Consultório de Psicologia Ângela Ramos

25/07/2026
25/07/2026

Mudar o que pode ser mudado, aceitar e aprender a lidar com o que não pode ser mudado 🌊🌊🌊🌊

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21/07/2026

Amar dá trabalho.

Quando geralmente vejo casais que permaneceram em relações de longas datas, eu sempre me pergunto quantas coisas tiveram de negociar para continuarem juntos.
Ao contrário do que ouvimos que "os opostos se atraem," gosto de pensar que os dispostos em fazer fluir, permaneceram alí e aprendem a amar.
Amar dá trabalho. É ação. Construção diária, com intencionalidade. Desejo de fazer valer a pena.
Os casais mais interessantes que atendi foram aqueles que eram parceiros. Que compreenderam em algum nível, que as relações conjugais são cíclicas e que em todos os ciclos, mesmo os mais difíceis, existiu ali o desejo de permanecer e a responsabilidade de contribuir para que a relação amadurecesse com respeito e afeto.

É isso...
15/07/2026

É isso...

Ao ser questionado sobre a responsabilidade no torneio, o jovem minimizou a cobrança esportiva e relembrou a infância difícil, destacando que a verdadeira pressão era a enfrentada por seus pais para sustentar a família.

Com uma maturidade que impressionou torcedores e jornalistas, o craque afirmou que jogar futebol é apenas uma diversão perto da realidade de sua mãe, que o teve aos 16 anos, e de seu pai, que recolhia materiais na rua para garantir o sustento da casa.

12/04/2026

Vocês também sentem-se assim?
Acontece muito comigo quando leio um livro interessante, vejo um filme, uma série que gosto. Como uma comida gostosa. Descubro ou ouço uma música legal. Viajo para um lugar bacana...
Sempre penso em dividir esse bem-estar com quem gosto.

10/03/2026

A vergonha precisa mudar de lado.

A violência contra a mulher não começa com um grito ou com um tapa. São "pequenas" violências que podem escalonar ou per...
09/03/2026

A violência contra a mulher não começa com um grito ou com um tapa. São "pequenas" violências que podem escalonar ou permanecer camufladas, embrulhadas em "cuidados" (é assim que muitos homens a enxergam), quando na verdade, são maneiras de depreciar a condição feminina.
Aqui algumas mais comuns:
Sobrepor a fala da mulher ou não dar importância devida;
Controlar vestimentas e condutas (dizer o que f**a ou não f**a bem para uma mulher); onde PODE ou não pode ir, como se precisasse de chancela, gerenciamento externo ou tutoria para exercer sua liberdade, ou como essa liberdade fosse algo concedido por eles.
Usar a sexualidade da mulher para ofendê-la, insinuando fatos que revelam a fragilidade emocional do agressor e não da vítima.
São violências que, muitas vezes não reconhecidas como tal, estão cotidianamente na vida do casal e por isso: pela naturalização, constância e insistência, minam as forças da mulher e coloca em xeque a permanência da conjugalidade.

02/03/2026

Ausência de conflitos, nem sempre é paz.
Casais que conversam e expressam suas diferenças abrem espaços para o desejo, amadurecimento conjugal e sustentação do vínculo.

21/02/2026

Maturidade nas relações...

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