Juliana Prado - Psicóloga

Juliana Prado - Psicóloga Por que procurar um psicólogo? Provavelmente esta pessoa já recorreu à ajuda de familiares, amigos, colegas, sem sucesso. Não sabe o que fazer, quem procurar.

Psicóloga Clinica - Lençóis Pta/SP
JULIANA PRADO
Psicóloga CRP 06/115223
WhatsApp 14 998555515
Av Ubirama 301, Sala 2

Atende PARTICULAR
Atende Unimed e Bradesco Saúde Ao identificar algumas sensações, como uma sensação de mal estar, inadequação, tristeza, medos, ansiedade, aprisionamento e irritação não passageiras, que se estendem por meses ou anos, é importante saber que existe tratamento adequ

ado. Sente-se sem saída, impotente e frágil, frente a algo que não consegue compreender em si mesma. Aí vem a pergunta: “- Mas que profissional procurar? Um Psicólogo? Um Psiquiatra? Um Psicanalista? E as diferentes formas de terapia que existem? “
O Psicólogo: é o profissional que trata de questões emocionais, comportamentais, situacionais, buscando soluções e mudanças de comportamentos. Busca aliviar o sofrimento interno, esclarecer situações, melhorar a autoestima. O Psicanalista: é o profissional com formação teórica e técnica específica em Psicanálise: ciência desenvolvida por Sigmund Freud. Busca na investigação das manifestações inconscientes, resolução de conflitos que causam perturbações na vida da pessoa, a aprisionam e impedem seu crescimento psíquico.
É um trabalho de nível mais profundo, eliminando resistências e possibilitando que a pessoa chegue a um autoconhecimento expressivo. O Psiquiatra: médico especializado em tratar das doenças e transtornos mentais, que necessitem o uso de medicamentos e/ou internações. A sugestão é a de que, inicialmente, se pesquise um pouco sobre as áreas de atuação desses profissionais, pergunte, explore, marque uma entrevista ( consulta ) para um primeiro contato. Tanto a psicologia, quanto a psicanálise, além de tratarem os problemas descritos neste site ou em outros, funcionam como facilitadoras no enfrentamento de crises e dificuldades em diferentes fases da vida, como: adolescência, casamento, chegada do primeiro filho, saída dos filhos de casa, separações, perdas, convivência com doenças físicas ou mentais dentro da família, mudanças de cidade, estado ou de país, menopausa, acompanhamento de doenças crônicas e cirurgias de risco, envelhecimento, seja com psicoterapia individual, de casal, sexual, familiar ou do envelhecimento ( terceira Idade). O que é a Psicoterapia Psicanalítica? A psicoterapia psicanalítica é uma técnica terapêutica criada e desenvolvida a partir da Psicanálise, constituída por Sigmund Freud como uma teoria do funcionamento psíquico. Esta técnica promove no Cliente a aprendizagem do pensar livremente sobre os problemas que manifesta, tanto ao nível do seu mal-estar interior como nas questões difíceis de resolver da vida quotidiana, sem (pré) conceitos pessoais ou constrangimentos sociais. No espaço terapêutico não existem juízos de valor ou condenações, permitindo-se que o Cliente fale livremente sobre as suas questões, sem prévia escolha de assunto nem censura de qualquer tema, não ocorrendo qualquer censura ou orientação do terapeuta nesse sentido; a função do terapeuta é interpretar o discurso do paciente, ou seja, propor novos sentidos e novas leituras para o mesmo. A relação entre Psicoterapeuta e Cliente é confidencial e pode continuar por meses ou mesmo anos. Os objetivos da Psicoterapia Psicanalítica são sobretudo a obtenção de maior compreensão interior, o enriquecimento pessoal dum ponto de vista afetivo e cognitivo dos conflitos que o assaltam e em que o próprio encontrará, em conjunto com terapeuta, soluções e novos modos, mais positivos, de se relacionar consigo e com os outros. NUNES, P. S.; O que é a Psicoterapia Psicanalítica, 2012

Talvez a terapia não tenha falhado. Talvez aquela experiência não tenha encontrado você no momento, na abordagem ou no v...
30/07/2026

Talvez a terapia não tenha falhado. Talvez aquela experiência não tenha encontrado você no momento, na abordagem ou no vínculo que precisava.
Terapia não é uma fórmula pronta e também não acontece em um único encontro. É um processo que exige tempo, vínculo, confiança e disponibilidade para olhar para aquilo que, muitas vezes, preferimos não enxergar.
Às vezes, esperamos que uma sessão resolva uma dor que foi construída ao longo de anos. Mas o sofrimento psíquico não se transforma apenas quando falamos sobre ele — transforma-se quando começamos a compreender seus sentidos, reconhecer nossos padrões e construir novas possibilidades.
Não é sobre “funcionar” ou “não funcionar”. É sobre processo.
E talvez você não precise desistir da terapia. Talvez precise se permitir vivenciá-la de outra maneira.
Cuidar da mente também é aprender a escutar aquilo que você passou tanto tempo tentando silenciar.

Juliana Prado | Psicóloga • Psicanalista

“Há uma diferença importante entre dizer ‘está fora do meu controle’ e reconhecer que ‘está fora do meu controle’.Na pri...
29/07/2026

“Há uma diferença importante entre dizer ‘está fora do meu controle’ e reconhecer que ‘está fora do meu controle’.
Na primeira frase, muitas vezes existe desespero, resistência e uma tentativa de controlar o que escapa. É a angústia diante da impossibilidade.
Na segunda, não há desistência. Há elaboração.
A psicanálise nos ensina que o sofrimento frequentemente nasce da insistência em dominar aquilo que não depende de nós: o desejo do outro, o passado, as perdas, as escolhas alheias.
Quando aceitamos os limites do nosso controle, deixamos de investir energia no impossível e podemos direcioná-la para aquilo que realmente nos pertence: nossas escolhas, nossos afetos, nossa forma de responder à realidade.
Aceitar não é concordar.
Aceitar não é se conformar.
Aceitar é reconhecer os limites daquilo que podemos transformar.
E, paradoxalmente, é justamente nesse reconhecimento que encontramos mais liberdade psíquica.”
A pergunta talvez não seja: “Como faço para controlar isso?”
Mas: “O que essa situação desperta em mim e o que posso fazer com isso?”

Há momentos em que a vida continua acontecendo por fora, enquanto, por dentro, sentimos que nos distanciamos de quem éra...
22/07/2026

Há momentos em que a vida continua acontecendo por fora, enquanto, por dentro, sentimos que nos distanciamos de quem éramos.
Nem sempre isso significa fraqueza. Às vezes, é apenas o resultado de anos sobrevivendo, atendendo expectativas, silenciando necessidades e adiando a si mesmo.
A boa notícia é que aquilo que parece perdido pode, aos poucos, ser reencontrado. Na terapia, esse caminho não é sobre voltar a ser quem você era, mas sobre descobrir quem você pode ser a partir da sua história.
Você tem conseguido se reconhecer na pessoa que vê hoje no espelho? 🤍

CuidadoEmocional JulianaPradoPsicóloga

Uma entrevista de emprego começa antes da primeira pergunta.Ao longo da minha trajetória em Recursos Humanos, percebi qu...
15/07/2026

Uma entrevista de emprego começa antes da primeira pergunta.
Ao longo da minha trajetória em Recursos Humanos, percebi que muitos candidatos acreditam que serão avaliados apenas pelas respostas que dão. Na prática, a comunicação começa no momento em que você entra na empresa.
Sua postura, pontualidade, forma de ouvir, respeito e interesse pela oportunidade comunicam muito sobre quem você é profissionalmente.
Algumas orientações que fazem diferença:
✔️ Pesquise sobre a empresa e a vaga antes da entrevista.
✔️ Vista-se de forma alinhada à cultura da organização.
✔️ Demonstre interesse por meio de perguntas pertinentes.
✔️ Responda com sinceridade, valorizando suas experiências e aprendizados.
✔️ Mantenha uma comunicação clara, escute atentamente e evite interromper o entrevistador.
✔️ Ao final, agradeça pela oportunidade e reforce seu interesse pela vaga.
Lembre-se: nenhum candidato precisa ser perfeito. O que realmente se destaca é a autenticidade, a preparação e a disposição para aprender.
Como Psicóloga e Consultora de RH, acredito que uma entrevista não deve ser um momento de medo, mas uma oportunidade para construir conexões e apresentar sua trajetória de forma estratégica.
💬 Na sua opinião, qual é o maior desafio enfrentado pelos candidatos durante uma entrevista de emprego?

Vivemos um tempo em que a velocidade das redes sociais muitas vezes vale mais do que a profundidade. Em busca de alcance...
10/07/2026

Vivemos um tempo em que a velocidade das redes sociais muitas vezes vale mais do que a profundidade. Em busca de alcance, curtidas e validação, é fácil cair na tentação de transformar temas complexos da saúde mental em frases prontas, diagnósticos rápidos e soluções instantâneas.
Mas a Psicologia não se sustenta em modismos. Ela se sustenta na ética, na escuta e na ciência.
Promover saúde mental exige responsabilidade. Exige reconhecer que cada sujeito possui uma história única, que não cabe em vídeos de poucos segundos ou em fórmulas universais.
Ser competente não é falar mais alto, seguir todas as tendências ou produzir o conteúdo mais viral. É sustentar uma prática comprometida com o conhecimento científico, com os princípios éticos da profissão e, principalmente, com o cuidado genuíno com quem nos procura.
Prefiro construir confiança do que alimentar superficialidades. Porque, quando falamos de saúde mental, o compromisso deve ser sempre com as pessoas, e nunca apenas com o algoritmo.

💚 A ética pode não viralizar. Mas ela continua sendo o caminho mais seguro para cuidar de vidas.

O sofrimento não desaparece porque a realidade muda, mas porque a relação do sujeito com aquilo que o faz sofrer pode se...
09/07/2026

O sofrimento não desaparece porque a realidade muda, mas porque a relação do sujeito com aquilo que o faz sofrer pode se transformar. Os conflitos continuam existindo, as perdas ainda doem e as incertezas permanecem. O que muda é que eles deixam de ocupar todo o espaço psíquico. Quando aquilo que antes era apenas angústia encontra palavras, passa a existir também a possibilidade de elaboração. A terapia não apaga a dor, mas amplia o espaço interno para que a vida não seja definida apenas por ela. Aos poucos, o sujeito deixa de ser capturado pelo sintoma e recupera a capacidade de desejar, criar e viver para além do sofrimento.

“Comigo, não!”Desde ontem, duas palavras ficaram ecoando na minha mente: “Comigo, não!”Mais do que uma frase dita em um ...
08/07/2026

“Comigo, não!”

Desde ontem, duas palavras ficaram ecoando na minha mente: “Comigo, não!”
Mais do que uma frase dita em um momento de tensão, ela pode ser entendida como uma posição subjetiva diante da vida.
Depois que Neymar converteu o pênalti, mesmo após as tentativas de desestabilização, ficou uma reflexão que vai além do futebol.
Ao longo da vida, encontraremos pessoas, situações e experiências que tocarão nossas inseguranças, nossos medos e nossas feridas. Nem sempre o que nos paralisa vem de fora. Muitas vezes, o maior adversário é a voz interna que diz: “você não é capaz”, “vai dar errado”, “você não é suficiente”.
Na psicanálise, compreendemos que essa voz é construída ao longo da nossa história. Ela nasce dos encontros, das perdas, das críticas e das marcas que carregamos. Quando não reconhecida, passa a conduzir nossas escolhas de forma silenciosa.
Dizer “Comigo, não!” não significa negar o medo ou fingir que ele não existe. Significa não permitir que ele ocupe o lugar de quem decide a sua vida.
É reconhecer a própria vulnerabilidade e, ainda assim, sustentar o desejo. É compreender que coragem não é ausência de angústia, mas a capacidade de seguir apesar dela.
Talvez o maior desafio não seja vencer o adversário que está à nossa frente, mas aquele que habita dentro de nós.
E, quando esse diálogo interno tentar convencê-lo de que você não consegue, talvez seja o momento de responder, com firmeza e consciência:
“Comigo, não.”
🤍 A transformação começa quando deixamos de acreditar em tudo o que nossa voz crítica diz sobre nós e passamos a escutar, com mais cuidado, aquilo que realmente desejamos.

Terapia não é para todo mundo.E não estou falando de dinheiro.Estou falando da disposição de encarar a si mesmo.Essa fra...
08/07/2026

Terapia não é para todo mundo.
E não estou falando de dinheiro.
Estou falando da disposição de encarar a si mesmo.
Essa frase pode parecer dura à primeira vista, mas ela não pretende excluir ninguém. Também não significa que algumas pessoas mereçam cuidado e outras não.
O que ela nos convida a refletir é que a psicoterapia vai além do desejo de aliviar o sofrimento. Ela exige disponibilidade para olhar para dentro, questionar certezas, reconhecer padrões e, muitas vezes, entrar em contato com partes de nós que passamos anos tentando evitar.
Nem sempre estamos prontos para isso. E tudo bem.
Existem momentos em que nossa própria mente nos protege daquilo que ainda não conseguimos elaborar. Respeitar esse tempo também faz parte do processo.
A terapia não exige perfeição. Não exige que você tenha todas as respostas. Ela pede apenas uma abertura genuína para se escutar, ainda que isso desperte desconfortos.
Na perspectiva psicanalítica, transformar-se não é deixar de sentir dor. É compreender o sentido que ela ocupa na própria história. É construir, pouco a pouco, novas formas de existir, de se relacionar e de viver.
A verdadeira mudança acontece quando deixamos de buscar culpados para o nosso sofrimento e aceitamos ocupar um lugar ativo na nossa própria trajetória.
A terapia começa quando existe o desejo de conhecer a si mesmo. E esse desejo, como todo processo humano, tem o seu tempo.

🤍 Você acredita que existe um momento certo para iniciar a terapia? Compartilhe sua reflexão nos comentários.

A terapia não é sobre o terapeuta. É sobre quem chega para ser escutado.Na Psicologia, aprendemos técnicas, teorias e di...
06/07/2026

A terapia não é sobre o terapeuta. É sobre quem chega para ser escutado.
Na Psicologia, aprendemos técnicas, teorias e diferentes formas de compreender o sofrimento humano. Com o tempo, porém, também podemos carregar uma cobrança silenciosa: a de sempre saber o que dizer, de encontrar a intervenção perfeita, de aliviar a dor do outro.
Mas a clínica nos ensina outra coisa.
A escuta não acontece quando estamos ocupados em “acertar”. Ela acontece quando conseguimos sustentar a presença, suportar o não saber e oferecer um espaço em que o sujeito possa, aos poucos, encontrar suas próprias palavras.
Na perspectiva psicanalítica, o terapeuta não ocupa o lugar de quem resolve a vida do paciente. Ocupa o lugar de quem escuta, acolhe e possibilita que algo da verdade daquele sujeito possa emergir.
Nem toda sessão precisa trazer respostas.
Às vezes, o maior trabalho acontece justamente quando deixamos de querer entregar soluções e passamos a sustentar o encontro.
Porque a terapia nunca é sobre mostrar o quanto o psicólogo sabe.
É sobre criar condições para que o paciente possa, no seu tempo, descobrir algo novo sobre si mesmo.

🤍 Escutar também é uma forma de cuidado.

Juliana Prado | Psicóloga CRP 06/115223

A derrota faz parte do jogo. A forma como a enfrentamos faz parte da nossa história.Nem toda perda é um fracasso. Alguma...
06/07/2026

A derrota faz parte do jogo. A forma como a enfrentamos faz parte da nossa história.
Nem toda perda é um fracasso. Algumas derrotas nos confrontam com limites, expectativas e frustrações que preferíamos não sentir. Mas é justamente nesse encontro com o que nos falta que também encontramos a possibilidade de crescer.
Na perspectiva psicanalítica, frustrar-se não é apenas sofrer por aquilo que não aconteceu. É aprender que nem tudo estará sob nosso controle — e que amadurecer também é sustentar essa realidade sem perder a capacidade de seguir em frente.
O apito final encerra uma partida, não uma trajetória.
Que possamos transformar a frustração em reflexão, a dor em aprendizado e a derrota em um capítulo, nunca no ponto final da nossa história.
💚 Cuidar da saúde emocional também é aprender a atravessar as perdas sem perder a si mesmo.

Resiliência Autoconhecimento DesenvolvimentoHumano JulianaPradoPsicóloga CRP06115223

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Lençóis, SP
18680000

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Terça-feira 13:00 - 18:00
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