18/06/2026
Prática clínica não pode ser guiada por preferência pessoal, tradição ou “o que sempre funcionou para mim”.
Quando a escolha da técnica não tem respaldo nas diretrizes, o problema não é só teórico: é o paciente que perde tempo de reabilitação, janela de recuperação e, em alguns casos, função que poderia ter sido recuperada.
As principais diretrizes internacionais de AVC (AHA/ASA, NICE, Canadian Stroke, ESO) já são claras sobre o que tem suporte de evidência e o que não tem. Ignorar isso em nome de “experiência clínica” não é tradição, é negligência disfarçada de expertise.
Ciência não é opcional. É o mínimo que devemos ao paciente que confia no nosso tratamento.
Você já viu isso acontecer na prática? Conta aqui nos comentários.