30/10/2020
.medicinareprodutiva with Hoje, sabe-se que os fatores masculinos e femininos têm taxas semelhantes nos casos de infertilidade, com grandes possibilidades de o masculino ser ainda mais prevalente.
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A OMS (Organização Mundial da Saúde) define a infertilidade como um período maior do que 12 meses de tentativas malsucedidas de gravidez com relações se***is regulares e sem uso de contraceptivos.
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Classifica-se a infertilidade conjugal em 4 fatores e taxas de prevalência:
👨🏻 Fator masculino com 40%;
👩🏻 Fator feminino com outros 40%;
👫 Fatores da combinação do casal com 10%;
❓ ISCA (infertilidade sem causa aparente) com 10%.
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A infertilidade masculina está principalmente relacionada à baixa quantidade e/ou qualidade dos espermatozoides.
Condições como a oligozoospermia (quantidade baixa de gametas no sêmen) ou azoospermia (ausência de espermatozoides no sêmen) são algumas das principais causas. Nesses casos, a FIV pode ser uma caminho para a gravidez do casal.
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Já a infertilidade feminina apresenta uma gama maior de causas, incluindo: endometriose, pólipos endometriais, trombofilia, miomas uterinos, hábitos de vida não saudáveis, sobrepeso, sedentarismo e ISTs. Mas a principal causa é a ausência de ovulação, chamada de anovulação. Sua característica é a irregularidade menstrual, resultante de alterações hormonais, muitas provenientes da síndrome dos ovários policísticos (SOP).
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Os fatores conjugais de infertilidade podem acontecer mesmo que ambos não sejam inférteis de forma isolada. Embora rara, a combinação de suas respectivas condições pode propiciar a impossibilidade de ter filhos.
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ISCA, a infertilidade sem causa aparente, é um termo adotado pela ciência para agrupar as causas ainda desconhecidas de infertilidade de um casal, descartados os diagnósticos de fatores masculino, feminino e conjugais. As diversas técnicas de reprodução assistida são possibilidades de tratamento para a ISCA: relação sexual programada (RSP), inseminação intrauterina (IIU) e fertilização in vitro (FIV).