Thiago Omena

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Thiago Omena 📖 Médico, Professor e Palestrante
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🕺✨ Entrei na trend para mostrar os métodos de emagrecimento dos anos 80. 🪩Antes das canetinhas, dos aplicativos e de tod...
09/09/2026

🕺✨ Entrei na trend para mostrar os métodos de emagrecimento dos anos 80. 🪩

Antes das canetinhas, dos aplicativos e de toda a tecnologia que temos hoje, algumas estratégias já faziam parte da rotina de quem buscava perder peso — como as famosas aulas de aeróbica, dietas restritivas e exercícios que prometiam fazer você suar até a última gota. 👀

Mas será que tudo aquilo realmente funcionava? E o que mudou de lá pra cá?

Deslize o carrossel e descubra algumas curiosidades sobre o emagrecimento nos anos 80. ⏪

Gostou? Então siga o perfil para mais conteúdos sobre saúde, emagrecimento e bem-estar.

Cuidar do seu corpo é também cuidar da forma como você vive, se sente e se enxerga.Cada protocolo é pensado de forma ind...
08/09/2026

Cuidar do seu corpo é também cuidar da forma como você vive, se sente e se enxerga.

Cada protocolo é pensado de forma individual, respeitando as necessidades, objetivos e particularidades de cada paciente.

♟️ Resultado com estratégia.
🩺 Saúde com acompanhamento.
💪🏻 Estética com propósito.

Seu melhor resultado começa com uma decisão: cuidar de você.

Entrando na trend dos anos 80 e chegando a duas conclusões:1. Eu claramente teria sido dono de uma boate em Miami. 😂2. A...
07/09/2026

Entrando na trend dos anos 80 e chegando a duas conclusões:

1. Eu claramente teria sido dono de uma boate em Miami. 😂
2. A Beatriz Brasil Omena teria sido bonita em absolutamente qualquer década.

Algumas coisas o tempo muda. Outras, não tem jeito. ❤️

05/09/2026

💡Poucos médicos sabem disso, mas amilase aumentada não é sinônimo de pancreatite!

Minha paciente quase interrompeu um tratamento com tirzepatida que vinha evoluindo muito bem.

O motivo? Uma amilase discretamente aumentada foi interpretada como “princípio de pancreatite”.

Mas existe um detalhe fundamental nessa história: exame alterado não é diagnóstico.

Tirzepatida e semaglutida podem provocar pequenas elevações de amilase e lipase sem que isso, isoladamente, represente pancreatite.

Pancreatite aguda é um quadro clínico. Geralmente cursa com dor abdominal importante e persistente, podendo vir acompanhada de náuseas, vômitos e alterações significativas das enzimas pancreáticas. O diagnóstico considera o conjunto: sintomas, exames laboratoriais e, quando necessário, imagem.

Portanto, uma pessoa assintomática, em uso dessas medicações, com uma discreta elevação isolada de amilase, não deve receber automaticamente o diagnóstico de pancreatite.

E aqui está o ponto mais importante deste vídeo:
prescrever uma medicação é diferente de ter experiência em conduzir um tratamento com ela.

Tirzepatida e semaglutida se popularizaram rapidamente. Muitos profissionais, porém, ainda têm pouca experiência prática com essas terapias e com as alterações que podem surgir durante o acompanhamento.

Isso pode gerar interpretações equivocadas, medo no paciente e até interrupções desnecessárias de tratamentos que estavam funcionando.

Da mesma forma, sintomas compatíveis com pancreatite durante o tratamento não devem ser ignorados e precisam de avaliação médica.

Nem banalizar o risco. Nem transformar qualquer alteração de exame em doença.

Boa medicina está justamente em saber a diferença.

Se você utiliza essas medicações, faça seu tratamento com acompanhamento de um profissional que conheça profundamente essa terapia e saiba conduzir não apenas a prescrição, mas todo o processo.

Se você é médico e não experiência com esse tipo de medicação, oriente o paciente a procurar o médico responsável pelo tratamento ao invés de precipitadamente mandar parar o uso da medicação.

Salve este vídeo e envie

“Mas, doutor… não dá para fazer só dessa vez?” 😂Existem algumas coisas que eu simplesmente não faço — mesmo quando o pac...
03/09/2026

“Mas, doutor… não dá para fazer só dessa vez?” 😂

Existem algumas coisas que eu simplesmente não faço — mesmo quando o paciente pede, insiste ou tenta me convencer.

E isso não é falta de vontade de ajudar. É justamente o contrário.

Na medicina, especialmente quando falamos de hormônios, metabolismo e emagrecimento, cada decisão precisa ser baseada em avaliação individualizada, evidência científica e segurança.

Meu compromisso não é prescrever aquilo que você quer ouvir. É indicar aquilo que, dentro do seu contexto clínico, faz sentido para você.

Porque um bom tratamento não é sobre atender todos os pedidos.
É sobre saber quando dizer sim, quando dizer não e, principalmente, por quê.

No post de hoje, algumas coisas que eu não faço — mesmo que meus pacientes me peçam. 🤍

E confesso: algumas delas rendem boas histórias. 😂

28/07/2026

A regulamentação dos peptídeos nos Estados Unidos tem gerado muitas dúvidas e também muita desinformação.

Nos últimos dias, muita gente passou a dizer que alguns peptídeos “foram liberados” ou “mudaram de categoria”. A realidade regulatória é um pouco mais complexa.

Neste vídeo, explico de forma objetiva:
• o que são as Categorias 1 e 2 no contexto da seção 503A do FDA;
• o que realmente foi decidido pelo Pharmacy Compounding Advisory Committee (PCAC);
• por que uma recomendação do comitê não equivale, por si só, à aprovação definitiva pelo FDA;
• e quais podem ser os impactos práticos para a manipulação de peptídeos nos Estados Unidos.

Também faço um paralelo com o cenário brasileiro, mostrando como as decisões regulatórias internacionais podem influenciar as discussões sobre medicina regenerativa e terapias com peptídeos.

Em um campo que evolui rapidamente, acompanhar as evidências científicas e as atualizações regulatórias é tão importante quanto conhecer os mecanismos de ação dessas moléculas.

Assista ao vídeo e me conte nos comentários: qual peptídeo ou tema da medicina regenerativa você gostaria que eu abordasse nos próximos conteúdos?

Este conteúdo tem finalidade exclusivamente educativa e não substitui avaliação médica individualizada. A disponibilidade e o uso de medicamentos e peptídeos dependem da regulamentação vigente em cada país.

💡Uma grande parte dos investimentos que faço na minha profissão não são vistos dentro do consultório.Nestes dois dias em...
27/07/2026

💡Uma grande parte dos investimentos que faço na minha profissão não são vistos dentro do consultório.

Nestes dois dias em São Paulo, participei de um encontro com médicos de diferentes regiões do país para discutir inovação, gestão, novas possibilidades terapêuticas e, principalmente, como oferecer uma experiência cada vez melhor aos nossos pacientes.

Um dos pontos mais enriquecedores do fim de semana foi poder compartilhar experiências, discutir desafios reais da prática médica e aprender com profissionais que vivem os mesmos desafios diariamente.

Muita gente imagina que a evolução de um médico acontece apenas estudando doenças e tratamentos.

Claro que isso é essencial.

Mas acredito que evoluir também é aprender a organizar melhor os processos, fortalecer a equipe, incorporar novas tecnologias e pensar em cada detalhe da jornada do paciente.

Sempre que participo de encontros como esse, volto para casa com a mesma pergunta:

“O que posso fazer para que nossos pacientes sejam ainda melhor atendidos?”

É essa busca constante por evolução que norteia a forma como exercemos a medicina no ITO.

Porque, no final das contas, conhecimento só faz sentido quando melhora a vida de quem confia no nosso trabalho.

E, para você, o que torna uma consulta médica ser realmente diferenciada?

23/07/2026

E se o problema do lipedema não fosse apenas a gordura? 🤔

Você faz dieta. 🥗

Tenta treinar. 🏋️‍♀️

Mas suas pernas continuam doloridas, pesadas e parecem cada vez mais fracas. 😔

Talvez o problema nunca tenha sido apenas o excesso de gordura.

🧬 Uma nova revisão científica de pesquisadores brasileiros propõe que, no lipedema, a inflamação pode atingir também o músculo, reduzindo sua capacidade de gerar força. É como se o músculo perdesse qualidade, mesmo mantendo ou aumentando o volume das pernas.

Isso ajuda a explicar por que tantas mulheres relatam:
✔️ Dor ao caminhar
✔️ Dificuldade para treinar
✔️ Sensação constante de pernas pesadas
✔️ Pouca resposta aos métodos tradicionais

Nesse contexto, o tratamento também precisa evoluir.

Além das medidas conservadoras, como alimentação, atividade física adaptada, compressão e acompanhamento multiprofissional, medicamentos modernos, como a tirzepatida, vêm sendo estudados por seu potencial de melhorar o ambiente metabólico e inflamatório do organismo. 💉

Embora ainda sejam necessários estudos clínicos específicos para confirmar esse benefício no lipedema, ela já representa uma das opções terapêuticas que podem ser ser consideradas em pacientes selecionadas, sempre após uma avaliação médica individualizada.

✨ O futuro do tratamento do lipedema não está em “fechar a boca e treinar mais”.

Está em compreender melhor a biologia da doença para oferecer um tratamento mais inteligente, personalizado e eficaz.

💡Você conhece alguém que sofre com lipedema e já ouviu que “é só emagrecer”? Compartilhe este conteúdo. Informação baseada em ciência pode mudar a forma como essa doença é compreendida.

17/07/2026

A reposição de testosterona aumenta o risco de infarto ou câncer de próstata?

Essa discussão não começou agora.

Na verdade, há anos estudos de boa qualidade vêm mostrando que a reposição de testosterona, quando bem indicada, não está associada ao aumento do risco cardiovascular nem ao aumento do risco de câncer de próstata.

O que este novo estudo fez foi fortalecer ainda mais essa evidência.

Os pesquisadores reuniram 41 ensaios clínicos randomizados, com mais de 11 mil pacientes, e chegaram à mesma conclusão: não houve aumento significativo do risco de eventos cardiovasculares maiores nem de câncer de próstata nos homens tratados com testosterona.

Isso reforça o que já havia sido demonstrado por trabalhos importantes, incluindo o estudo TRAVERSE, publicado em 2023, que também não encontrou aumento desses riscos em homens com indicação adequada para reposição hormonal.

Mas existe um ponto que merece atenção.

Esses resultados não significam que testosterona seja para todo mundo.

Reposição hormonal é tratamento médico. Ela deve ser indicada apenas para homens com deficiência hormonal comprovada, sintomas compatíveis e acompanhamento adequado.

Quando usada sem critério, por automedicação ou com objetivos exclusivamente estéticos, estamos falando de uma situação completamente diferente daquela avaliada nos estudos científicos.

Na medicina, é fundamental separar mitos de evidências.

Hoje, o conjunto das melhores pesquisas disponíveis aponta na mesma direção: a testosterona, quando prescrita corretamente para pacientes bem selecionados, não demonstrou aumentar o risco de câncer de próstata nem de eventos cardiovasculares maiores. Ainda assim, o tratamento deve ser individualizado e acompanhado, especialmente porque seguimos acumulando dados sobre os efeitos em longo prazo.

Você conhece alguém que, mesmo com indicação, ainda tem medo de da testosterona? Marca essa pessoa aqui nos comentários.

17/07/2026

Recentemente, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou que militares com mais de 30 anos passarão a realizar exames anuais para avaliar os níveis de testosterona.

Não porque testosterona seja uma “fórmula mágica”.

Mas porque ela influencia diretamente aspectos importantes para qualquer pessoa que precisa ter desempenho: energia, força, composição corporal, recuperação, cognição e qualidade de vida.

E isso me fez pensar.

Muitos homens chegam ao consultório dizendo:

“Estou cansado o tempo todo.”

“Perdi a disposição.”

“Não tenho mais a mesma concentração.”

“A academia já não dá o mesmo resultado.”

“Minha libido caiu.”

Na maioria das vezes, eles acreditam que isso faz parte da idade.

Nem sempre faz.

A testosterona baixa pode ser uma das causas, mas está longe de ser a única. Sono inadequado, obesidade, estresse crônico, diabetes, resistência à insulina, uso de alguns medicamentos e outras condições também podem provocar sintomas semelhantes.

É exatamente por isso que o exame isolado não fecha diagnóstico e testosterona não deve ser usada por conta própria.

Como ex-militar, aprendi que desempenho não depende apenas de força. Ele depende de preparo, estratégia e acompanhamento constante.

Na medicina, a lógica é semelhante.

A melhor decisão não é sair procurando reposição hormonal. É entender o que realmente está acontecendo com o seu organismo e tratar a causa.

Se você tem mais de 35 ou 40 anos e percebe que sua energia, desempenho físico, concentração ou libido já não são os mesmos, talvez seja hora de investigar, em vez de apenas aceitar que “é a idade”.

Saúde também é performance. E performance começa com um diagnóstico correto.

Se você se identificou com esses sintomas e quer uma avaliação completa da sua saúde hormonal e metabólica, agende uma avaliação. Antes de pensar em tratamento, o primeiro passo é entender o que o seu corpo está tentando dizer.

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