Dra. Paula Zanforlin

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Dra. Paula Zanforlin Atendimento em 3 Endereço: Psique Clinica: Av. Ana Costa , 482 conj 516 - Santos/SP
Cassis Med :Av

09/02/2026

Alguns medicamentos podem, sim, aumentar apetite, alterar saciedade e impactar metabolismo, e quando isso não é monitorado, a adesão ao tratamento despenca.

O ponto não é demonizar medicação. Para muita gente, ela é essencial. O ponto é conduzir com responsabilidade: avisar riscos, acompanhar peso e medidas, monitorar exames metabólicos quando indicado e ajustar a estratégia quando o custo está alto demais.

Saúde mental e saúde metabólica não competem. Elas caminham juntas. E um tratamento bem feito precisa considerar as duas.

Se esse tema te atravessa, uma pergunta importante: você foi orientado(a) sobre ganho de peso e monitoramento quando iniciou o remédio?

06/02/2026

Será que você está sobrecarregado?

O cérebro é um órgão adaptativo: ele muda conforme o ambiente e conforme aquilo que se repete todos os dias. Quando a rotina vira um ciclo de sono insuficiente, sedentarismo, estresse crônico, alimentação pobre, excesso de telas e pouca pausa real, ele não “desliga”, ele entra em modo de defesa. E isso pode aparecer como cansaço persistente, irritabilidade, queda de foco, memória pior e sensação de mente acelerada.

Mas calma, essas mudanças são, em grande parte, reversíveis quando a gente corrige o básico com consistência e orientação adequada.

Salve este post para rever com calma e me conte nos comentários: qual desses hábitos você sente que mais te afeta hoje?

05/02/2026

Tomar café para funcionar durante o dia e remédio para conseguir dormir à noite não é normal.

Esse ciclo cria o que chamamos de exaustão neural:
o cérebro é estimulado quando deveria descansar
e sedado quando deveria entrar em sono natural.

O resultado aparece aos poucos:
• cansaço persistente
• dificuldade de concentração
• ansiedade crescente
• memória falhando
• sensação de estar sempre no limite

Cafeína não “some” do organismo.
Sedativos não produzem sono reparador.
E quanto mais tempo esse ciclo se mantém, mais difícil f**a quebrá-lo sozinho.

Na minha prática, o foco não é trocar uma muleta por outra, mas reorganizar o funcionamento do cérebro, com redução gradual, orientação médica e estratégias que respeitam o ritmo do corpo.

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04/02/2026

Compulsão alimentar não é falta de controle. E definitivamente não é só “emocional”.

O hormônio GLP-1 atua em áreas do cérebro ligadas à recompensa, às mesmas que disparam a compulsão, a urgência e o comer impulsivo.

Quando esses circuitos estão modulados:
• a fome emocional perde força
• a relação com a comida muda
• a mente f**a mais estável

Medicamentos como agonistas de GLP-1 ajudam nesse processo, mas o ponto central é outro: tratar apenas o hormônio não resolve se a raiz emocional continuar ativa.

É por isso que, na minha prática, o cuidado vai além da prescrição. Entender o corpo, o cérebro e o comportamento faz parte do tratamento.

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03/02/2026

Durante muito tempo, o tratamento do TDAH foi reduzido a uma pergunta: “Qual remédio usar?”

Mas a ciência já mostrou que essa é uma visão incompleta.

Hoje sabemos que intervenções como exercício físico estruturado, treinamento de habilidades motoras,
terapias digitais e neurofeedback atuam diretamente na neuroplasticidade cerebral, melhorando atenção, controle inibitório e memória de trabalho.

Isso não signif**a excluir a medicação.
Signif**a entender que tratar TDAH vai além da farmácia.

Na minha prática, o tratamento é individualizado,
baseado em evidências e construído olhando para o cérebro, o corpo e o comportamento.

🧠 Informação muda decisões.
📈 Estratégia certa melhora resultados.

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02/02/2026

Nem todo paciente falha no tratamento. Muitas vezes, ele só não foi devidamente informado.

Quando falamos de medicamentos como o Mounjaro, não estamos falando apenas de emagrecimento, mas de mecanismos biológicos, tempo de adaptação e expectativas realistas.

✔️ Entender como o medicamento age no corpo
✔️ Saber o que esperar no início do tratamento
✔️ Compreender que resultados variam de pessoa para pessoa

Isso muda tudo.

Paciente informado não cria falsas expectativas.
Não abandona o tratamento na primeira dificuldade.
E participa ativamente do próprio cuidado.

Na minha prática, eu acredito em uma psiquiatria que vai além da prescrição.
Explicar faz parte do tratamento.
Acompanhar faz parte do resultado.

🧠 Informação gera autonomia.
👩‍⚕️ Autonomia gera adesão.
📈 Adesão gera resultado.

E é assim que eu conduzo meus atendimentos.

Se esse tema te interessa, salve esse conteúdo e compartilhe com quem precisa entender melhor o próprio tratamento.

Antes de planejar metas, é preciso olhar para a base.Sono desregulado, cansaço mental, irritação frequente e expectativa...
28/01/2026

Antes de planejar metas, é preciso olhar para a base.

Sono desregulado, cansaço mental, irritação frequente e expectativas irreais
não são falta de disciplina.
São sinais de uma mente sobrecarregada.

Quando a mente está exausta,
o foco cai,
a paciência diminui
e qualquer meta vira peso.

Não é sobre fazer menos.
É sobre cuidar do que sustenta tudo.

Metas funcionam melhor
quando a base está cuidada.

Dra. Paula Zanforlin
Psiquiatria | Saúde Mental & Metabolismo

28/01/2026

Quem tem pavor da dúvida
costuma se apegar às certezas
como se fossem abrigo.

Ideias rígidas.
Regras fixas.
Respostas prontas.

Tudo o que promete segurança imediata
parece aliviar a angústia de não saber.

Mas, aos poucos,
o que começou como proteção
vira prisão.

A necessidade constante de certeza
não nasce da força,
nasce do medo.

Medo de errar.
Medo de perder o controle.
Medo de entrar em contato com aquilo
que ainda não tem nome.

A dúvida exige presença.
Exige tolerar desconforto.
Exige confiar que nem tudo precisa estar definido
para continuar existindo.

Quando a mente não suporta a dúvida,
ela se fecha em certezas rígidas
e chama isso de estabilidade.

Mas viver refém das certezas
cobra um preço alto:
menos movimento,
menos curiosidade,
menos possibilidade de mudança.

Nem toda certeza protege.
Algumas apenas evitam o contato
com o que ainda precisa ser elaborado.

Aprender a conviver com a dúvida
não é perder o chão.
É ampliar o espaço interno
para que a vida possa acontecer
sem grades invisíveis.

Dra. Paula Zanforlin
Psiquiatria | Saúde Mental & Metabolismo

Ser mãe aos 41 não me atrasou.Me alinhou.Amamento minha filha até hoje, aos 3 anos e 6 meses, porque vínculo não tem pra...
27/01/2026

Ser mãe aos 41 não me atrasou.
Me alinhou.

Amamento minha filha até hoje, aos 3 anos e 6 meses, porque vínculo não tem prazo de validade. Maturidade emocional muda a forma como a gente materna, ama, trabalha e cuida da própria saúde mental.

Não é sobre dar conta de tudo.
É sobre saber o que realmente importa.

Ser mãe depois dos 40 é consciência, presença e verdade.
E quando a mulher está inteira, ninguém precisa ser deixado para trás — nem os filhos, nem o casamento, nem ela mesma.

Se isso fez sentido para você, compartilhe.
Talvez outra mulher precise ouvir que está tudo bem viver no próprio tempo

26/01/2026

Misturar álcool e antidepressivo parece inofensivo para muita gente.
“É só uma dose.”

Mas, na prática, o que aparece depois costuma ser:
sono pior,
mais ansiedade,
oscilações de humor
e a sensação de que o tratamento parou de funcionar.

O álcool age diretamente no sistema nervoso central
e pode interferir na ação do antidepressivo,
intensif**ando justamente os sintomas que o remédio tenta controlar.

Não é sobre proibição.
É sobre entender como as escolhas impactam o processo de cuidado
e evitar confundir efeitos do álcool com falha do tratamento.

Dra. Paula Zanforlin
Psiquiatria | Saúde Mental & Metabolismo

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