Psicóloga Carolina Fernandes Ferreira

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Psicóloga Carolina Fernandes Ferreira O presente consultório tem como objetivo atendimento psicológico para adultos e adolescentes.

Eu vivi o I Congresso Brasileiro de DBT... desde o seu sonho na mente da Verena Verena Barroso Bastos | Psicóloga DBT at...
04/10/2026

Eu vivi o I Congresso Brasileiro de DBT... desde o seu sonho na mente da Verena Verena Barroso Bastos | Psicóloga DBT até sua realização nesses últimos dias... vivi parte da decisão de detalhes e a organização de materiais nos últimos meses, como os bastidores e as palestras dos últimos dias.

Vivi ciência, compaixão e comunidade.

Abracei muita gente conhecida, alguns pela primeira vez, outros em um reencontro.

Me conectei com gente que admirava o conhecimento e experiência e agora também pela essência.
Fiz parte de um time incrível de pessoas para organizar um evento para um número maior ainda de pessoas incríveis.

Convivi com pessoas que já tinha estado em TH, supervisões e aula, e dessa vez com a oportunidade de trocas no corredor e fotos para vida.

Pude encontrar com a minha terapeuta, em que tantos encontros virtuais já estivemos juntas (e que ela me ajudou a me encontrar comigo mesma). Que experiência incrível.

Dividi o quarto do hotel com aquelas que já divido a vida e a equipe de consultoria.

Pude atualizar a foto marca registrada da nossa sociedade.

Saio desses dias com um gostinho de quero mais.

Gente… meu marido descobriu um app que ajuda a organizar as compras de casa e facilita muito a vida na hora de ir ao sup...
21/09/2026

Gente… meu marido descobriu um app que ajuda a organizar as compras de casa e facilita muito a vida na hora de ir ao supermercado.

E fiquei pensando: sabe qual é um dos melhores recursos para organizar as escolhas da vida? Habilidades socioemocionais. (OBRIGADA DBT)

Pois, olha só: quantas escolhas, desejos, pensamentos e ações ambivalentes atravessam o nosso dia?

Algumas são grandes:
“Caso ou compro uma bicicleta?”

Outras parecem pequenas:
“Pão francês ou pão de sanduíche?”

O que há em comum: todas envolvem escolhas. E, em cada uma delas, entram em cena nossos valores, nossa história, o contexto em que estamos vivendo ou em que crescemos, nossos desejos, emoções e necessidades.

Às vezes, a gente se cansa de lidar com tantas ambivalências. Dá vontade de simplesmente saber o que fazer e pronto. E existe aquele momento delicioso em que desejos, pensamentos, emoções e ações parece finalmente entrar em sintonia.

Até que… surge uma nova ambivalência. 😂

Porque, assim como as compras do supermercado não duram para sempre, nós também não somos estáticos.

E desenvolver habilidades que a DBT apresenta ajuda a transitar nesss ambivalências, gerenciando como nos sentimos, pensamos e o que fazemos.

Ah! E para quem ficou curioso: o app do supermercado é o Bring! 😉

Às vezes, a vida nos coloca diante de problemas que não escolhemos, não causamos e nem sempre conseguimos evitar. E, ain...
11/09/2026

Às vezes, a vida nos coloca diante de problemas que não escolhemos, não causamos e nem sempre conseguimos evitar. E, ainda assim, precisamos encontrar formas de lidar com eles.

Essa foto aí é do dia em que ao passar do lado de um carro estacionado, o passageiro abriu a porta no exato momento em que passava e o impacto arrancou o retrovisor. Foram duas semanas sem carro. Com isso, precisei reorganizar toda rotina aqui de casa para qie conseguíssemos dar sequência nas atividades com tempo para usar outro tipo de transporte.

Houveram muitos momentos em que senti raiva e só queria que não tivesse acontecido. Porém, isso só aumentou o sofrimento, porque não tinha como voltar no tempo e desfazer.

Muitas habilidades foram utilizadas: aceitação radical, distração, solução de problemas, mindfulness das emoções, DEAR MAN com o responsável para ajustar o conserto e por ai foi.

E você, já passou por algo semelhante? Em que precisou resolver um problema que você não causou?

Em seu livro “O ano que disse sim”, Shonda Rhimes coloca o termo “DURONEZA”... essa página está super marcada no meu liv...
25/08/2026

Em seu livro “O ano que disse sim”, Shonda Rhimes coloca o termo “DURONEZA”... essa página está super marcada no meu livro =)

Duroneza: “1. (subst.) prática de conhecer as próprias realizações e habilidades, aceitar as próprias realizações e habilidades e celebrar as próprias realizações e habilidades; 2. (subst.) prática de viver a vida com atitude: ATITUDE (subst.) um estado de espírito que envolve amar a si mesmo, andar “desse jeito” e não dar a mínima para o que os outros pensam de você. Termo primeiramente cunhado por William Shakespeare.”

Shonda nos convida a dizer sim ao reconhecimento das nossas próprias conquistas, aceitar nossas habilidades e aprender a celebrá-las e cuidar da necessidade de aprovação constante dos outros.

Reconhecer o que você faz bem não é errado. É valorizar a própria vida e a própria existência.

O perfeccionismo pode nos atrapalhar quando temos expectativas de fazer mais e melhor. Ou até uma crença de que não podemos ter uma postura arrogante e falar de nós mesmos.

E você: em que área da sua vida poderia praticar um pouco mais de duroneza?

Essa semana recebi a indicação do filme “Felicidade por um fio”, da querida ###. E ele tem super relação com Perfeccioni...
21/08/2026

Essa semana recebi a indicação do filme “Felicidade por um fio”, da querida ###. E ele tem super relação com Perfeccionismo que estamos estudando com mais afinco.

Tentando não dar muito spoiler, esse filme traz reflexões importantes sobre a influência das relações interpessoais na construção de traços perfeccionistas, padrões de beleza e comportamentos, seguindo a regra “preciso estar dentro do padrão para ser suficiente”.

O que mais me chamou atenção foi a habilidade de tomar consciência sobre a dinâmica dentro de si e do ambiente, e umas coisas a mais (mas aí vai precisar assistir o filme para saber).

É importante lembrar: compreender de onde um padrão veio não significa culpar quem o transmitiu. Significa compreender a história de aprendizagem que ajudou a construí-lo. E, principalmente, perceber que aquilo que foi aprendido também pode ser questionado e transformado.

Você já percebeu alguma regra sobre “como deveria ser” que aprendeu no seu ambiente e que hoje aparece como uma cobrança interna?

Concluímos o 1° Grupo de Supervisão em DBT que eu conduzi. Um projeto que saiu do papel e foi super reforçador.Muito car...
15/08/2026

Concluímos o 1° Grupo de Supervisão em DBT que eu conduzi. Um projeto que saiu do papel e foi super reforçador.

Muito carinho por essa turma e pelos aprendizados vivenciados.

Agradeço demais a confiança e o tempo que passamos juntos, aos psis que trouxeram seus casos e aos demais que foram acompanhando e trocando ideias e sugestões.

É meu desejo dar sequências nos grupos, ainda concluindo as ideias de como será o formato.

Devo decidir isso na próxima semana. F**a ligado se você tem interesse em participar!

Há 40 dias recebi o diagnóstico de lipidema... tudo fez sentido. Com informação também vem decisão: continuar tudo igual...
14/08/2026

Há 40 dias recebi o diagnóstico de lipidema... tudo fez sentido. Com informação também vem decisão: continuar tudo igual ou mudar.

E muitas mudanças vieram: exercicios fisicos, alimentação, lazer.

Só que... o corpo e o peso não mudaram tão rápido. Ainda esperando conseguir vestir uma roupa guardada no armário há um tempo.

Conversei dessa frustração com meu marido e ele me relembrou: MUDANÇAS A LONGO PRAZO precisam de TEMPO e PERSEVERANÇA.

E ainda listou tudo que mudou de lá para cá:
* retomada da academia (vários aparelhos com aumento de carga)
* caminhadas de 5km (nas primeiras semanas fazia 3km chorando pra voltar pra casa)
* redução de doces, gluten e lactose
* alimentação mudou muito (hoje como mais e melhor)
* redução quase a zero de dores de cabeça (era quase diária) e peso nas pernas.

Essa conversa foi importante para que eu pudesse adotar uma postura mais compassiva e de menor autocobrança. Há momentos que precisamos encontrar validação externa quando nós mesmos não conseguimos.

Resumindo, a mudança ela está acontecendo e eu preciso alinhar minhas expectativas de acordo com o ritmo dos meus passos - buscando a excelência (e nao correr com meus passos em direção a altas expectativas - perfeccionismo).

Fatores de vulnerabilidade emocional podem favorecer a vivência de momentos de sobrecarga emocional e, com isso, algumas...
12/08/2026

Fatores de vulnerabilidade emocional podem favorecer a vivência de momentos de sobrecarga emocional e, com isso, algumas situações podem se tornar mais desafiadoras.

Pessoas que apresentam características de perfeccionismo podem perceber eles exacerbados nesse contexto: críticas mais intensas e frequentes, percepção maior de erros, atenção diminuída que afeta o desempenho, maior exigência consigo e com os outros, aumento da raiva e/ou da vergonha.

Nesses momentos, conseguirmos perceber nosso movimento perfeccionista é o primeiro passo. Após, precisamos entender que o momento é mais sensível e que nós estamos em intensidade emocional que precisa de maior compassividade. Tentar aumentar a produção, fazer mais para tentar ser melhor pode ser uma tentativa inefetiva.

Intensidade emocional de 7 a 10 requerem habilidades de Tolerância ao Mal-Estar como Autoacalmar, Melhorar o momento e Distração. O foco aqui é não piorar o momento. Quando a estabilidade emocional for alcançada, podemos retomar a rota e seguir nossas atividades; até avaliar se precisamos rever nossas prioridades e formas de lidar.

Buscar a excelência em situações como essa pode ser exatamente ser excelente na compaixão consigo mesmo.

Você está fazendo o melhor que pode e pode melhorar.Dois pressupostos em DBT que ajudam a equilibrar aceitação e mudança...
08/08/2026

Você está fazendo o melhor que pode e pode melhorar.

Dois pressupostos em DBT que ajudam a equilibrar aceitação e mudança.

O desejo é que saibamos reconhecer nossos esforços, dificuldades e conquistas. Somado a isso, desejar e buscar mudanças que sejam efetivas e construir uma vida que vale a pena.

Fazer isso de forma gentil e compassiva nos impulsiona a buscar a excelência.

Só que se isso vier com sofrimento, invalidação e punição, temos o alerta de que entramos na busca pelo perfeccionismo.

O perfeccionismo é:
“Só posso me considerar boa o suficiente quando fizer tudo perfeitamente.”

Já a busca pela excelência:
“Faço o melhor que posso e continuar aprendendo a fazer melhor, reconhecendo os avanços e alinhanando as expectativas com o contexto.”

Isso vale para nossos pacientes — e também para nós, psicólogos.
Porque buscar excelência clínica não significa nunca errar, saber tudo ou conduzir cada sessão perfeitamente.Significa estar disponível para aprender, receber feedback, buscar supervisão, desenvolver habilidades e continuar construindo uma prática cada vez melhor.

Adiar tarefas por acreditar não estar boa o suficiente ou ter dificuldade em celebrar avanços por só enxergar o que pode...
03/08/2026

Adiar tarefas por acreditar não estar boa o suficiente ou ter dificuldade em celebrar avanços por só enxergar o que poderia ter sido melhor podem desencadear sofrimento emocional.

O perfeccionismo faz a pessoa acreditar que seu valor depende do desempenho. Por isso, ele costuma vir acompanhado de medo de errar, autocrítica intensa e da sensação de que nada nunca é suficiente.

Isso é diferente de buscar excelência.

A excelência está relacionada ao compromisso com a qualidade e com o aprendizado, a flexibilidade e a aceitação de que errar faz parte do processo.

Essa diferença também é importante para nós, psicólogos. Cuidamos de pessoas todos os dias, e também podemos cair na armadilha de acreditar que precisamos acertar sempre, saber tudo ou conduzir sessões impecáveis.

A boa prática clínica não exige perfeição. Ela exige estudo contínuo, ética, supervisão, abertura para aprender e disposição para crescer.

E você psi, tem buscado ser excelente ou ser perfeito?

Endereço

Rua 31, 1252, Sala 05, Conj Castelo Branco/Parque Dez
Manaus, AM
69055490

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