Dra. Tati Perini - Psiquiatria

Dra. Tati Perini - Psiquiatria Página dedicada à levar informações de qualidade, sobre a Medicina e Psiquiatria.

Feliz dia dos pais
09/08/2026

Feliz dia dos pais

“Eu sou uma pessoa difícil."Essa é uma frase que muitas pessoas repetem quando, na verdade, estão convivendo com um sofr...
05/08/2026

“Eu sou uma pessoa difícil."
Essa é uma frase que muitas pessoas repetem quando, na verdade, estão convivendo com um sofrimento emocional que nunca foi compreendido.

Passar da tranquilidade para a irritação em poucos minutos, sentir vontade de chorar sem entender o motivo, perder o interesse pelas coisas de repente ou se sentir emocionalmente esgotado não é, necessariamente, uma característica da sua personalidade. Em alguns casos, esses podem ser sinais de que a sua saúde mental está precisando de atenção.

O estresse constante, a ansiedade, traumas, sobrecarga emocional, noites mal dormidas e até alterações hormonais podem influenciar diretamente a forma como você sente e reage às situações do dia a dia.

O sinal de alerta aparece quando essas mudanças de humor se tornam frequentes, intensas e começam a prejudicar sua vida: discussões por impulso, dificuldade para manter relacionamentos, queda no rendimento profissional, isolamento ou a sensação de que você já não consegue controlar as próprias emoções.

A boa notícia é que isso tem tratamento. Na psicoterapia, você aprende a reconhecer os gatilhos das suas emoções, compreender a origem dessas oscilações e desenvolver recursos para lidar com elas de maneira mais saudável.

Nem tudo o que você sente precisa ser carregado sozinho. Às vezes, o seu humor não está "descontrolado". Ele apenas está tentando comunicar uma dor que ficou em silêncio por tempo demais.
Dra. Tati Perini
👩🏻‍⚕️Médica | Psiquiatria
CRM/SP 130.217
✍️🏻(On-line e Presencial)

Sentir culpa é uma experiência humana e, em alguns momentos, ela pode ser importante para nos ajudar a reconhecer erros,...
03/08/2026

Sentir culpa é uma experiência humana e, em alguns momentos, ela pode ser importante para nos ajudar a reconhecer erros, reparar atitudes e amadurecer. O problema começa quando a culpa deixa de ser um sinal passageiro e se transforma em um peso constante.

Muitas pessoas carregam a culpa por não corresponder às expectativas dos outros, por acreditar que deveriam ter feito mais, ou até por situações que estavam completamente fora do seu controle. Com o tempo, esse sentimento pode alimentar ansiedade, tristeza, baixa autoestima e uma autocrítica tão intensa que impede a pessoa de seguir em frente.
Na clínica, é comum perceber que, por trás do sofrimento emocional, existe alguém que se cobra excessivamente, se perdoa pouco e vive revivendo o passado. Mas permanecer preso à culpa não muda o que aconteceu; apenas prolonga a dor.

Aprender a diferenciar responsabilidade de culpa é um passo essencial para a saúde mental. Assumir nossos erros quando necessário é saudável. No entanto, se condenar continuamente não promove crescimento, apenas aumenta o sofrimento.

Se você sente que a culpa faz parte da sua rotina e interfere na sua qualidade de vida, saiba que isso pode ser trabalhado em psicoterapia. Com acolhimento e autoconhecimento, é possível ressignificar experiências, desenvolver autocompaixão e construir uma relação mais saudável consigo mesmo.

Lembre-se: você não precisa carregar sozinho o peso de tudo o que aconteceu. Cuidar da sua saúde emocional também é um ato de coragem.
Dra. Tati Perini
👩🏻‍⚕️Médica | Psiquiatria
CRM/SP 130.217
✍️🏻(On-line e Presencial)

Muita gente acredita que procurar um psiquiatra significa "estar louco" ou que o tratamento se resume a tomar remédios. ...
28/07/2026

Muita gente acredita que procurar um psiquiatra significa "estar louco" ou que o tratamento se resume a tomar remédios. A realidade é muito diferente.

O tratamento psiquiátrico começa pela escuta. Antes de qualquer diagnóstico, o médico busca compreender sua história, seus sintomas, seu estilo de vida e o impacto que o sofrimento emocional tem causado na sua rotina.

Outro ponto que quase ninguém comenta é que a medicação, quando necessária, não muda quem você é. O objetivo não é apagar emoções ou transformar sua personalidade, mas reduzir sintomas que impedem você de viver com equilíbrio, como ansiedade intensa, depressão, crises de pânico, insônia ou alterações de humor.

Também é importante saber que nem todo paciente precisará usar medicamentos por toda a vida. Em muitos casos, eles fazem parte de um plano terapêutico temporário, acompanhado de mudanças de hábitos e psicoterapia, sempre com reavaliações periódicas.

O tratamento psiquiátrico não é um sinal de fraqueza. É um cuidado com a saúde do cérebro e da mente, da mesma forma que procuramos um cardiologista para cuidar do coração. Buscar ajuda no momento certo pode evitar o agravamento dos sintomas e devolver qualidade de vida, autonomia e bem-estar.

Cuidar da saúde mental não é desistir de ser forte. É escolher viver melhor.
Dra. Tati Perini
👩🏻‍⚕️Médica | Psiquiatria
CRM/SP 130.217
✍️🏻(On-line e Presencial)

Dizer “sim” para tudo, evitar conflitos e colocar sempre as necessidades dos outros acima das suas pode até parecer um g...
15/07/2026

Dizer “sim” para tudo, evitar conflitos e colocar sempre as necessidades dos outros acima das suas pode até parecer um gesto de gentileza. Mas, quando isso se torna um padrão, o custo para a saúde mental pode ser alto.

Muitas pessoas vivem tentando agradar por medo da rejeição, da culpa ou de decepcionar alguém. Com o tempo, deixam de ouvir os próprios desejos, acumulam frustrações, ansiedade e um profundo cansaço emocional.

Estabelecer limites não é egoísmo. É uma forma de preservar sua saúde, sua autoestima e seus relacionamentos. Afinal, quem gosta de você de verdade também precisa respeitar os seus "nãos".

Cuidar da saúde mental também significa aprender que você não precisa carregar o peso de atender às expectativas de todos. Você merece viver uma vida em que suas necessidades também tenham espaço.
Dra. Tati Perini
👩🏻‍⚕️Médica | Psiquiatria
CRM/SP 130.217
✍️🏻(On-line e Presencial)

O abuso sexual não termina quando o ato acontece. Para muitas vítimas, as consequências permanecem por anos e, em alguns...
13/07/2026

O abuso sexual não termina quando o ato acontece. Para muitas vítimas, as consequências permanecem por anos e, em alguns casos, por toda a vida. São marcas invisíveis que afetam emoções, relacionamentos, autoestima, confiança e a forma como a pessoa enxerga a si mesma e o mundo.
Cada vítima reage de maneira diferente. Algumas desenvolvem medo intenso, insegurança e dificuldades para confiar nas pessoas. Outras podem apresentar comportamentos de risco, isolamento social ou dificuldades em estabelecer vínculos afetivos saudáveis.
CONSEQUÊNCIAS QUE PODEM SURGIR A CURTO PRAZO
🔹 Físicas: alterações no sono, pesadelos frequentes, mudanças nos hábitos alimentares e sintomas físicos sem causa aparente.
🔹 Emocionais: medo constante, ansiedade, tristeza profunda, culpa, vergonha, baixa autoestima e sensação de estar "quebrado" ou "sujo".
🔹 Comportamentais: queda no rendimento escolar ou profissional, irritabilidade, automutilação, uso de álcool e dr**as e comportamentos impulsivos.
🔹 Sociais: retraimento, dificuldade para fazer amizades e perda da confiança nas pessoas.
🔹 Se***is: confusão sobre limites, sexualidade precoce ou dificuldades relacionadas à intimidade.
O PODER DO ACOLHIMENTO
Nenhuma vítima deveria carregar essa dor sozinha. O apoio da família, dos amigos e de pessoas de confiança pode fazer uma enorme diferença no processo de recuperação.
Além disso, o acompanhamento terapêutico é uma ferramenta fundamental para ajudar a ressignificar a experiência traumática, fortalecer a autoestima e reconstruir a sensação de segurança e autonomia.
Pedir ajuda não é sinal de fraqueza. É um passo de coragem em direção à cura.
Dra. Tati Perini
👩🏻‍⚕️Médica | Psiquiatria
CRM/SP 130.217
✍️🏻(On-line e Presencial)

Morar sozinho é o sonho de muitas pessoas. Mais liberdade, mais privacidade e a sensação de finalmente ter a própria vid...
11/07/2026

Morar sozinho é o sonho de muitas pessoas. Mais liberdade, mais privacidade e a sensação de finalmente ter a própria vida nas mãos. Mas será que o desejo de sair de casa vem acompanhado da maturidade necessária para lidar com tudo o que essa decisão exige?
A independência vai muito além de ter a chave do próprio apartamento. Ela envolve organização financeira, responsabilidade emocional, disciplina e a capacidade de enfrentar desafios sem depender constantemente do apoio dos pais.
Muitas vezes, a vontade de sair de casa nasce do desejo de escapar de regras e cobranças. Porém, quando as contas chegam, os imprevistos aparecem e as responsabilidades aumentam, a realidade pode ser bem diferente da imaginada.
✨ Antes de dar esse passo, reflita:
✔️ Tenho uma renda estável para me sustentar?
✔️ Sei administrar meus gastos mensais?
✔️ Estou emocionalmente preparado para lidar com a solidão e os desafios do dia a dia?
✔️ Tenho um plano para situações inesperadas?
Antes de sair de casa, lembre-se:
Faça um planejamento financeiro detalhado.
Crie uma reserva de emergência.
Converse com pessoas que já passaram por essa experiência.
Estabeleça metas e prazos realistas.
Tenha estratégias para lidar com imprevistos.
Sair da casa dos pais não é apenas mudar de endereço. É assumir o protagonismo da própria vida. E quanto melhor for o seu preparo, maiores serão as chances de viver essa fase com segurança, tranquilidade e crescimento pessoal. 💙
A verdadeira independência começa quando você está preparado para sustentar suas escolhas.
Dra. Tati Perini
👩🏻‍⚕️Médica | Psiquiatria
CRM/SP 130.217
✍️🏻(On-line e Presencial)

Sentir uma pontinha de nostalgia ao rever fotos antigas, ouvir uma música marcante ou lembrar de momentos especiais faz ...
09/07/2026

Sentir uma pontinha de nostalgia ao rever fotos antigas, ouvir uma música marcante ou lembrar de momentos especiais faz parte da experiência humana. Essas lembranças podem aquecer o coração e nos conectar à nossa história.
Mas quando o passado passa a ocupar espaço demais na sua vida, trazendo tristeza frequente, desânimo, sensação de vazio e dificuldade para enxergar possibilidades de felicidade no presente, é importante acender um sinal de atenção.
A melancolia deixa de ser apenas uma lembrança afetiva quando começa a interferir no seu bem-estar emocional, nos seus relacionamentos e na sua capacidade de aproveitar a vida como ela é hoje.
Como lidar com a melancolia?
Reconheça suas lembranças sem se aprisionar a elas. O passado pode ser uma fonte de aprendizado, mas não deve se transformar em moradia permanente.
Evite alimentar culpas por escolhas antigas ou comparar constantemente sua realidade atual com momentos idealizados. Muitas vezes, nossa memória seleciona apenas os melhores capítulos da história, criando uma versão irreal do que foi vivido.
Cultivar o presente, desenvolver novos projetos, fortalecer vínculos e buscar ajuda profissional quando necessário são passos fundamentais para construir uma vida emocionalmente mais saudável.

Falar em público é um dos medos mais comuns entre as pessoas, e isso não significa falta de inteligência, competência ou...
06/07/2026

Falar em público é um dos medos mais comuns entre as pessoas, e isso não significa falta de inteligência, competência ou preparo. Muitas vezes, o medo de se expor diante dos outros está relacionado ao receio de ser julgado, criticado ou cometer erros diante de uma audiência.
Esse medo pode ter diversas origens. Algumas pessoas tiveram experiências negativas no passado, como serem ridicularizadas ao falar em sala de aula ou em apresentações. Outras desenvolveram uma autocrítica excessiva, acreditando que precisam ser perfeitas para serem aceitas. Há ainda quem sofra com ansiedade social, sentindo intenso desconforto ao se tornar o centro das atenções.
Os sinais costumam incluir coração acelerado, mãos suando, tremores, falta de ar, voz trêmula e até sensação de “branco” na mente. Embora sejam desagradáveis, essas reações são respostas naturais do organismo diante de situações percebidas como ameaçadoras.
A boa notícia é que esse medo pode ser trabalhado. Uma das estratégias mais eficazes é a exposição gradual: começar falando para poucas pessoas, praticar apresentações em ambientes seguros e aumentar a complexidade aos poucos. Técnicas de respiração, preparação adequada do conteúdo e o desenvolvimento da autoconfiança também ajudam significativamente.
Além disso, é importante lembrar que o público geralmente não espera perfeição. As pessoas costumam valorizar mais a autenticidade e a clareza da mensagem do que uma apresentação impecável. Quando o medo começa a limitar oportunidades profissionais, acadêmicas ou pessoais, buscar apoio psicológico pode ser um passo importante para compreender suas causas e desenvolver ferramentas para enfrentá-lo.
Você não precisa eliminar completamente o nervosismo para falar bem em público. O objetivo é aprender a seguir em frente apesar dele.
Dra. Tati Perini
👩🏻‍⚕️Médica | Psiquiatria
CRM/SP 130.217
✍️🏻(On-line e Presencial)

Os transtornos alimentares vão muito além da preocupação com o peso ou da relação com a comida. Muitas vezes, eles são a...
26/06/2026

Os transtornos alimentares vão muito além da preocupação com o peso ou da relação com a comida. Muitas vezes, eles são a forma encontrada pelo sofrimento emocional para se manifestar quando as palavras já não conseguem expressar a dor.

Mudanças frequentes nos hábitos alimentares, episódios de compulsão, medo intenso de ganhar peso, restrições alimentares exageradas e uma preocupação constante com a aparência podem ser sinais de alerta que merecem atenção.

Condições como anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno da compulsão alimentar podem afetar pessoas de diferentes idades, trazendo impactos importantes para a saúde física, emocional e social.

Como psiquiatra, ressalto que esses transtornos não são falta de força de vontade, vaidade ou escolha pessoal. São doenças que exigem acolhimento, compreensão e tratamento especializado.

Quanto mais cedo o diagnóstico for realizado, maiores são as chances de recuperação e de reconstrução de uma relação saudável com a alimentação e consigo mesmo.

💙 Cuidar da saúde mental também é cuidar da forma como nos relacionamos com a comida.
Dra. Tati Perini
👩🏻‍⚕️Médica | Psiquiatria
CRM/SP 130.217
✍️🏻(On-line e Presencial)

Endereço

Rua Jose Garcia De Carvalho, 251
Lins, SP
16400-460

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 18:00
Terça-feira 08:00 - 18:00
Quarta-feira 08:00 - 18:00
Quinta-feira 08:00 - 18:00
Sexta-feira 08:00 - 18:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra. Tati Perini - Psiquiatria posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Dra. Tati Perini - Psiquiatria:

Compartilhar