24/08/2026
E se a forma como você se enxerga nem tiver sido construída pelos seus próprios olhos?
Quando, desde muito cedo, outras pessoas repetem determinadas características sobre nós, essas palavras podem participar da construção da nossa própria percepção.
Na psicologia, isso se aproxima do que chamamos de autoconceito: a imagem que construímos sobre quem somos também é influenciada pelas experiências, relações e feedbacks que recebemos. E o cérebro aprende muito por repetição e associação.
Eu, por exemplo, cresci ouvindo:
“Você é chorona demais.”
“Chora por tudo.”
Aquelas eram as lentes das outras pessoas sobre mim.
Mas ouvi tantas vezes que, por muitos anos, passei a usá-las como minhas.
Eu não era uma mulher que chorava em determinadas situações.
Eu era “a chorona”.
Percebe a diferença?
Usei o vídeo da Sandy apenas para provocar uma reflexão: quando alguém passa muito tempo se reconhecendo de determinada maneira — inclusive através da própria aparência — pode ser estranho se encontrar fora daquela imagem familiar.
E talvez isso aconteça com você em lugares que vão muito além do espelho.
“Eu sou difícil.”
“Eu sou insegura.”
“Eu sou fraca.”
“Eu sou exagerada.”
“Eu não sou bonita.”
“Eu não consigo.”
Mas quem colocou essas lentes em você?
E, principalmente:
Você já olhou para si mesma sem elas?
Talvez uma das partes mais bonitas de se conhecer seja descobrir que algumas coisas que você chamou de personalidade durante anos eram apenas histórias sobre você que foram repetidas tantas vezes que começaram a parecer verdade.
Então f**a a pergunta:👇🏻
🔴Você tem se enxergado como realmente é ou está usando há tanto tempo as lentes dos outros que já nem se lembra de como é se olhar naturalmente?
E se você sente que chegou a hora de identif**ar e romper histórias que ainda se repetem na sua vida, comenta JORNADA.
Eu vou te enviar no direct as informações da Jornada Sistêmica Sempre a Mesma História, Chegou a Hora de Romper.
Com carinho à Sandy Sua fala me trouxe uma reflexão que vai muito além da maquiagem.