Dan Psicologo

Dan Psicologo Psicólogo/Neuropsicólogo, Doutorando/UFF, Pedagogo, Mestre em, Avaliação Psicológica - CRP 06/112384

⊙ Psicólogo/Neuropsicólogo ❤🧠
⊙ Doutorando/ UFF
⊙ Mestre em Avaliação Psicológica
⊙ Pedagogo
⊙ Avaliação Neuropsicológica, Superdotação, TEA e TDAH
⊛ CRP 06/112384

Hoje, no Dia da Psicóloga e do Psicólogo, quero celebrar a profissão falando também sobre responsabilidade.Escolhi const...
27/08/2026

Hoje, no Dia da Psicóloga e do Psicólogo, quero celebrar a profissão falando também sobre responsabilidade.

Escolhi construir grande parte da minha trajetória na Avaliação Psicológica e na Neuropsicologia. E, ao longo desses anos, aprendi que avaliar nunca foi apenas aplicar te**es, calcular escores ou chegar a um diagnóstico. Uma boa avaliação exige método, conhecimento científico, raciocínio clínico, integração de diferentes fontes de informação e, sobretudo, compromisso ético com quem está diante de nós.

Um psicodiagnóstico mal conduzido pode produzir rótulos, direcionar intervenções inadequadas e atravessar por muito tempo a forma como uma pessoa, uma família ou até uma escola compreende determinada história. Por isso, reconhecer limites, formular hipóteses com cautela e saber quando ainda não temos uma resposta também fazem parte de uma Psicologia responsável.

Neste 27 de agosto, celebro os profissionais que compreendem o tamanho dessa responsabilidade e seguem estudando, questionando e aprimorando sua prática.

E quero ouvir também quem já esteve do outro lado: você já encontrou uma psicóloga ou um psicólogo que fez diferença na sua vida ou na vida da sua família? O que tornou esse profissional especial? Conte nos comentários ou marque essa pessoa aqui.

Na adolescência, a chamada “desmotivação” nem sempre significa falta de interesse, preguiça ou ausência de capacidade.Em...
27/08/2026

Na adolescência, a chamada “desmotivação” nem sempre significa falta de interesse, preguiça ou ausência de capacidade.

Em adolescentes com altas habilidades/superdotação, mudanças no engajamento podem estar relacionadas à baixa estimulação acadêmica, ausência de desafios compatíveis, dificuldades de pertencimento, perfeccionismo, sobrecarga emocional ou mesmo à coexistência de outras condições que precisam ser investigadas.

Por isso, quando um adolescente que antes demonstrava curiosidade e envolvimento começa a evitar tarefas, reduzir seu desempenho ou se afastar da escola, é importante olhar além do comportamento aparente. Antes de cobrar mais, precisamos compreender o que mudou e quais necessidades não estão sendo atendidas.

Você já percebeu uma mudança assim em algum adolescente com superdotação? Conte nos comentários ou compartilhe este post com alguém que precisa refletir sobre isso.

Precisa de ajuda para compreender melhor esse perfil e pensar em caminhos de avaliação e acompanhamento? Acesse o link na bio.

Na adolescência, a chamada “desmotivação” nem sempre significa falta de interesse, preguiça ou ausência de capacidade.Em...
27/08/2026

Na adolescência, a chamada “desmotivação” nem sempre significa falta de interesse, preguiça ou ausência de capacidade.

Em adolescentes com altas habilidades/superdotação, mudanças no engajamento podem estar relacionadas à baixa estimulação acadêmica, ausência de desafios compatíveis, dificuldades de pertencimento, perfeccionismo, sobrecarga emocional ou mesmo à coexistência de outras condições que precisam ser investigadas.

Por isso, quando um adolescente que antes demonstrava curiosidade e envolvimento começa a evitar tarefas, reduzir seu desempenho ou se afastar da escola, é importante olhar além do comportamento aparente. Antes de cobrar mais, precisamos compreender o que mudou e quais necessidades não estão sendo atendidas.

Você já percebeu uma mudança assim em algum adolescente com superdotação? Conte nos comentários ou compartilhe este post com alguém que precisa refletir sobre isso.

Precisa de ajuda para compreender melhor esse perfil e pensar em caminhos de avaliação e acompanhamento? Acesse o link na bio.

26/08/2026

Inteligência emocional na parentalidade vai muito além de “saber controlar as emoções”.

Quando falamos em neurodivergência, precisamos considerar também a co-regulação: crianças e adolescentes desenvolvem recursos para compreender, expressar e regular suas emoções a partir das relações, do ambiente e das experiências de segurança construídas com os adultos.

E isso torna a parentalidade muito mais complexa do que simplesmente estabelecer limites ou ensinar estratégias de autorregulação.

🎙️ Neste corte do ÚnicaMente Videocast, discuto essas relações e os desafios da inteligência emocional na parentalidade de crianças e adolescentes neurodivergentes.

O podcast tem episódios semanais e está disponível nas principais plataformas de áudio e vídeo e no meu canal do YouTube.

Como a co-regulação acontece na sua casa? Compartilhe sua experiência nos comentários e envie este vídeo para alguém que precisa participar dessa conversa.

Algumas falas parecem inofensivas, mas podem revelar expectativas equivocadas sobre o que significa ter altas habilidade...
24/08/2026

Algumas falas parecem inofensivas, mas podem revelar expectativas equivocadas sobre o que significa ter altas habilidades/superdotação.

Quando as altas habilidades/superdotação são tratadas como garantia de desempenho constante, facilidade em todas as áreas ou autonomia para lidar sozinho com qualquer desafio, deixamos de enxergar a pessoa em sua complexidade. Desenvolvimento cognitivo, emocional, social e acadêmico não acontece necessariamente no mesmo ritmo, e características individuais e contextuais importam.

Reconhecer as altas habilidades/superdotação também significa compreender necessidades, oferecer suporte adequado e abandonar expectativas construídas apenas a partir de estereótipos.

👉 Deslize o carrossel e depois participe: qual frase você acrescentaria a esse ranking? Quero ler nos comentários aquelas que vocês mais escutam por aí.

Demorei, resisti, observei… mas finalmente fiz minha primeira trend no Instagram. E, claro, tinha que ser sobre superdot...
22/08/2026

Demorei, resisti, observei… mas finalmente fiz minha primeira trend no Instagram.

E, claro, tinha que ser sobre superdotação.

Porque tem coisa que eu realmente acho chique e adoraria ver deixando de ser exceção para virar parte do básico.

Deslize o carrossel 👉 e me conte: qual deles você também acha chique?

E acrescenta o seu nos comentários. Quero ver até onde essa lista vai.

Tenho pensado cada vez mais sobre a ilusão do amanhã. A gente vive como se sempre houvesse tempo para uma conversa, um r...
22/08/2026

Tenho pensado cada vez mais sobre a ilusão do amanhã. A gente vive como se sempre houvesse tempo para uma conversa, um reencontro, um pedido de desculpas, um abraço mais demorado. Adiamos afetos enquanto gastamos energia com certezas, mágoas e discussões que, vistas de longe, talvez nem fossem tão importantes assim.

A vida tem me lembrado que presença não é detalhe. As pessoas que amamos não nos pertencem e nós também não permaneceremos para sempre na vida delas. Somos encontros por um tempo que ninguém sabe medir. Talvez por isso faça tanto sentido demonstrar enquanto é possível, estar inteiro enquanto estamos juntos e não esperar que a ausência nos ensine o valor de uma presença.

No fim, talvez viver bem tenha menos a ver com garantir o amanhã e mais com não desperdiçar o hoje. Dizer o que precisa ser dito. Abraçar quem importa. Perdoar algumas bobagens. Porque um dia haverá uma última conversa, um último encontro, uma última fotografia. E provavelmente nenhum de nós saberá que era a última vez.

Há um aspecto pouco discutido na superdotação infantil: o impacto das relações familiares sobre a construção de si.Desen...
19/08/2026

Há um aspecto pouco discutido na superdotação infantil: o impacto das relações familiares sobre a construção de si.

Desenvolvimento cognitivo avançado não significa desenvolvimento emocional igualmente antecipado. Uma criança pode elaborar perguntas complexas sobre os adultos, perceber contradições e interpretar nuances das relações e, ainda assim, precisar profundamente de cuidado, previsibilidade e mediação emocional.

Compreender muito não significa estar preparado para sustentar emocionalmente tudo aquilo que se compreende. Quando esperamos autonomia porque a criança “parece madura”, podemos colocar sobre ela demandas incompatíveis com sua etapa de desenvolvimento.

Na superdotação, cuidar também significa não confundir capacidade de análise com capacidade de enfrentamento.

Deslize o carrossel e entenda essa relação.

E você: já percebeu seu filho compreendendo situações para as quais ainda não tinha recursos emocionais para lidar?

Nem sempre o sofrimento de uma criança superdotada aparece quando ela não consegue. Às vezes, ele surge justamente quand...
17/08/2026

Nem sempre o sofrimento de uma criança superdotada aparece quando ela não consegue. Às vezes, ele surge justamente quando o ambiente exige pouco, repete demais ou não oferece complexidade compatível com aquilo que ela já consegue compreender e realizar.

Por outro lado, oferecer estímulos não significa preencher cada minuto com cursos, tarefas e atividades. Enriquecimento não é sobrecarga. O desenvolvimento saudável depende do equilíbrio entre desafio cognitivo, autonomia, descanso, vínculos e espaço para simplesmente ser criança.

O desafio está em não confundir potencial elevado com necessidade de desempenho permanente. Observe menos o quanto essa criança produz e mais como ela está vivendo aquilo que lhe é oferecido. Qual desses extremos você mais encontra: falta de desafio ou excesso de estímulos? Comente, salve e compartilhe. Para orientação especializada, acesse o link na bio.

17/08/2026

Tem gente que aprende cedo que é “demais”. Que ri demais, sente demais, pergunta demais, se entusiasma demais.

Então começa a diminuir. Fala menos, se controla mais, esconde partes de si para não incomodar.

E talvez essa história não seja só sobre você. Pode ser sobre seu filho, um aluno, alguém da sua família ou uma pessoa que você encontra todos os dias.

Porque diminuir para caber não garante pertencimento. Muitas vezes, apenas ensina alguém a esconder quem é para ser aceito.

Vale pensar:

Quanto de nós aprendemos a esconder?
E quanto, mesmo sem perceber, podemos estar ensinando os outros a esconder também?

🤍 Se essa reflexão chegou até você, compartilhe com alguém.

🎙️ Já ouviu o episódio completo do videocast UnicaMente? A conversa continua por lá. Acesse pelo link na bio.

Endereço

Copa Cabana
Leme, RJ
21070-490

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