Consultório de Psicologia - Psicóloga Raquel Navarro

Consultório de Psicologia - Psicóloga Raquel Navarro Psicoterapia Individual, Psicoterapia de casal, Psicoterapia familiar, grupoterapia, assuntos de psi

Psicoterapia individual (infantil, adolescente e adulto), Psicoterapia de casal e familiar, grupoterapia

19/07/2026
02/07/2026
Alguém se identifica com esse novo tipo de personalidade?
15/06/2026

Alguém se identifica com esse novo tipo de personalidade?

1. O estudo de 85 anos da Harvard revelou que casamentos duradouros não se sustentam em sentimentos cinematográficos, ma...
06/06/2026

1. O estudo de 85 anos da Harvard revelou que casamentos duradouros não se sustentam em sentimentos cinematográficos, mas na capacidade de conviver com as particularidades do outro. Casais que permaneceram juntos por décadas não tentavam “reeducar” um ao outro.
Uma mulher disse: “Ele ronca há 40 anos e eu parei de brigar com isso.” A base era a aceitação, não flores ou serenatas.

2. O segundo padrão é saber deixar os conflitos passarem, ao invés de se aprofundar em cada detalhe. Casais que discutiam sobre tudo e brigavam para provar quem estava certo se separavam com mais frequência. Aqueles que permitiam que algumas coisas ficassem sem serem ditas duravam mais. Um marido confessou: “Aprendi a ficar quieto quando ela está chateada, e no dia seguinte já estamos rindo novamente.” Não era amor que o mantinha, mas o entendimento de que a paz valia mais que vencer.

3. Outro fator oculto era a rapidez para se reconciliar após as brigas. Psicólogos da Harvard identificaram que, em casamentos sólidos, sempre havia um parceiro que fazia as pazes primeiro, mesmo se acreditasse estar certo. Era como “sacrificar o ego pela tranquilidade”. Como resultado, essas pessoas apresentavam melhor saúde, memória mais clara e maior satisfação com a vida. Não se tratava de romance, mas de um mecanismo funcional.

4. O verdadeiro elo era a mentalidade de “nós contra o mundo”. Casamentos com mais de 30 anos frequentemente resistiram à pobreza, dívidas, pressões familiares ou gerir um negócio juntos. As pessoas disseram: “Conseguimos porque permanecemos unidos contra tudo”. Não foram os filhos ou a paixão, mas as batalhas compartilhadas que os tornaram inabaláveis, criando um vínculo mais forte que promessas.

5. E uma última surpresa: a capacidade de suportar crises.
Todo casamento tem momentos críticos, mas aqueles que não tomaram decisões precipitadas frequentemente observaram que, depois de seis meses, a tempestade passava. “Decidi não agir, e tudo passou” foi a resposta mais comum. Harvard concluiu: casamentos duradouros sobrevivem pela paciência em momentos que tudo parece perdido.

Não é sobre contos de fadas e tudo ser flores, mas é sobre decidir permanecer.

Relacionamentos e qual o melhor momento para se relacionar?
30/05/2026

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Entendendo a dinâmica do casal!
14/05/2026

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Parte 2 O alívio do afastamento costuma vir acompanhado de uma tristeza persistente.Não é apenas saudade do que foi vivi...
15/03/2026

Parte 2 O alívio do afastamento costuma vir acompanhado de uma tristeza persistente.
Não é apenas saudade do que foi vivido, mas o luto por uma relação que nunca conseguiu ser como se desejava. É a perda da expectativa de uma família idealizada. Família

Essa dor nem sempre é intensa, mas costuma ser constante, permanecendo como um fundo emocional que, com o tempo, tende a se transformar e suavizar, embora raramente desapareça por completo.

Julgamentos externos e culpa emocional

Além do impacto interno, existe também a pressão social.

A família ainda é vista como um valor central, e se afastar dela pode gerar críticas, incompreensão e questionamentos.

Muitas pessoas sentem-se obrigadas a se explicar ou a justificar a própria escolha, como se cuidar de si fosse algo condenável.

Em contextos culturais onde os laços familiares são considerados intocáveis, esse afastamento pode provocar uma culpa profunda.

A pessoa passa a viver um conflito constante entre o desejo de se sentir bem emocionalmente e o medo de magoar ou decepcionar os outros.

Lidar com esse dilema exige tempo, paciência e, sobretudo, compaixão consigo mesmo.

Criar novos vínculos e redefinir o conceito de família

Com o rompimento, surge também uma oportunidade de reconstrução. Família

A ausência da família tradicional leva muitas pessoas a repensarem o significado de pertencimento.

Amigos próximos, parceiros, colegas confiáveis ou figuras de apoio passam a ocupar esse espaço afetivo, formando uma rede baseada em respeito, escuta e acolhimento mútuo.

Especialistas recomendam buscar apoio profissional durante esse processo.

A terapia ou grupos de apoio ajudam a organizar os sentimentos, fortalecer a autoestima e estabelecer limites mais saudáveis.

Definir claramente o que se espera das relações e reconhecer as próprias necessidades é essencial, especialmente para quem considera, no futuro, reavaliar esses vínculos familiares.

Seguir em frente no próprio ritmo, cercado de relações mais seguras e conscientes, pode transformar uma experiência dolorosa em um importante caminho de amadurecimento.

Romper com a família pode gerar três impactos profundos, segundo especialistas - parte 1Cortar os laços familiares pode ...
15/03/2026

Romper com a família pode gerar três impactos profundos, segundo especialistas - parte 1

Cortar os laços familiares pode ter consequências que você não imagina.

A decisão de se afastar da própria família raramente é simples ou repentina.

Na maioria dos casos, ela é resultado de um longo acúmulo de conflitos, frustrações, desgaste emocional e da necessidade urgente de preservar a própria saúde mental.

Quando o distanciamento finalmente acontece, surgem mudanças internas importantes — algumas previsíveis, outras surpreendentes — que influenciam diretamente a forma como a pessoa vive, sente e se relaciona com o mundo.

Afastamento como forma de proteção emocional

Diferente do que muitos imaginam, romper vínculos familiares não costuma ser um ato impulsivo.

Terapeutas explicam que, na maior parte das vezes, trata-se de uma estratégia de defesa emocional.

Quando a convivência passa a gerar sofrimento constante, ansiedade, culpa ou sensação de esgotamento, criar distância torna-se uma maneira de se proteger.

Para muitos, essa escolha representa o último recurso possível para recuperar o equilíbrio interno e voltar a ouvir as próprias necessidades, como se fosse necessário parar tudo para não entrar em colapso.

Alívio inicial acompanhado de um luto silencioso

Um dos efeitos mais comuns desse rompimento é a coexistência de sentimentos opostos.

De início, surge um alívio genuíno. A ausência de conflitos frequentes reduz o estresse, a tensão emocional diminui e o cotidiano parece mais leve.

Algumas pessoas relatam, inclusive, uma sensação de segurança e tranquilidade que não sentiam há muito tempo.

No entanto, esse alívio costuma vir acompanhado de uma tristeza persistente.

“Você sabia que a terapia psicológica e o EMDR podem ajudar a tratar diversos tipos de trauma? Vem comigo conhecer os ma...
12/08/2025

“Você sabia que a terapia psicológica e o EMDR podem ajudar a tratar diversos tipos de trauma? Vem comigo conhecer os mais comuns!”

Traumas não resolvidos podem impactar sua vida diária. Psicólogos usam técnicas diversas para ajudar a superar esses desafios.

“O abuso físico e emocional deixa marcas profundas. O EMDR ajuda a ressignificar essas experiências e aliviar o sofrimento.”

“Acidentes e violência urbana podem causar medo e insegurança. A psicoterapia promove a recuperação da sensação de segurança.”

“A perda de entes queridos ou situações importantes podem gerar um luto prolongado. A terapia é um apoio fundamental nesse processo.”

“Sentimentos de abandono e rejeição afetam a autoestima e as relações. A terapia auxilia na reconstrução da confiança.”

“Traumas relacionados ao abuso sexual exigem cuidado especializado. EMDR é uma técnica eficaz para ajudar na recuperação.”

“O Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) pode ser tratado com psicoterapia e EMDR, trazendo alívio dos sintomas.”

“Não deixe que o trauma controle sua vida. Agende uma consulta agora e dê o primeiro passo para a sua cura! Psicóloga Raquel Navarro -tel 92-99169-6253

15/06/2025

Segundo a jornalista Eliane Brum, "há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade. Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede". Entenda. A história completa está no primeiro comentário.

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