Cris Pasqual Coach Criacional

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Cris Pasqual Coach Criacional Torne-se Livre e Confiante, em sua real identidade, através da Inteligência Sistêmica e Espiritual.

Em algum momento, você precisou crescer antes de estar pronta. Aprendeu a ser forte, a resolver tudo sozinha, a esconder...
12/10/2026

Em algum momento, você precisou crescer antes de estar pronta. Aprendeu a ser forte, a resolver tudo sozinha, a esconder o que sentia e a seguir em frente, mesmo quando só precisava de acolhimento.

Mas aquela menina ainda faz parte de você.

Ela pode aparecer no medo de decepcionar, na necessidade de aprovação, na dificuldade de dizer não ou na sensação de que precisa fazer tudo perfeitamente para merecer amor.

Cuidar da sua criança interior é olhar para a própria história com mais compreensão. É reconhecer o que faltou, acolher o que ainda dói e aprender a oferecer a si mesma o cuidado que talvez tenha precisado receber lá atrás.

Você não pode mudar o que viveu, mas pode transformar a forma como se relaciona com essa história.

A mulher que você se tornou também pode ser o lugar seguro que a menina que você foi precisava encontrar. 🤍

Comece se perguntando: o que aquela menina precisava ouvir e nunca ouviu?

Talvez essa seja uma boa conversa para começar hoje.

Você se desgasta tentando mostrar caminhos, apontar saídas, resolver o que nem foi pedido para ser resolvido. Mas a verd...
07/10/2026

Você se desgasta tentando mostrar caminhos, apontar saídas, resolver o que nem foi pedido para ser resolvido. Mas a verdade é que, se o outro estivesse realmente insatisfeito, ele já estaria buscando mudança.

Nem sempre a dor que você enxerga no outro dói para ele da mesma forma. E, por mais difícil que seja aceitar, cada um tem seu próprio tempo e responsabilidade sobre a própria vida.

Seu papel não é salvar quem não pede socorro. Seu papel é respeitar os processos, sem se perder tentando carregar fardos que não são seus.

Às vezes, você até consegue dizer “não”.O problema começa alguns segundos depois.Quando percebe que a pessoa mudou o tom...
25/09/2026

Às vezes, você até consegue dizer “não”.

O problema começa alguns segundos depois.

Quando percebe que a pessoa mudou o tom.
Ficou mais quieta.
Demonstrou decepção.
Ou simplesmente não reagiu como você gostaria.

E então começa a negociação dentro de você:

“Será que fui egoísta?”
“Talvez eu pudesse fazer só dessa vez…”
“Será que ela vai pensar que eu não me importo?”
“Eu poderia voltar atrás.”

É por isso que, para muitas mulheres, o limite não é difícil de colocar. É difícil de sustentar.

Porque durante muito tempo você aprendeu a medir se estava fazendo a coisa certa pela reação das pessoas ao seu redor.

Se todos estavam bem com você, você estava em paz.

Se alguém se frustrava, imediatamente procurava o que poderia fazer para consertar.

Mas amadurecer emocionalmente também é compreender uma coisa desconfortável:

às vezes, você vai fazer uma escolha saudável para si e alguém vai ficar decepcionado com ela.

E isso não transforma sua escolha em errada.

Você não precisa voltar atrás toda vez que alguém não gostar do seu limite.

Pode existir amor mesmo quando existe frustração.
Pode existir vínculo mesmo quando existe discordância.
E pode existir uma boa mulher que, finalmente, aprendeu a dizer:

“Eu entendo que você não gostou. Mas eu continuo escolhendo isso para mim.”

Isso já aconteceu com você?
22/09/2026

Isso já aconteceu com você?

16/09/2026

Você continua em posições que te fazem infeliz porque, de alguma forma, elas também te dão algo.

Às vezes, você permanece numa relação porque, apesar da infelicidade, recebe atenção.

Permanece no papel de quem resolve tudo porque ser necessária te faz sentir importante.

Permanece reclamando de uma situação porque, enquanto você está ali, alguém olha para você, cuida de você ou valida a sua dor.

E sair significaria abrir mão desse ganho.

Talvez seja por isso que algumas mudanças sejam tão difíceis.

Tudo o que você repete cumpre alguma função.
Até aquilo que te faz sofrer pode estar te protegendo de alguma coisa que você ainda não quer olhar.

A pergunta não é apenas:

“Por que eu continuo aqui?”

Mas:

“O que eu ganho permanecendo aqui?”

Essa pergunta pode revelar muito.

Quantas vezes você já se pegou fazendo mais do que gostaria, mais do que poderia, apenas para não decepcionar alguém?Às ...
14/09/2026

Quantas vezes você já se pegou fazendo mais do que gostaria, mais do que poderia, apenas para não decepcionar alguém?

Às vezes, o que chamamos de responsabilidade é, na verdade, medo de desagradar. E o que parece generosidade pode ser apenas a dificuldade de colocar limites.

Carregar tudo não faz de você uma pessoa melhor. Só faz com que você se acostume a ocupar espaços que nem sempre são seus.

Inteligência emocional também é reconhecer quando algo precisa ser devolvido ao seu verdadeiro lugar.

Nem tudo precisa ser carregado por você.

Talvez você não tenha dificuldade em dizer não.Talvez a parte difícil venha depois.Quando você começa a se perguntar se ...
08/09/2026

Talvez você não tenha dificuldade em dizer não.

Talvez a parte difícil venha depois.

Quando você começa a se perguntar se foi egoísta.
Se poderia ter sido mais flexível.
Se magoou alguém.
Se deveria voltar atrás.

E, então, tenta aliviar a própria culpa explicando demais, cedendo demais ou até se desculpando por ter escolhido a si mesma.

Mas nem toda culpa significa que você fez algo errado.

Às vezes, ela aparece justamente porque você fez algo diferente do que aprendeu a fazer a vida inteira: se colocar em último lugar para não decepcionar ninguém.

Colocar limites pode causar desconforto.
Pode frustrar expectativas.
Pode até fazer algumas pessoas reagirem mal.

E ainda assim, pode ser saudável.

Você não precisa transformar todo desconforto em arrependimento.

Talvez essa culpa não esteja dizendo “você errou”.
Talvez esteja dizendo “você está aprendendo a não se abandonar”. 🤍

Salve este post para lembrar disso na próxima vez que um “não” vier acompanhado de culpa.

Você resolve o problema da sua mãe.Resolve o problema do parceiro.Resolve o problema dos filhos.Resolve o problema dos a...
28/08/2026

Você resolve o problema da sua mãe.
Resolve o problema do parceiro.
Resolve o problema dos filhos.
Resolve o problema dos amigos.
Resolve o problema de todo mundo.

E, por um tempo, isso pode até parecer amor.

Até você perceber que, quando ninguém precisa de você, surge uma pergunta incômoda:

“Se eu não estiver resolvendo nada… ainda sou importante?”

Essa é uma das armadilhas da dinâmica da boazinha.

Ela aprende a ser necessária antes de aprender simplesmente a ser.

Então oferece ajuda antes que peçam.
Assume responsabilidades que não são suas.
Se antecipa aos problemas.
E sente culpa quando decide não intervir.

Mas existe uma diferença entre amar alguém e precisar ser indispensável para essa pessoa.

Você pode cuidar sem carregar.
Ajudar sem salvar.
Estar presente sem resolver.

Porque algumas pessoas não precisam que você encontre uma solução.

Precisam viver as próprias consequências, fazer as próprias escolhas e aprender a cuidar da própria vida.

E talvez uma das coisas mais difíceis para a boazinha seja descobrir que ser necessária não é a mesma coisa que ser amada.

Se essa dinâmica parece familiar, comente TESTE e receba o Teste da Boazinha.

Tem filhas que aprendem tão cedo a perceber o que a mãe sente que, quando crescem, continuam acreditando que precisam cu...
25/08/2026

Tem filhas que aprendem tão cedo a perceber o que a mãe sente que, quando crescem, continuam acreditando que precisam cuidar emocionalmente dela.

Percebem quando ela está triste.
Tentam animá-la.
Pensam duas vezes antes de contar alguma coisa para não preocupá-la.
Sentem culpa quando estão felizes enquanto a mãe não está.
E, muitas vezes, deixam de viver determinadas escolhas para não fazê-la sofrer.

Isso pode parecer amor.

E existe amor nisso.

Mas amor não significa assumir a responsabilidade pela vida emocional do outro.

Você pode compreender a história da sua mãe sem precisar carregá-la.
Pode acolher a dor dela sem transformá-la na sua.
Pode estar presente sem ocupar o lugar de terapeuta, conselheira ou salvadora.

Porque existe uma diferença enorme entre ser filha e precisar cuidar emocionalmente da mãe.

E talvez uma das perguntas mais importantes que você possa começar a fazer seja:

“Isso é meu ou eu estou carregando algo que pertence a ela?”

Nem tudo que você sente perto da sua mãe precisa ser uma responsabilidade sua.

Às vezes, voltar para o seu lugar não é abandonar ninguém.

É finalmente permitir que você também tenha uma vida que não precise ser construída em torno das dores de outra pessoa.

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