12/08/2026
Mas então, como saber se você está realmente comprando um bom azeite extravirgem?
A notícia de hoje deixa uma coisa muito clara: não basta confiar no que está escrito no rótulo.
E não: colocar o azeite na geladeira ou no congelador não é um teste confiável para saber se ele é extravirgem ou de boa qualidade.
A classificação depende de análises físico-químicas e sensoriais. Ou seja, dentro do supermercado, não existe um teste que dê ao consumidor 100% de certeza sobre o que está dentro daquela garrafa.
Mas existem critérios que ajudam a fazer escolhas melhores:
• Prefira azeites com data de colheita ou envase mais recente. Azeite é diferente de vinho: quanto mais fresco, melhor.
• Escolha embalagens que protejam da luz e, em casa, mantenha o azeite longe de luz e calor.
• Observe a origem e a rastreabilidade do produto.
• Desconfie de preços muito abaixo do praticado para um bom extravirgem.
• E um critério que merece cada vez mais atenção: os azeites brasileiros. 🇧🇷
O Brasil produz azeites de altíssima qualidade, inclusive premiados internacionalmente. E o produto nacional pode ter uma grande vantagem: o frescor, por percorrer um caminho muito menor entre a produção e a nossa mesa.
Mas mesmo seguindo todos esses critérios, é importante entender:
eles ajudam na escolha, mas não comprovam a autenticidade do azeite.
E talvez essa seja a reflexão mais importante da notícia de hoje: se está escrito “azeite de oliva extravirgem” na embalagem, o consumidor deveria poder confiar que está levando para casa exatamente aquilo pelo qual está pagando.
🎥 Trecho da reportagem: Diário da Manhã Pelotas
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