Nutricionista Clínica - Bruna Corrêa Arantes

Nutricionista Clínica - Bruna Corrêa Arantes Nutricionista Clínica
Nutrição Funcional

12/08/2026

Mas então, como saber se você está realmente comprando um bom azeite extravirgem?

A notícia de hoje deixa uma coisa muito clara: não basta confiar no que está escrito no rótulo.

E não: colocar o azeite na geladeira ou no congelador não é um teste confiável para saber se ele é extravirgem ou de boa qualidade.

A classificação depende de análises físico-químicas e sensoriais. Ou seja, dentro do supermercado, não existe um teste que dê ao consumidor 100% de certeza sobre o que está dentro daquela garrafa.

Mas existem critérios que ajudam a fazer escolhas melhores:

• Prefira azeites com data de colheita ou envase mais recente. Azeite é diferente de vinho: quanto mais fresco, melhor.

• Escolha embalagens que protejam da luz e, em casa, mantenha o azeite longe de luz e calor.

• Observe a origem e a rastreabilidade do produto.

• Desconfie de preços muito abaixo do praticado para um bom extravirgem.

• E um critério que merece cada vez mais atenção: os azeites brasileiros. 🇧🇷

O Brasil produz azeites de altíssima qualidade, inclusive premiados internacionalmente. E o produto nacional pode ter uma grande vantagem: o frescor, por percorrer um caminho muito menor entre a produção e a nossa mesa.

Mas mesmo seguindo todos esses critérios, é importante entender:

eles ajudam na escolha, mas não comprovam a autenticidade do azeite.

E talvez essa seja a reflexão mais importante da notícia de hoje: se está escrito “azeite de oliva extravirgem” na embalagem, o consumidor deveria poder confiar que está levando para casa exatamente aquilo pelo qual está pagando.

🎥 Trecho da reportagem: Diário da Manhã Pelotas

Compartilhe com quem também usa azeite todos os dias.

Você já precisou beber um copo inteiro de água para conseguir fazer a comida descer?Muita gente acha que isso é normal.N...
11/08/2026

Você já precisou beber um copo inteiro de água para conseguir fazer a comida descer?

Muita gente acha que isso é normal.

Não é.

Esse pode ser um dos sinais da Esofagite Eosinofílica (EoE), uma doença inflamatória crônica do esôfago que tem sido diagnosticada com muito mais frequência nos últimos anos.

Um dos maiores desafios dessa doença é que ela nem sempre aparece nos te**es tradicionais de alergia.

Por isso, muitas pessoas convivem durante anos com dificuldade para engolir, sensação de alimento parado ou "refluxo que nunca melhora", sem receber o diagnóstico correto.

E é exatamente aí que a nutrição ganha um papel fundamental.

Em muitos casos, a dieta de eliminação ajuda a identificar quais alimentos estão mantendo a inflamação.

E não, não estamos falando de retirar alimentos por modismo.

Estamos falando de uma estratégia terapêutica baseada em evidências.

Porque, quando o tratamento é bem conduzido, não melhora apenas o sintoma.

Ele protege o esôfago e reduz o risco de complicações ao longo dos anos.

💬 Me conta: você já sentiu que a comida "travava" ou precisava de muita água para conseguir engolir?

A maior parte das pessoas que recebe o diagnóstico de Tireoidite de Hashimoto sai da consulta preocupada com uma única c...
08/08/2026

A maior parte das pessoas que recebe o diagnóstico de Tireoidite de Hashimoto sai da consulta preocupada com uma única coisa:

O TSH.

Mas existe uma informação importante que quase nunca faz parte da conversa.

A Tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune.

E pessoas que já desenvolveram uma doença autoimune apresentam maior risco de desenvolver outra ao longo da vida.

Isso não é motivo para viver com medo.

É motivo para cuidar melhor do organismo.

Na minha prática clínica, eu não acompanho apenas hormônios da tireoide.

Eu procuro entender o que pode estar contribuindo para um ambiente mais inflamatório: alimentação, microbiota intestinal, estado nutricional, sono, estresse e outros fatores que influenciam a resposta imunológica.

Foi exatamente esse cuidado que permitiu que uma das minhas pacientes comemorasse uma redução importante dos anticorpos Anti-TPO durante o acompanhamento.

Isso não significa cura.

Mas mostra que a atividade da doença pode diminuir e que o organismo pode responder quando recebe uma abordagem completa.

Porque tratar a Tireoidite de Hashimoto vai muito além de olhar um exame.

💬 Você já sabia que quem tem uma doença autoimune apresenta maior risco de desenvolver outra?

06/08/2026

A maior parte das pessoas que recebe o diagnóstico de Tireoidite de Hashimoto sai da consulta preocupada com uma única coisa:

O TSH.

Mas existe uma informação importante que quase nunca faz parte da conversa.

A Tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune.

E pessoas que já desenvolveram uma doença autoimune apresentam maior risco de desenvolver outra ao longo da vida.

Isso não é motivo para viver com medo.

É motivo para cuidar melhor do organismo.

Na minha prática clínica, eu não acompanho apenas hormônios da tireoide.

Eu procuro entender o que pode estar contribuindo para um ambiente mais inflamatório: alimentação, microbiota intestinal, estado nutricional, sono, estresse e outros fatores que influenciam a resposta imunológica.

Foi exatamente esse cuidado que permitiu que uma das minhas pacientes comemorasse uma redução importante dos anticorpos Anti-TPO durante o acompanhamento.

Isso não significa cura.

Mas mostra que a atividade da doença pode diminuir e que o organismo pode responder quando recebe uma abordagem completa.

Porque tratar a Tireoidite de Hashimoto vai muito além de olhar um exame.

💬 Você já sabia que quem tem uma doença autoimune apresenta maior risco de desenvolver outra?

Alguns relatos não precisam de grandes legendas.Eles só lembram por que vale a pena acreditar no processo.Hoje recebi es...
05/08/2026

Alguns relatos não precisam de grandes legendas.

Eles só lembram por que vale a pena acreditar no processo.

Hoje recebi essa mensagem de uma paciente.

Compartilho com a autorização dela porque sei que muitas pessoas chegam ao consultório exatamente como ela chegou: cansadas, frustradas e sem acreditar que pequenas mudanças possam fazer diferença.

Não existe transformação da noite para o dia.

Existe constância.

Existe acompanhamento.

Existe um organismo que, quando recebe os estímulos certos, pode responder de maneiras que muitas vezes nem imaginamos.

Foi por isso que esse relato merecia ser compartilhado.

Você provavelmente já ouviu falar sobre estrogênio.Mas talvez nunca tenha parado para pensar que o seu corpo não é a úni...
04/08/2026

Você provavelmente já ouviu falar sobre estrogênio.

Mas talvez nunca tenha parado para pensar que o seu corpo não é a única fonte de substâncias capazes de interferir no equilíbrio hormonal.

A ciência vem mostrando que algumas toxinas produzidas por fungos, chamadas micotoxinas, podem contaminar alimentos durante o cultivo ou armazenamento.

Uma delas é a zearalenona, uma substância capaz de interagir com receptores de estrogênio, motivo pelo qual é considerada um disruptor endócrino.

Isso significa que comer milho, trigo ou aveia faz mal?

Não.

E esse é justamente o ponto que muita gente interpreta de forma errada.

O problema nunca é um único alimento.

O problema nunca é uma única exposição.

O problema é a carga total.

Todos os dias estamos expostos a dezenas de substâncias presentes no ambiente: plásticos, pesticidas, poluentes, cosméticos, alimentos ultraprocessados e também algumas micotoxinas.

Nosso organismo foi feito para lidar com essas exposições.

Mas ele faz isso muito melhor quando encontra um ambiente saudável.

✨ Uma microbiota equilibrada.

✨ Um intestino íntegro.

✨ Um fígado funcionando adequadamente.

✨ Bons níveis de vitaminas e minerais.

✨ Menos inflamação.

É exatamente por isso que, na prática clínica, eu nunca trato apenas hormônios.

Porque hormônios não funcionam isoladamente.

Eles respondem ao ambiente em que vivem.

E talvez essa seja uma das maiores diferenças entre controlar sintomas e realmente promover saúde.

💜 Informação não deve gerar medo.

Ela deve gerar consciência.

Quanto mais entendemos como nosso corpo funciona, melhores são as escolhas que fazemos todos os dias.

Conta para mim nos comentários:

👉 Você já tinha ouvido falar na zearalenona?

"Mas isso é genético?"Essa é uma das perguntas que mais escuto quando um paciente recebe o diagnóstico de uma doença aut...
01/08/2026

"Mas isso é genético?"

Essa é uma das perguntas que mais escuto quando um paciente recebe o diagnóstico de uma doença autoimune.

E a resposta é: sim.

Mas também não.

A genética aumenta a predisposição.

Ela não determina o destino.

Se determinasse, irmãos gêmeos idênticos desenvolveriam exatamente as mesmas doenças. E sabemos que isso nem sempre acontece.

É aí que entra um conceito muito importante.

Genes não atuam sozinhos.

Eles interagem com o ambiente.

Com a alimentação.

Com a microbiota.

Com infecções.

Com fatores hormonais.

Com o estado nutricional.

Com a resposta imunológica.

E, em algumas doenças, alterações da barreira intestinal também parecem participar dessa história.

É por isso que, na nutrição, eu nunca olho apenas para o diagnóstico.

Eu olho para o organismo que recebeu aquele diagnóstico.

Porque não podemos mudar a genética.

Mas podemos cuidar do terreno onde ela se expressa.

E essa diferença muda completamente a forma de enxergar uma doença autoimune.

💬 Você conhecia essa relação entre genética e ambiente?

Quando um paciente recebe o diagnóstico de gordura no fígado, a reação mais comum é: "Ah... é só uma gordurinha."E talve...
28/07/2026

Quando um paciente recebe o diagnóstico de gordura no fígado, a reação mais comum é: "Ah... é só uma gordurinha."

E talvez esse seja o maior erro.

A esteatose hepática não é apenas um achado no ultrassom.

Ela é uma doença que pode evoluir de forma silenciosa para inflamação, fibrose, cirrose e aumentar o risco de câncer hepático.

E existe um detalhe que faz toda a diferença.

Na maioria das vezes, a gordura não surgiu por acaso.

Ela é um sinal de que o metabolismo já vinha sofrendo há muito tempo.

Resistência à insulina, excesso de gordura visceral, sedentarismo, perda de massa muscular, alimentação rica em ultraprocessados, excesso calórico e até o consumo frequente de gorduras trans e saturadas podem contribuir para esse processo.

Por isso, tratar apenas o resultado do ultrassom não basta.

O verdadeiro tratamento começa quando entendemos por que aquele fígado começou a armazenar gordura.

A boa notícia é que, principalmente quando descoberta precocemente, a esteatose pode regredir.

Mas ela não melhora com promessas milagrosas.

Ela melhora quando tratamos a causa.

💬 Se hoje você recebesse um ultrassom mostrando gordura no fígado, saberia identificar o que levou o seu organismo a chegar até esse ponto?

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Mairiporã, SP
07600-000

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