Dra. Elaine Keiko Fujisao - Neurologista

Dra. Elaine Keiko Fujisao - Neurologista Médica neurologista e neurofisiologista clínica especializada em epilepsia.

Uma crise pode durar poucos minutos. Mas o medo da próxima pode ocupar dias, meses e até anos.Para muitas pessoas com ep...
27/08/2026

Uma crise pode durar poucos minutos. Mas o medo da próxima pode ocupar dias, meses e até anos.

Para muitas pessoas com epilepsia, a imprevisibilidade interfere em decisões que parecem simples: dirigir, sair sozinha, trabalhar longe de casa, viajar, começar um relacionamento.

Aos poucos, a vida pode começar a ser organizada não em torno do que a pessoa deseja fazer, mas em torno do que ela teme que aconteça.

E existe ainda o peso do preconceito. O receio de passar por uma crise em público, ser julgada, filmada, perder oportunidades ou ser tratada como incapaz.

Por isso, cuidar da epilepsia não é apenas buscar o controle das crises. É também olhar para a saúde emocional, conversar sobre medos e trabalhar para que a pessoa preserve sua autonomia e sua qualidade de vida.

Epilepsia exige cuidado. Não exige que alguém deixe de viver.

Dra. Elaine Keiko Fujisao
CRM/PR 24.745
Neurologista (RQE 19.410) e Neurofisiologista (20.216)
📱Agendamentos: (43) 4141- 1334 ou WhatsApp para (43) 9 9959-0079

Para quem tem epilepsia, uma crise em público pode trazer um medo que vai além da própria crise: o medo de alguém pegar ...
25/08/2026

Para quem tem epilepsia, uma crise em público pode trazer um medo que vai além da própria crise: o medo de alguém pegar o celular e começar a filmar.

Em um momento de extrema vulnerabilidade, a pessoa precisa de proteção, cuidado e respeito. Não de uma câmera apontada para ela.

Filmar, compartilhar ou transformar uma crise epiléptica em “conteúdo” pode ampliar o constrangimento, reforçar o estigma e fazer com que muitos pacientes passem a evitar lugares, compromissos e até o convívio social pelo receio da exposição.

Se você presenciar uma crise, a prioridade é outra: proteja a pessoa de possíveis ferimentos, coloque-a de lado quando for possível e seguro, permaneça por perto e observe o tempo da crise. E, principalmente, guarde o celular.

A epilepsia já pode impor desafios suficientes. A falta de empatia não precisa ser mais um deles.

Compartilhe este post. Quanto mais pessoas souberem como agir, menos espaço haverá para o preconceito e para a exposição indevida.

Dra. Elaine Keiko Fujisao
CRM/PR 24.745
Neurologista (RQE 19.410) e Neurofisiologista (20.216)
📱Agendamentos: (43) 4141- 1334 ou WhatsApp para (43) 9 9959-0079

Quanto antes a epilepsia é diagnosticada, maiores são as possibilidades de iniciar o tratamento adequado, controlar as c...
20/08/2026

Quanto antes a epilepsia é diagnosticada, maiores são as possibilidades de iniciar o tratamento adequado, controlar as crises e reduzir riscos.

O problema é que nem sempre a epilepsia começa com uma crise evidente. Alguns sinais podem ser discretos, breves e facilmente confundidos com outras situações. E, enquanto o diagnóstico não acontece, as crises podem continuar se repetindo.

Por isso, reconhecer cedo o que está acontecendo faz diferença.

A investigação começa pela história clínica detalhada e inclui exames como o eletroencefalograma. Mas é importante lembrar: um EEG normal não exclui epilepsia. O diagnóstico depende, principalmente, da avaliação clínica e da interpretação correta dos episódios apresentados pelo paciente.

Diagnóstico precoce não significa apenas dar um nome ao que está acontecendo. Significa criar condições para tratar antes, reduzir a recorrência das crises e prevenir complicações.

Se existem episódios recorrentes que ainda não foram explicados, não espere que eles se tornem mais intensos para procurar avaliação.

Dra. Elaine Keiko Fujisao
CRM/PR 24.745
Neurologista (RQE 19.410) e Neurofisiologista (20.216)
📱Agendamentos: (43) 4141- 1334 ou WhatsApp para (43) 9 9959-0079

18/08/2026

Já aconteceu de chegar a hora do remédio e você simplesmente não lembrar se tomou ou não?

Uma forma prática de evitar essa dúvida é usar aquelas caixinhas organizadoras separadas por dia e horário. Assim, basta conferir o compartimento para saber se a dose foi tomada.

⚠️E aqui vai uma dica importante: em vez de retirar o medicamento do blister para colocá-lo na caixinha, recorte o blister mantendo cada comprimido protegido na embalagem original.

Os medicamentos podem sofrer alterações quando ficam expostos. Mantê-los no blister ajuda a preservar suas características até o momento do uso.

Organização também faz parte do tratamento. E pode evitar tanto o esquecimento quanto uma dose tomada em duplicidade.

Dra. Elaine Keiko Fujisao
CRM/PR 24.745
Neurologista (RQE 19.410) e Neurofisiologista (20.216)
📱Agendamentos: (43) 4141- 1334 ou WhatsApp para (43) 9 9959-0079

🧠 Nem toda crise longa é uma emergência grave, mas algumas exigem ação rápida antes que evoluam para algo mais sério.A L...
13/08/2026

🧠 Nem toda crise longa é uma emergência grave, mas algumas exigem ação rápida antes que evoluam para algo mais sério.

A Liga Internacional contra a Epilepsia (ILAE) apresentou uma definição que ajuda médicos e famílias a identificar o momento certo de agir.

⏱️ Quando a crise dura mais do que o habitual:
• Convulsiva ou de ausência: mais de 2 minutos e menos de 5 minutos
• Focal (parcial): mais de 5 minutos e menos de 10 minutos

Acima disso, já podemos estar diante de um estado de mal epiléptico (5 min para convulsivas e 10 para outras): uma emergência que precisa de medicação imediata de resgate.

💡 Reconhecer precocemente é fundamental.
Saber quando intervir pode evitar complicações e salvar vidas.

No exterior, já existem medicamentos de resgate prontos para uso (como sprays nasais). No Brasil, por enquanto, eles ainda não estão disponíveis em farmácias comuns, apenas via manipulação.

👉 Fique atenta(o) aos sinais e converse com sua/seu neurologista sobre o plano de ação ideal para você.


Dra. Elaine Keiko Fujisao
CRM/PR 24.745
Neurologista (RQE 19.410) e Neurofisiologista (20.216)
📱Agendamentos: (43) 4141-1334 ou WhatsApp para (43) 9 9959-0079

Conviver com a epilepsia também significa conviver com comentários, perguntas e julgamentos que, muitas vezes, vêm de qu...
11/08/2026

Conviver com a epilepsia também significa conviver com comentários, perguntas e julgamentos que, muitas vezes, vêm de quem não sabe muito sobre a doença.

E é justamente aí que entra a empatia.

Ser empático não significa ter a resposta perfeita. Significa ouvir antes de supor, respeitar antes de julgar e perguntar antes de decidir pelo outro o que ele pode ou não pode fazer.

Uma frase aparentemente inocente pode reforçar medo, insegurança ou preconceito. Da mesma forma, uma resposta acolhedora pode mostrar à pessoa com epilepsia que ela não precisa se justificar o tempo todo por causa do diagnóstico.

Na dúvida sobre o que dizer, comece pelo mais simples: escute. E, se quiser ajudar, pergunte como.

Compartilhe este post. Às vezes, mudar algumas palavras já é um bom começo para mudar a forma como enxergamos a epilepsia.

💜

Dra. Elaine Keiko Fujisao
CRM/PR 24.745
Neurologista (RQE 19.410) e Neurofisiologista (20.216)
📱Agendamentos: (43) 4141- 1334 ou WhatsApp para (43) 9 9959-0079

Conviver com a epilepsia não significa perder o controle da sua vida.Existem coisas que realmente fogem das suas mãos, m...
04/08/2026

Conviver com a epilepsia não significa perder o controle da sua vida.
Existem coisas que realmente fogem das suas mãos, mas existem outras que fazem toda a diferença no dia a dia e que dependem só de você.
Entender essa diferença é o primeiro passo pra viver com mais segurança, menos medo e mais autonomia.💜



Dra. Elaine Keiko Fujisao
CRM/PR 24.745
Neurologista (RQE 19.410) e Neurofisiologista (20.216)
📱 Agendamentos: (43) 4141-1334 ou WhatsApp (43) 9 9959-0079

Para conversar sobre esse tema de forma clara, prática e baseada em evidências, participarei como facilitadora de uma at...
31/07/2026

Para conversar sobre esse tema de forma clara, prática e baseada em evidências, participarei como facilitadora de uma atividade online promovida pela Dra. Lisete

📅 Data: 8 de agosto de 2026 (sábado)
🕒 Horário: das 15h às 17h30
💻 Formato: Online, pela plataforma Zoom
💰 Investimento: R$ 80,00

Pagamento via PIX
Chave PIX 04206639833

Após realizar o pagamento, envie o comprovante para o WhatsApp📲 (43) 99995-8313 para confirmar sua inscrição.

O link de acesso será enviado às participantes na manhã do dia 8/8. Para evitar imprevistos, recomendamos que o aplicativo do Zoom já esteja instalado em seu computador, tablet ou celular antes do encontro.

Inscrições pelo WhatsApp: 📲(43) 99995-8313

30/07/2026

A balada. O jogo. O cinema.
O flash de uma câmera na multidão.

Para quem tem epilepsia fotossensível, esses ambientes podem ser um gatilho.

*Fotoestimulação* é a exposição a luzes que piscam em determinadas frequências. Não é o brilho, é o ritmo da luz.

E a maioria das pessoas não sabe que tem essa sensibilidade até a primeira crise.

O que você pode fazer:

🎮 Nos jogos: ative as configurações de acessibilidade antes de começar. Muitos jogos modernos já têm opção para reduzir efeitos de flash.

📱 Nas redes: ative “Reduzir movimento” nas configurações de acessibilidade do seu celular. Funciona em qualquer plataforma.

🎬 Nas telas: sente mais longe. Nunca assista conteúdo estroboscópico no escuro.

🪩 Nas baladas: fique longe das fontes de luz direta. Avise um acompanhante antes de entrar.

Algumas plataformas de streaming já exibem avisos antes de conteúdos com efeito estroboscópico. Fique atento a esses alertas antes de reproduzir.

Existem também sites especializados que analisam filmes e séries e identificam cenas de risco para pessoas fotossensíveis. Vale pesquisar antes de assistir.

Conhecer o gatilho é a primeira forma de se proteger.
O mapeamento do que afeta cada paciente é individual. Converse com seu neurologista.

💾 Salva. Compartilha com quem precisa saber disso.



Dra. Elaine Keiko Fujisao
CRM/PR 24.745
Neurologista (RQE 19.410) e Neurofisiologista (20.216)
📱 Agendamentos: (43) 4141-1334 ou WhatsApp (43) 9 9959-0079

Endereço

Avenida Ayrton Senna Da Silva, 1055, Sala 1705
Londrina, PR
86050-460

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:00
Terça-feira 08:00 - 12:00
Quarta-feira 08:00 - 12:00
Quinta-feira 08:00 - 12:00
Sexta-feira 08:00 - 12:00

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dra. Elaine Keiko Fujisao - Neurologista posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Dra. Elaine Keiko Fujisao - Neurologista:

Atalhos

Compartilhar

Categoria