Dr. Marcos Antônio Dias

Dr. Marcos Antônio Dias Dr. Marcos Antônio Dias
Instituto de Neurociências de Londrina
PR - Brazil
Parkinson - Dor
43 3037-3557

29/07/2026

A escolha entre uma bateria recarregável e uma não recarregável vai muito além da duração da bateria. O mais importante é entender qual sistema atende melhor às necessidades de cada paciente e da sua família.

Durante a consulta, essa é uma etapa obrigatória da conversa. Avaliamos não apenas a doença, mas também a demanda energética do tratamento, a rotina, a capacidade de realizar as recargas e o suporte que o paciente terá ao longo dos anos. Em alguns casos, uma bateria não recarregável proporciona mais praticidade. Em outros, a bateria recarregável é a melhor indicação, especialmente quando a necessidade de energia é mais elevada.

Não existe uma resposta única para todos os pacientes. A decisão é construída de forma individualizada, considerando o cenário clínico, o contexto familiar e aquilo que oferecerá mais segurança e qualidade de vida no longo prazo.

Este é mais um trecho do vídeo completo disponível no YouTube, em que explico como avaliamos cada caso e por que a escolha da bateria faz parte de um planejamento cuidadoso, sempre voltado às necessidades de cada paciente.

27/07/2026

A escolha entre uma bateria recarregável e uma não recarregável não depende de qual tecnologia é mais moderna ou melhor. O fator mais importante é entender qual delas faz mais sentido para a realidade de cada paciente.

Além das características da doença, nós avaliamos a demanda energética do tratamento, a rotina do paciente e, principalmente, se ele terá condições de realizar as recargas de forma segura quando isso for necessário. Em alguns casos, uma bateria não recarregável proporciona mais tranquilidade. Em outros, a bateria recarregável é a melhor alternativa para garantir maior autonomia e evitar trocas frequentes do gerador.

É justamente por isso que essa decisão nunca deve ser tomada de forma padronizada. Cada indicação é individualizada e considera não apenas o tratamento, mas também o contexto em que aquele paciente vive.

Este é mais um trecho do vídeo completo já disponível no YouTube, em que explico as diferenças entre as baterias recarregáveis e não recarregáveis e os critérios que utilizamos para definir a melhor opção em cada caso.

22/07/2026

Clube da hipófise, equipe multidisciplinar de excelência - estudando, atualizando e benefícios os nossos pacientes. Londrina - PR - Brasil,

17/07/2026

A evolução das baterias acompanhou o avanço da própria Estimulação Cerebral Profunda. À medida que a terapia passou a exigir mais recursos e maior demanda energética em alguns pacientes, surgiram as baterias recarregáveis como uma solução para situações em que os modelos convencionais precisavam ser substituídos com muita frequência.

Neste reel, explico como essa tecnologia foi desenvolvida, por que o sistema de recarga por indução passou a ser utilizado e quais desafios faziam parte da rotina dos primeiros modelos recarregáveis.

Esse é mais um recorte do vídeo completo já disponível no YouTube, em que abordo a evolução das baterias do neuroestimulador, as diferenças entre os sistemas disponíveis atualmente e os critérios utilizados para indicar cada modelo aos pacientes.

10/07/2026

As baterias utilizadas na Estimulação Cerebral Profunda evoluíram muito desde o início dessa terapia. Os primeiros modelos eram maiores porque precisavam acomodar tanto uma célula de energia mais robusta quanto toda a tecnologia disponível naquela época.

Além da bateria propriamente dita, existe um pequeno computador instalado dentro do gerador. É ele quem recebe a programação realizada durante as consultas e controla toda a estimulação enviada aos eletrodos implantados no cérebro. A energia armazenada na bateria é então conduzida até esses eletrodos, de acordo com os parâmetros definidos para cada paciente.

Com o avanço da tecnologia e a evolução do conhecimento sobre a Estimulação Cerebral Profunda, as baterias também se tornaram mais modernas, compactas e capazes de oferecer recursos cada vez mais precisos para o tratamento.

No vídeo postado no meu canal, explico como essa evolução aconteceu e por que ela foi tão importante para tornar a terapia cada vez mais eficiente e personalizada.

18/06/2026

A cirurgia de Estimulação Cerebral Profunda para o tratamento do Parkinson pode representar uma mudança importante na qualidade de vida de pacientes bem selecionados.

Neste relato, o paciente compartilha como foi sua experiência após o implante de eletrodo cerebral, mostrando de forma real o impacto que o tratamento pode ter no controle de sintomas.

É importante lembrar que cada paciente responde de uma forma, e a indicação cirúrgica deve sempre ser feita após uma avaliação individualizada, com análise cuidadosa do quadro clínico, dos exames e da resposta aos medicamentos.

Informação ajuda pacientes e familiares a entenderem melhor as possibilidades de tratamento do Parkinson.

25/05/2026

Na sequência dos adenomas hipofisários funcionantes, existem tumores mais raros, como os tireotropinomas.

Esses adenomas produzem hormônios que estimulam a glândula tireoide. É importante lembrar que a hipófise exerce um papel central no controle da tireoide, regulando diretamente a sua atividade.

Quando há produção excessiva desse hormônio, o quadro clínico pode se assemelhar ao hipertireoidismo. O paciente pode apresentar perda de peso, aceleração dos batimentos cardíacos, sudorese e um estado geral de maior agitação metabólica.

Esse exemplo ajuda a entender um ponto fundamental: cada região da hipófise responsável pela produção de um hormônio pode, eventualmente, dar origem a um adenoma. Ou seja, diferentes perfis hormonais podem estar associados a diferentes tipos de tumores.

Outro aspecto importante é a natureza dessas lesões. Os adenomas hipofisários são tumores benignos e, até o momento, não há evidência de transformação desses adenomas em tumores malignos.

Esse entendimento é essencial para orientar o diagnóstico e o planejamento terapêutico de forma adequada e segura.

22/05/2026

Entre os adenomas hipofisários funcionantes, existe uma classe que produz hormônios relacionados ao corticoide.

No organismo humano, esse hormônio é o cortisol, produzido naturalmente e fundamental para diversas funções do corpo. O problema ocorre quando há um adenoma na hipófise que passa a produzir cortisol em excesso.

Diferente do uso externo de corticoides, aqui o excesso é gerado internamente, de forma contínua, o que pode levar a alterações clínicas importantes. Entre elas, destacam-se o aumento de peso, hipertensão, diabetes, fragilidade capilar, entre outras repercussões sistêmicas.

Esse conjunto de alterações caracteriza uma condição conhecida como doença de Cushing, descrita por Harvey Cushing. Trata-se de um quadro que exige diagnóstico preciso e acompanhamento adequado, devido ao seu potencial impacto na saúde do paciente.

Por isso, identificar precocemente esses sinais e compreender sua origem é fundamental para conduzir o tratamento de forma segura e individualizada.

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