Dr. Alexandre Ribeiro

Dr. Alexandre Ribeiro Médico ortopedista, especialista em cirurgia do joelho e pós graduado em medicina esportiva. Perfo

Você foi ao ortopedista. Fez o exame. Tratou a lesão. E a dor continua.Ninguém perguntou como você está dormindo. O que ...
05/06/2026

Você foi ao ortopedista. Fez o exame. Tratou a lesão. E a dor continua.

Ninguém perguntou como você está dormindo. O que está acontecendo na sua vida. O quanto de estresse você carrega. Se você ainda acredita que vai melhorar.

Isso tem peso clínico — não é subjetividade.
Estresse, ansiedade e depressão amplificam a percepção da dor e a sua persistência.

Experiências e afetos influenciam diretamente como o sistema nervoso processa os sinais de dor.

E quando esse pilar é ignorado no tratamento, qualquer melhora física acaba sendo limitada pelo que não foi investigado.

É por isso que os fatores emocionais são um dos 8 pilares do Método DOMER. Na avaliação, converso sobre rotina, trabalho, sono, treinos — e sobre o que a pessoa está disposta a ajustar.

Porque as ações precisam ser muito mais ativas do que passivas.

O tratamento é interdisciplinar: fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos — porque nenhum plano de dor crônica se sustenta sem considerar a pessoa inteira.

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Dr. Alexandre Ribeiro
Ortopedista | Especialista em Dor Crônica
Criador do Método DOMER — Dor Osteomuscular, Metabolismo e Regeneração
CRM/SP 117998 | RQE 70238

Você fez ressonância. A hérnia está lá. Tratou a hérnia. A dor continua.Isso tem explicação.Quando a dor persiste por ma...
03/06/2026

Você fez ressonância. A hérnia está lá. Tratou a hérnia. A dor continua.

Isso tem explicação.

Quando a dor persiste por mais de 3 meses, o sistema nervoso se altera. Ele aprende a amplificar os sinais de dor — e passa a gerá-la mesmo sem estímulo ativo na região da lesão original. Isso se chama sensibilização central.

E é o motivo pelo qual o exame de imagem pode mostrar uma alteração que não é a causa da dor, e a causa real pode não aparecer em lugar nenhum.

Dor a partir de 7 dias não é normal. Passou de 3 meses, ela não é mais a mesma dor — ela altera circuitos de processamento e pede uma abordagem diferente.

Esse tipo de dor não responde bem a tratamentos isolados que miram só a estrutura.

Ela pede consistência, acompanhamento contínuo, metas verificáveis — e atenção aos fatores que mantêm o sistema nervoso em estado de alerta: sono, emoções, metabolismo, hábitos.

Antes de tratar, é preciso entender.
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Dr. Alexandre Ribeiro
Ortopedista | Especialista em Dor Crônica
Criador do Método DOMER — Dor Osteomuscular, Metabolismo e Regeneração
CRM/SP 117998 | RQE 70238

Você fez o tratamento. Melhorou. Voltou a dor. Fez de novo. Melhorou um pouco. Voltou.Esse ciclo não é azar — e não é fa...
01/06/2026

Você fez o tratamento. Melhorou. Voltou a dor. Fez de novo. Melhorou um pouco. Voltou.

Esse ciclo não é azar — e não é falta de esforço.

Quando a dor persiste por mais de 3 meses, ela muda de natureza. Altera circuitos de processamento do sistema nervoso.

Passa a existir de forma independente da lesão original — porque existe a central da dor. E qualquer tratamento que ignore esse mecanismo vai produzir melhoras que não duram.

Mas há outros fatores. Sono, dieta, metabolismo, emoções — tudo que sustenta a inflamação por dentro e que raramente entra no plano.

Hábitos que precisam mudar de verdade, não só durante as sessões.

O que diferencia um plano que funciona é a continuidade. Diagnóstico reconstruído do zero. Metas funcionais verificáveis. Revisões periódicas que ajustam o caminho.

E um pacto honesto sobre o que a pessoa está disposta a sustentar no cotidiano.

Porque sem esse pacto, o ganho não se mantém.

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Ortopedista | Especialista em Dor Crônica
Criador do Método DOMER — Dor Osteomuscular, Metabolismo e Regeneração
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Você fez tomografia. Fez ressonância. Recebeu o laudo, ouviu o diagnóstico — e mesmo assim não entende por que ainda est...
29/05/2026

Você fez tomografia. Fez ressonância. Recebeu o laudo, ouviu o diagnóstico — e mesmo assim não entende por que ainda está com dor.

Existe uma razão para isso.

Na maior parte das vezes, o diagnóstico da dor crônica de coluna é feito com exame clínico e história clínica — não com imagem.

Uma hérnia no exame pode não ser a causa real da dor. E a causa real muitas vezes não aparece em nenhum laudo.

É por isso que os tratamentos convencionais baseados apenas em imagem geralmente não têm resultado duradouro.

O foco no meu trabalho com coluna é a dor crônica não cirúrgica: analgesia guiada por ultrassom para aliviar os picos de dor e abrir espaço para a reabilitação avançar.

Depois, progressão cuidadosa para recuperar mobilidade e autonomia — com ajustes de sono, dieta e hábitos quando necessário, porque esses fatores sustentam a inflamação por dentro.

E com equipe. Fisioterapeutas, nutricionistas e psicólogos — porque sozinho, nenhum tratamento se sustenta.

A métrica não é um número. É sentar e levantar sem sobressalto. É subir escadas sem medo. É caminhar sem receio de uma recaída.

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Quando você chega a uma consulta de dor crônica, normalmente tem 15 minutos. Sai com uma receita. E volta na mesma dor.A...
25/05/2026

Quando você chega a uma consulta de dor crônica, normalmente tem 15 minutos. Sai com uma receita. E volta na mesma dor.

A consulta no Método DOMER funciona diferente.

São 40 a 60 minutos — tempo para entender quem é a pessoa que chegou até mim. Sua rotina, seu trabalho, como você dorme, o que você já tentou, o que melhorou, o que não mudou.

Mais exame físico completo, revisão de exames anteriores, termografia para mapear pontos de inflamação e, quando indicado, bloqueios teste guiados por ultrassom para identificar com precisão a origem da dor.

Tudo isso antes de qualquer tratamento.

O diagnóstico é reconstruído do zero — não a partir de um exame de imagem isolado, mas a partir do exame clínico e da história clínica. Porque esses são os diagnósticos que a imagem não mostra e que fazem os tratamentos convencionais falharem.

Ao final, combinamos um plano de no mínimo 3 meses com metas funcionais reais e verificáveis.

Porque dor crônica pede acompanhamento contínuo — não uma sessão isolada.

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Dor crônica não é só uma questão de músculo ou osso.É também uma questão de como você dorme. Do que você come. De como o...
22/05/2026

Dor crônica não é só uma questão de músculo ou osso.

É também uma questão de como você dorme. Do que você come. De como o seu metabolismo funciona. Do que você carrega emocionalmente. Da sua postura. Do seu estilo de vida. Da sua genética. E do seu senso de propósito.

Esses são os 8 pilares do Método DOMER — e foi entendendo que a dor envolve todas essas dimensões ao mesmo tempo que passei a ter resultados que os tratamentos convencionais não conseguiam alcançar.

A maioria das abordagens trata a lesão. O Método DOMER trata a pessoa.

Isso muda tudo: o diagnóstico é mais preciso, o plano é mais personalizado e a melhora tem muito mais chance de durar — porque não ignora os fatores que, na maioria das vezes, são exatamente os que estão sustentando a dor.

Se você já tentou fisioterapia, remédio, infiltração e nenhum resultado durou, provavelmente algum desses 8 pilares ainda não foi investigado.

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Você já tentou fisioterapia. Já fez infiltração. Já tomou anti-inflamatório. Já fez "choquinho". E a dor no cotovelo con...
20/05/2026

Você já tentou fisioterapia. Já fez infiltração. Já tomou anti-inflamatório. Já fez "choquinho". E a dor no cotovelo continua.

Não é falta de tratamento. Pode ser falta do diagnóstico certo.

A epicondilite lateral — o famoso "cotovelo de tenista" — é um dos diagnósticos mais dados para dor nessa região. Mas na maioria dos pacientes que chegam até mim, o problema não é, ou não é só, epicondilite.

Existem condições como a síndrome do interósseo posterior e a síndrome do interósseo anterior que causam exatamente os mesmos sintomas: dor no cotovelo, irradiação para o antebraço e perda de força nas mãos. Cada uma delas pede uma abordagem completamente diferente.

O detalhe que muda tudo: esses diagnósticos não aparecem no exame de imagem. Só são identificados com exame clínico detalhado e histórico bem investigado.

É por isso que até o PRP — que é uma excelente estratégia — muitas vezes não resolve. Não porque a técnica seja errada, mas porque está sendo aplicada no diagnóstico errado.

Se você convive com dor no cotovelo há mais de 3 meses e nenhum tratamento funcionou, o problema pode estar uma etapa antes do tratamento.

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Você não está exagerando. A dor que você sente é real.Mas tem uma diferença importante entre uma dor que vai passar e um...
18/05/2026

Você não está exagerando. A dor que você sente é real.

Mas tem uma diferença importante entre uma dor que vai passar e uma dor que já mudou de natureza.

Quando a dor persiste por mais de 3 meses, o sistema nervoso começa a processá-la de forma diferente. Ela deixa de ser um sinal de alerta e passa a existir de forma independente — mesmo quando a lesão original já foi tratada. Isso se chama sensibilização central, e é o motivo pelo qual tantas pessoas fazem tratamento após tratamento sem resultado duradouro.

Neste carrossel, listei 5 sinais de que a sua dor pode já ter cruzado essa fronteira. Se você se identificou com dois ou mais, seu corpo está pedindo uma avaliação mais aprofundada — não mais uma sessão isolada ou mais um remédio.

Dor crônica não é fraqueza. Não é frescura. Não é "coisa da idade".

É uma condição que tem causa, tem diagnóstico e tem tratamento — quando abordada da forma certa.

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Você não está exagerando. A dor que você sente é real — e merece ser levada a sério.Talvez você já tenha tentado fisiote...
05/05/2026

Você não está exagerando. A dor que você sente é real — e merece ser levada a sério.

Talvez você já tenha tentado fisioterapia, remédio, repouso. Talvez já tenha ouvido que "é a idade" ou que "vai passar". E mesmo assim, ela continua.

Isso acontece porque dor que persiste por mais de 3 meses muda de natureza. Ela deixa de ser só uma questão física e passa a envolver o sistema nervoso, o metabolismo, as emoções, os hábitos — a vida inteira.

É por isso que criei o Método DOMER — Dor Osteomuscular, Metabolismo e Regeneração.

Não para tratar um exame. Para entender quem é a pessoa que chegou até mim, como ela dorme, o que come, o que sente — e então, juntos, construir um caminho real de volta à funcionalidade.

Sem promessas impossíveis. Sem atalhos. Com método, escuta e ciência.

Se você convive com dor e ainda não encontrou uma resposta que faça sentido, talvez seja hora de reconstruir o diagnóstico do zero.

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**Dr. Alexandre Ribeiro**
Ortopedista | Especialista em Dor Crônica
Criador do Método DOMER
CRM/SP 117998 | RQE 70238

Você não travou.Você só se acostumou a limitar.Faz tudo…mas nunca 100%.Sempre tem um cuidado,um medo, um ajuste.E com o ...
27/04/2026

Você não travou.
Você só se acostumou a limitar.

Faz tudo…
mas nunca 100%.

Sempre tem um cuidado,
um medo, um ajuste.

E com o tempo
isso vira normal.

Mas não é.

Dor constante não é rotina.
É sinal.

Manda isso pra quem vive no “quase”.

📍 Dr. Alexandre Ribeiro
Ortopedista | Especialista em Dor Crônica
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