Ridão.terapias

Ridão.terapias Profº Jeferson Ridão
Mentor e Hipnólogo Clinico
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Sua mente corre para o “e se”… e o seu corpo paga o preço.Quando a ansiedade acelera, você não precisa discutir com todo...
02/08/2026

Sua mente corre para o “e se”… e o seu corpo paga o preço.

Quando a ansiedade acelera, você não precisa discutir com todos os pensamentos.

Você precisa voltar para o agora.
A técnica 3-2-1 é simples e poderosa:

3 coisas que você vê

2 sons que você ouve

1 sensação no corpo

Parece simples… e é exatamente por isso que funciona.
Porque quando você volta a perceber o ambiente, o cérebro começa a entender que nem todo alerta é perigo real.

Salva esse post para usar nos momentos em que a mente acelerar.

E me conta nos comentários: você já conhecia essa técnica?

Hoje aconteceu uma daquelas situações que nos lembram que a ansiedade nem sempre grita. Às vezes, ela apenas sussurra at...
30/07/2026

Hoje aconteceu uma daquelas situações que nos lembram que a ansiedade nem sempre grita. Às vezes, ela apenas sussurra através do corpo.

Eu estava na fila do supermercado quando percebi a moça do caixa.

Seus ombros estavam elevados.

A respiração parecia presa.

O rosto estava contraído.

Ela fazia pequenas pausas, como se o corpo estivesse tentando recuperar o ar.

A maioria das pessoas provavelmente pensaria:

"Ela deve estar cansada."

Mas o corpo dela contava outra história.

Perguntei com calma:

"Está tudo bem?"

Ela respirou fundo e respondeu:

"Achei que ia ter uma crise de pânico agora."

Então eu disse:

"Talvez seu corpo só tenha entrado em estado de alerta. Vamos fazer uma coisa juntos?"

Pedi que colocasse uma das mãos sobre o peito.

Que respirasse lenta e profundamente.

Depois, fizemos um pequeno alongamento no pescoço.

Mais uma respiração tranquila.

E então eu pedi para ela repetir baixinho:

"Eu reconheço a minha ansiedade... e também reconheço que, neste momento, está tudo bem. Eu estou segura."

Foi impressionante.

Em poucos instantes, seus ombros começaram a relaxar.

A respiração ficou mais leve.

A expressão do rosto mudou.

O corpo recebeu uma nova informação:

"O perigo passou."

Esse é um detalhe que poucas pessoas conhecem.

A ansiedade nem sempre começa na mente.

Muitas vezes, ela aparece primeiro no corpo.

Por isso, aprender a reconhecer esses pequenos sinais pode impedir que o estado de alerta aumente.

Às vezes, esperamos uma solução complicada.

Mas o sistema nervoso não responde à complexidade.

Ele responde à segurança.

E, muitas vezes, é justamente o simples que abre espaço para que o corpo volte a respirar, a mente volte a pensar com clareza e a vida

29/07/2026

Você pode ter o melhor relacionamento do mundo. Você pode receber carinho. Pode ser elogiado no trabalho. Pode ter oportunidades financeiras bem na sua frente.

Mesmo assim...

Se o seu sistema nervoso continua vivendo em estado de ameaça, ele não procura amor. Ele procura perigo.

É por isso que uma simples conversa parece uma discussão.

Um silêncio parece rejeição.

Uma mudança parece um desastre.

E uma oportunidade pode parecer um enorme risco.

A ansiedade não muda apenas como você se sente.

Ela muda aquilo que você consegue perceber.

Um sistema nervoso em alerta constante enxerga o mundo por uma única lente: "Onde está o perigo?"

Já um sistema nervoso regulado faz uma pergunta completamente diferente:

"Onde está a segurança?"

E essa pequena mudança transforma tudo.

Você passa a perceber oportunidades onde antes via obstáculos.

Consegue confiar mais nas pessoas.

Descansa sem culpa.

Ama sem estar sempre esperando ser machucado.

Trabalha com mais criatividade.

E toma decisões com mais clareza.

✨ Um sistema nervoso regulado não muda apenas como você se sente. Ele muda aquilo que você consegue viver.

Porque quando o corpo finalmente se sente seguro...

o cérebro deixa de lutar para sobreviver e volta a ter espaço para criar, amar, aprender e prosperar.

💬 Me conta nos comentários: qual área da sua vida você sente que a ansiedade mais limita hoje? Relacionamentos, trabalho, dinheiro ou autoestima?

Sua ansiedade é um alerta, que precisa da sua atenção.Um dia, quando era criança, você aprendeu que precisava agradar, a...
27/07/2026

Sua ansiedade é um alerta, que precisa da sua atenção.

Um dia, quando era criança, você aprendeu que precisava agradar, acertar ou esconder o que sentia para se sentir seguro.

Naquela época, isso ajudou você.

Hoje, o seu cérebro apenas continua repetindo esse aprendizado.

Por isso surgem a cobrança excessiva, o medo de decepcionar, a culpa por descansar e a sensação de que nunca é suficiente.

Mas existe uma boa notícia.

A ansiedade não é quem você é. Ela é um aprendizado.

E tudo o que foi aprendido também pode ser reaprendido.

Quando você entende de onde vêm as suas raízes, começa a construir uma forma mais leve e segura de viver.

💙 Qual dessas raízes mais conversa com a sua história? Escreva nos comentários. O primeiro passo para mudar é compreender.

26/07/2026

Desejo uma boa semana a todos

26/07/2026

A ansiedade aumenta o volume de tudo. 📢😂

Uma conversa vira julgamento.

Um erro vira desastre.

Uma entrevista vira final de campeonato.

Hoje baixa o volume.

Talvez a vida seja mais leve do que ela parece.

A ansiedade aumenta o volume de tudo. 📢😂Uma conversa vira julgamento.Um erro vira desastre.Uma entrevista vira final de ...
26/07/2026

A ansiedade aumenta o volume de tudo. 📢😂

Uma conversa vira julgamento.

Um erro vira desastre.

Uma entrevista vira final de campeonato.

Hoje baixa o volume. Tira as coisas do pedestal.

Apenas respire e aceite que você é um simples ser humano que está tentando fazer o melhor que pode.

Talvez você possa experimentar hoje a vida mais leve do que ela parece.

Vamos imaginar que o cérebro seja como um detetive que tenta adivinhar o que acontecerá a seguir.Ele observa o presente,...
26/07/2026

Vamos imaginar que o cérebro seja como um detetive que tenta adivinhar o que acontecerá a seguir.

Ele observa o presente, procura situações parecidas no passado e cria uma previsão:

> “Da última vez isso aconteceu e terminou mal. Então preciso me preparar.”

Essa capacidade é útil. Ela ajuda você a não repetir perigos. O problema aparece quando o cérebro usa um mapa antigo para interpretar uma situação nova.

1. O que é um modelo preditivo?

Um modelo preditivo é uma explicação que o cérebro constrói para prever o mundo.

Imagine uma criança que toca em uma panela quente. Ela sente dor e aprende:

> “Panelas quentes queimam.”

Na próxima vez, ela não precisa tocar novamente para ter cuidado. O cérebro prevê o perigo.

Agora pense em uma experiência emocional. Uma criança expressa tristeza, mas escuta:

> “Pare de chorar. Você está exagerando.”

Depois de isso acontecer várias vezes, ela pode aprender:

> “Demonstrar sentimentos faz as pessoas se afastarem.”

Esse aprendizado também vira uma previsão.

Na vida adulta, mesmo diante de alguém acolhedor, o cérebro pode dizer:

> “Não conte o que sente. Você será rejeitado.”

A pessoa não está necessariamente reagindo ao que está acontecendo. Ela está reagindo ao que seu cérebro prevê que acontecerá.

2. Como nascem as “máscaras”?

As máscaras são estratégias que ajudaram a pessoa a se sentir protegida.

Elas não são falsidade. São modos de sobrevivência.

A máscara do forte

A criança percebe que ninguém consegue ajudá-la e conclui:

> “Preciso aguentar tudo sozinho.”

Ela cresce e se torna a pessoa que:

nunca pede ajuda;

esconde o cansaço;

tenta resolver tudo;

sente vergonha ao demonstrar fragilidade.

Ser forte não é o problema. O problema é acreditar que ser forte é a única maneira segura de existir.

A máscara do perfeccionista

A criança recebe carinho quando acerta e críticas quando erra. Ela aprende:

> “Para ser amado, preciso fazer tudo perfeitamente.”

Na vida adulta, até uma tarefa simples vira uma prova de valor pessoal.

Um jantar entre amigos deveria ser agradável. Mas o perfeccionista pensa:

> “A comida precisa estar perfeita. A casa precisa estar impecável. Todos precisam gostar.”

Ele não consegue viver o encontro porque está ocupado tentando impedir um possível fracasso.

A máscara do cuidador

A criança percebe que o ambiente f**a mais tranquilo quando ela ajuda, agrada ou cuida dos outros. Então aprende:

> “Se eu for útil, serei amado e ninguém irá embora.”

Quando adulta, ela resolve os problemas de todos, mas sente culpa ao cuidar de si.

A máscara do controlador

A pessoa viveu situações imprevisíveis e concluiu:

> “Se eu prever tudo, nada ruim acontecerá.”

Então tenta controlar horários, pessoas, conversas e resultados.

O controle dá um alívio momentâneo, mas ensina ao cérebro que o mundo só é seguro quando tudo está sob vigilância.

3. Quando a estratégia vira identidade

No início, a máscara é algo que a pessoa faz.

Depois de repeti-la durante muitos anos, ela começa a acreditar que é aquilo.

A sequência costuma ser assim:

Algo doloroso acontece

O cérebro cria uma estratégia

A estratégia funciona por algum tempo

Ela é repetida muitas vezes

Vira um hábito automático

A pessoa conclui: “Eu sou assim”

O cuidador não diz:

> “Aprendi a cuidar para me sentir seguro.”

Ele diz:

> “Eu sou responsável por todo mundo.”

O perfeccionista não diz:

> “Aprendi a buscar perfeição para evitar críticas.”

Ele diz:

> “Eu simplesmente não consigo fazer algo pela metade.”

A estratégia passa a parecer personalidade.

4. O modelo preditivo funciona como um filtro

Imagine que você esteja usando óculos com lentes vermelhas. Tudo parecerá um pouco vermelho.

A realidade continua cheia de cores, mas seus óculos destacam apenas uma parte.

Os modelos preditivos fazem algo parecido. Eles selecionam o que você percebe, o que ignora e o signif**ado que dá aos acontecimentos.

Exemplo: mensagem sem resposta

Você envia uma mensagem e a pessoa demora duas horas para responder.

A realidade objetiva é:

> “Ainda não houve resposta.”

Mas cada modelo interpreta isso de uma forma.

O modelo da rejeição pensa:

> “Ela não gosta mais de mim.”

O cuidador pensa:

> “Será que fiz alguma coisa errada? Preciso resolver.”

O controlador pensa:

> “Preciso descobrir imediatamente o que aconteceu.”

Uma pessoa mais segura pensa:

> “Ela pode estar ocupada. Vou esperar.”

O acontecimento foi igual. O filtro mudou a experiência.

5. Como o filtro “poda” a realidade?

Podar signif**a cortar possibilidades.

Quando um modelo é muito rígido, ele não permite que a pessoa veja todas as opções disponíveis.

A máscara do forte enxerga duas possibilidades:

aguentar;

fracassar.

Mas existem outras:

pedir ajuda;

descansar;

dividir responsabilidades;

admitir que não sabe;

aceitar apoio.

O modelo rígido corta essas alternativas antes mesmo que a pessoa as considere.

O perfeccionista enxerga:

perfeito;

inútil.

Mas a realidade também contém:

bom o suficiente;

aprendizado;

tentativa;

diversão;

improviso;

descanso.

Por isso, o sofrimento não vem apenas da situação. Ele também vem das possibilidades que o filtro impede a pessoa de enxergar.

6. Como o modelo pode colaborar para produzir aquilo que teme?

Aqui é importante ter cuidado: pensamentos não criam magicamente todos os acontecimentos. Porém, nossas previsões mudam nossa atenção, nossas escolhas e nosso comportamento. Isso pode aumentar a chance de certos resultados.

Vamos ver alguns exemplos.

Medo de rejeição

A pessoa prevê:

> “As pessoas vão me abandonar.”

Por causa disso, f**a excessivamente desconfiada, cobra respostas, interpreta silêncios como rejeição e testa constantemente o relacionamento.

O outro começa a se sentir pressionado e se afasta.

Então a pessoa conclui:

> “Eu sabia que seria abandonada.”

O modelo não previu o futuro com perfeição. Ele influenciou comportamentos que ajudaram a criar o resultado temido.

Perfeccionismo

A pessoa acredita:

> “Se eu não fizer perfeitamente, vou fracassar.”

Ela demora demais, revisa tudo repetidamente e evita entregar o trabalho.

O prazo termina. O projeto não é entregue.

Então pensa:

> “Está vendo? Eu fracasso.”

Mas parte do fracasso foi produzida pela tentativa exagerada de evitá-lo.

Cuidador compulsivo

A pessoa acredita:

> “Se eu não cuidar de todos, ninguém precisará de mim.”

Ela faz tudo pelas outras pessoas e raramente permite que elas assumam responsabilidades.

Com o tempo, as pessoas se acostumam a receber, mas não aprendem a oferecer cuidado de volta.

O cuidador se sente sozinho e conclui:

> “Ninguém cuida de mim.”

Sem perceber, ele ajudou a construir relações desequilibradas.

Máscara do forte

A pessoa acredita:

> “Se eu mostrar fraqueza, perderei o respeito.”

Então nunca pede ajuda. Os outros supõem que ela está sempre bem e deixam de oferecer apoio.

Ela termina isolada e pensa:

> “Eu realmente só posso contar comigo.”

O modelo encontra provas porque o comportamento organizou o ambiente ao redor dele.

7. O exemplo da crise financeira

Imagine uma pessoa que, aos 12 anos, viu o pai falir aos 50. A família viveu medo, insegurança e mudanças dolorosas.

Anos depois, essa pessoa também chega aos 50. O país enfrenta uma crise e sua renda cai.

Mesmo tendo patrimônio, renda passiva e apoio familiar, seu cérebro identif**a semelhanças:

mesma idade;

crise econômica;

redução da renda;

lembrança da falência do pai.

O modelo preditivo conclui:

> “Isso já aconteceu antes. Prepare-se para perder tudo.”

O corpo responde como se o desastre já estivesse começando:

aperto no peito;

respiração curta;

insônia;

pensamentos repetitivos;

necessidade de controlar as finanças.

A realidade presente contém dificuldades, mas também contém recursos que não existiam no passado.

O modelo antigo destaca apenas os sinais de ameaça e quase apaga os sinais de segurança.

É como se o cérebro dissesse:

> “Não me importa que hoje existam outras condições. Essa história parece conhecida, então vou usar o final antigo.”

8. O que signif**a proteger a identidade?

A máscara não protege apenas contra um acontecimento. Ela protege uma ideia sobre quem a pessoa acredita que precisa ser.

O forte pensa:

> “Sem minha força, não sei quem sou.”

O cuidador pensa:

> “Sem ajudar, talvez eu não tenha valor.”

O perfeccionista pensa:

> “Se eu não me destacar, talvez ninguém me respeite.”

Por isso abandonar uma estratégia pode causar medo. Não parece apenas uma mudança de comportamento. Parece perder a própria identidade.

A pergunta deixa de ser:

> “Por que não consigo relaxar?”

E passa a ser:

> “Quem acredito que serei se não precisar mais desempenhar esse papel?”

9. Como flexibilizar o modelo?

O objetivo não é destruir as máscaras. Cada uma contém uma capacidade importante.

O forte possui coragem.

O cuidador possui empatia.

O perfeccionista possui atenção aos detalhes.

O controlador possui capacidade de planejamento.

O problema é quando essas capacidades comandam todas as situações.

Saúde emocional é conseguir escolher.

> “Agora preciso ser forte ou posso aceitar apoio?”

> “Esta tarefa realmente precisa ser perfeita ou pode ser apenas suficiente?”

> “Esta pessoa precisa do meu cuidado ou consegue cuidar de si?”

> “Existe algo que posso organizar ou estou tentando controlar o impossível?”

A liberdade aparece quando a pessoa possui várias respostas, não apenas uma.

10. Como o cérebro aprende um modelo novo?

O cérebro não muda apenas ouvindo uma frase bonita. Ele precisa viver experiências diferentes.

A pessoa que acredita que discordar causa abandono pode começar expressando uma pequena opinião diferente para alguém confiável.

Ela percebe:

> “Discordei, e o vínculo continuou.”

O cuidador pode recusar uma pequena tarefa.

Depois observa:

> “Eu disse não, e ninguém deixou de me amar.”

O perfeccionista pode entregar algo bom, mas não impecável.

Então descobre:

> “Não ficou perfeito, mas funcionou.”

Cada experiência envia uma nova informação ao cérebro:

> “O presente possui possibilidades que o passado não possuía.”

Pouco a pouco, o modelo antigo deixa de ser uma regra absoluta e se transforma em apenas uma das opções disponíveis.

A ideia principal

Podemos resumir tudo assim:

> O cérebro cria modelos para nos proteger. Quando esses modelos f**am rígidos, eles deixam de apenas interpretar a realidade e começam a limitar a realidade que conseguimos viver.

E a pergunta mais importante talvez seja:

> Estou respondendo ao que realmente está acontecendo agora ou ao final que meu cérebro aprendeu a prever no passado?

A transformação não signif**a apagar a história. Signif**a ensinar ao sistema nervoso que o presente não precisa continuar obedecendo ao roteiro do passado.

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24/07/2026

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