30/09/2026
Vou contar para você uma história rápida sobre o caso da minha esposa, a Ana. 🩺
Há algum tempo, ela convivia com dores cervicais recorrentes. A tentação inicial de muitos profissionais (e pacientes!) é ir direto ao ponto: aplicar técnicas, estalos ou agulhamento para apagar o incêndio da dor no pescoço.
Mas nós descobrimos algo essencial: a dor cervical dela era apenas um mecanismo adaptativo secundário.
Investigando a fundo, percebemos que o corpo dela estava apenas “tentando dar um jeito” de compensar outras questões:
👁️ Uma disfunção ocular à direita;
🦷 Uma alteração na têmporo-mandibular (ATM) à direita;
🌀 Uma redução nos canais semicirculares também à direita.
O corpo dela estava fazendo uma verdadeira ginástica mecânica para conseguir funcionar!
💡 Não adianta tratar apenas o sintoma onde a dor aparece. É preciso entender a dinâmica, a mecânica e o que realmente está fixando a lesão. Uma boa avaliação exige critério, direcionamento e, acima de tudo, olhar para o paciente como um todo.
E você, costuma olhar para a origem do problema ou só apaga o incêndio dos sintomas? Conta aqui nos comentários! 👇