página visa divulgar algumas reflexões cotidianas de nossos comportamentos fundamentados pela Psicologia, como também apresentar e divulgar um pouco do meu trabalho como Psicóloga. “TODA MUDANÇA COMEÇA COM A DECISÃO DE TENTAR”

Estar no lugar de poder ajudar o outro a fazer mudanças importantes para transformação por uma vida que valha a pena viver, me proporciona muito prazer... Então, for

talece a minha escolha por essa profissão: Ser Psicóloga. Tenho formação em Psicologia pelo Centro Universitário Newton Paiva e Cursos de Extensão Universitária, dentre eles: A clínica das psicoses: abordagem psicanalítica, realizado na Universidade Metodista de São Paulo; como também Diagnóstico Psicológico Infantil, Ludoterapia e Orientação de Pais, realizado no Ciclo CEAP em Belo Horizonte. Atuo em consultório particular no Bairro Estoril (na divisa com Bairro Buritis), na cidade de Belo Horizonte, realizando atendimentos psicoterápicos em parceria com meu cliente. Trabalho no aqui-agora, ou seja, no que emerge da fala e apresentação do cliente fomentando uma maior conscientização a respeito de si mesmo para que desenvolva seu potencial levando-o a um maior amadurecimento emocional responsabilizando-se assim por sua vida. Um dos objetivos centrais neste processo de terapia é mostrar ao cliente um caminho de maior autonomia e independência, baseando-se no auto suporte, contando com seus recursos internos e assim, abrir caminho para novas possibilidades levando-o à desfrutar da vida com mais satisfação!

31/12/2018
13/11/2018

Se você interessou pelo assunto, segue abaixo um texto mais explicativo sobre este tema...

Discursar sobre os relacionamentos conjugais é algo bastante instigante e desafiador, posto que cada casal caminha em direções diferentes para construção de sua união. Neste sentido, o maior entrave é de se falar da construção deste processo justamente pelo fato de que cada pessoa já vem para relação com uma vivência familiar e de campo, então trazem em sua bagagem recursos empregados na resolução de impasses vividos, situações mal resolvidas, claro que distintas.
Seguindo esse raciocínio, quando se unem, se deparam com a necessidade de criar um enredo para suas vidas. Quando conseguem seguir nesse processo, estão enfim criando o seu próprio campo vivencial, ou seja, o “nós” da relação, a fronteira da conjugalidade, desenvolvendo sua própria linguagem, funcionando em um novo estilo, acompanhando um ao outro. Com isso, em um estante surge um indivíduo com suas questões pessoais, únicas e em outro instante, aparecem o par com questões comuns da relação.
Quando o casal vive na repetição de recursos hora utilizados em momentos passados, f**a geralmente fadado a interromper a relação pelo fato do contato não está acontecendo de forma sadia, e mediante a esses eventos, a relação pode se estagnar e não favorecer para o crescimento das pessoas ali presentes e de seus respectivos relacionamentos. Vale ressaltar, que algumas dessas repetições são saudáveis para integrar a nova relação, mas quando a pessoa f**a presa a estas repetições, estabelece uma amarra que não lhe permite uma abertura para criar e vivenciar o novo. Dentro desse contexto de frustrações e insatisfações é que transcorre as diversas questões da vida a dois, e uma das saídas encontradas para tamponar esta dor é a infidelidade conjugal.
Exatamente neste contexto que a Psicologia da Gestalt-terapia pode entrar em cena, já que ela acredita no potencial humano, ou seja, que cada sujeito tem suas potencialidades e consequentemente age criativamente no meio que está inserido (campo indivíduo/meio), modif**a-o e dele obtém os recursos para transformar-se. Quando então, nós, psicólogos da Gestalt recebemos em nosso consultório casais que estão dispostos a compartilhar suas intimidades, entramos em ação primeiramente na acolhida a estas pessoas “machucadas”, observamos como acontece o processo dessa relação naquele dado momento e posteriormente começamos a intervir nesse sistema para que haja a transformação do mesmo, como também, de cada pessoa ali presente.
Destaco assim, que mesmo com a semelhança dos psicoterapeutas dessa abordagem em “beber da mesma fonte” (compartilhar dos conceitos, valores e premissas da Gestalt-terapia), há de se levar em conta, que cada terapeuta tem sua história de vida, suas percepções e sensibilidades que o tornam singular. Sendo assim, a condução da terapia depende em fundamental do terapeuta escolhido para traçar as transformações com o casal.
Há uma aposta da relação a dois por via da fidelidade, sendo assim discutimos sobre os preceitos do ajustamento criativo como instrumento terapêutico, tendo em vista as pessoas que passam pelo processo de traição conjugal, possam ajustar-se criativamente, tomando consciência da experiencia atual, ultrapassando fronteiras e quebrando antigos padrões em direção a novidade. Para que isso o ocorra, o terapeuta da Gestalt vai de encontro a promoção da forma que os pares lidam com seus sentimentos e emoções como forma de enfrentamento das situações adversas, como a traição com seu devido sofrimento psíquico e possibilitando que cada um, tomando consciência da sua experiência atual, seja protagonista da mudança e transformação tanto pessoal, como da relação.
Nessa direção, os estudos e trabalhos pesquisados (da autora) apontam para possibilidade de superação dessa experiência traumática, no papel de coadjuvante para proporcionar aos membros do casal, um amadurecimento, aprendizados, renovações, ao se permitirem o seu desabrochar tanto para si, como para a relação e como para mundo.
Então, acredito que como psicólogos, teríamos que manejar cada momento da sessão para que esses pares percebam entre si que seu processo pessoal (“eu”) e o processo conjugal (“nós”) são interdependentes e acima de tudo, são suscetíveis às mudanças, ou seja, as dificuldades e as mudanças/aprendizagens vivenciadas em um, irá refletir em ambos, mas, se há abertura do sujeito, acontece a mudança, e com isso o desenvolvimento pessoal e do casal possibilitando reinventar a vida conjugal.

Fonte: PINHEIRO; Liliana Goulart Gomes. A (IN) FIDELIDADE NA VIDA CONJUGAL NA PERSPECTIVA GESTÁLTICA. 2018, 40-f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização)- Faculdade UnYLeYa, Belo Horizonte, 2018.

04/10/2018

conjugal

20/09/2018

 -se!
16/09/2018

-se!

Lembre:se: Ninguém, sabe o que é ser você...
12/09/2018

Lembre:se: Ninguém, sabe o que é ser você...




Se você f**a sempre esperando para ver se as coisas vão mudar, se as pessoas que se relacionam vão mudar...Pouco prováve...
26/08/2018

Se você f**a sempre esperando para ver se as coisas vão mudar, se as pessoas que se relacionam vão mudar...
Pouco provável de acontecer...
Mas, pode ter certeza que se você mudar, consequentemente, sua vida mudará!
Que tal tentar?




Nem sempre conseguimos passar para outra pessoa o que pensamos ou sentimos, pois essa pessoa vai entender o “dito” atrav...
05/12/2017

Nem sempre conseguimos passar para outra pessoa o que pensamos ou sentimos, pois essa pessoa vai entender o “dito” através da sua forma única de ser, juntamente com toda sua experiência de vida!
Por isso, a importância de sempre cuidar para perceber se o objetivo da mensagem foi realmente alcançado.




Endereço

Rua Doutor Antônio Gonçalves De Faria, 1540, Sala 39/Lavras Shopping
Lavras, MG
37200000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:00 - 20:00
Terça-feira 07:00 - 20:00
Quarta-feira 07:00 - 20:00
Quinta-feira 07:00 - 20:00
Sexta-feira 07:00 - 17:00

Telefone

(31) 97592-1502

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Psicóloga Liliana Goulart posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Psicóloga Liliana Goulart:

Atalhos

Compartilhar

Categoria