07/10/2022
É preciso compreender as bases fisiológicas para o uso dos canabino1des no autismo.
Vários estudos analisaram as tendências de prescrição a partir de sintomas que comumente ocorrem no autismo e as evidências para apoiar essa prática.
“Quando começamos a estudar e pesquisar sobre cannabis para fins medicinais, vimos que é uma alternativa importante para esses pacientes quando os outros medicamentos não funcionam”, afirma Sandra Carrillo, médica especializada na aplicação dos canabinoides na prática clínica e professora encarregada do programa científico de cannabis medicinal da Faculdade de Medicina da Universidade do Panamá.
Conforme a médica, que é uma das experts da Certificação em Medicina Endocanabinoide da Sativa Global Education, o envolvimento do Sistema Endocanabinoide no autismo provém da observação do uso empírico do extrato de cannabis em crianças autistas, estudos observacionais e com animais experimentais.
“Estudos de neuroimagens em seres humanos revelaram associações entre polimorfismos nos genes que codificam os receptores CB1 e a capacidade de resposta a recompensas sociais, sugerindo que as alterações nos receptores CB1 podem contribuir para deficiências no processamento de recompensa social associadas ao TEA”.
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