Luciana Mendes - Compulsão Alimentar

Luciana Mendes - Compulsão Alimentar Procuramos criar um ambiente que ofereça uma sensação de esperança acompanhada de uma mudança de comportamento.

Tem mulher que passou a vida inteira dizendo: “Eu não preciso de ninguém.”Mas talvez essa frase tenha começado quando el...
08/08/2026

Tem mulher que passou a vida inteira dizendo: “Eu não preciso de ninguém.”
Mas talvez essa frase tenha começado quando ela mais precisou de alguém.

Ela aprendeu cedo a ser forte.
A não pedir.
A não esperar.
A resolver.
A engolir o choro e seguir.

Talvez tenha crescido com um pai ausente.
Ou com um pai presente fisicamente, mas emocionalmente distante.

Talvez tenha passado anos tentando ser a filha que finalmente seria vista, elogiada, escolhida, protegida.

E aquela menina cresceu.

Virou uma mulher competente, independente, responsável, que cuida de todo mundo.

Mas que, quando chega em casa cansada, frustrada, sozinha ou emocionalmente esgotada, encontra na comida um lugar onde finalmente pode baixar a guarda.

É por isso que, em algumas histórias, falar de compulsão alimentar, comer emocional e dificuldade para emagrecer exige olhar para muito além do prato.

Não signif**a que toda mulher acima do peso tenha uma ferida paterna.

Signif**a que o corpo e a comida também podem carregar capítulos da nossa história emocional.

E talvez você esteja há anos tentando controlar justamente aquilo que aprendeu a usar para se consolar.

Você não está carregando apenas gordura.
Talvez esteja carregando uma história.

E histórias não precisam ser julgadas.
Precisam ser compreendidas, cuidadas e ressignif**adas.

Quero te fazer uma pergunta bem pessoal:

Se você pudesse dizer UMA frase para o seu pai hoje, sem medo da resposta dele, o que diria?

Se sentir confortável, escreva nos comentários.
Talvez a sua frase faça outra mulher perceber que ela não está sozinha nessa história.

E se esse post te fez lembrar de alguém, envie para ela. Às vezes, sentir-se vista é o começo de uma mudança.

Se você já emagreceu e voltou a engordar… talvez isso doa um pouco de ler.Você não fracassou porque faltou disciplina.Vo...
05/08/2026

Se você já emagreceu e voltou a engordar… talvez isso doa um pouco de ler.

Você não fracassou porque faltou disciplina.

Você fracassou porque tentaram tratar apenas o seu peso.

Ninguém perguntou o que a comida fazia por você.

Ela acalmava sua ansiedade?

Preenchia a solidão?

Era sua recompensa depois de um dia difícil?

Era o único momento em que você sentia conforto?

Enquanto essas perguntas não forem respondidas, qualquer emagrecimento f**a vulnerável.

Porque ninguém volta a engordar por esquecer como fazer dieta.

A maioria volta porque, diante da primeira crise, recorre à única estratégia que aprendeu durante anos: comer para aliviar o que sente.

Foi por isso que, depois de anos atendendo mulheres com compulsão alimentar, obesidade e efeito sanfona, eu parei de acreditar que o sucesso do emagrecimento depende apenas de um bom plano alimentar.

O verdadeiro diferencial está em aprender a viver sem precisar que a comida carregue emoções que nunca deveriam ter sido responsabilidade dela.

É isso que a psicologia faz.

Ela não muda apenas o número da balança.

Ela muda a relação que você tem com você mesma.

E quando essa relação muda…

o emagrecimento deixa de ser uma luta diária e passa a ser consequência.

Se esse texto descreveu a sua história, não guarde só para você. Compartilhe com aquela mulher que já tentou emagrecer tantas vezes que começou a acreditar que o problema era ela.

A caneta pode diminuir a fome. Mas ela não ensina ninguém a lidar com o vazio.Nos últimos meses, tenho acompanhado cada ...
04/08/2026

A caneta pode diminuir a fome. Mas ela não ensina ninguém a lidar com o vazio.

Nos últimos meses, tenho acompanhado cada vez mais mulheres que usam Ozempic, Mounjaro, tirzepatida e outras canetas emagrecedoras.

E uma frase começou a aparecer repetidamente no consultório:

“Eu não penso mais em comida… mas agora não sei o que fazer com as minhas emoções.”

Isso não signif**a que a medicação seja ruim.

Pelo contrário.

Ela pode ser uma ferramenta extremamente importante no tratamento da obesidade e da compulsão alimentar quando bem indicada.

Mas existe uma parte do processo que nenhum medicamento consegue fazer por você.

A comida, muitas vezes, não ocupava apenas o lugar da fome.

Ela ocupava o lugar do conforto.

Da recompensa.

Do alívio.

Da companhia.

Quando esse espaço f**a vazio, muitas mulheres percebem que o maior desafio não era emagrecer.

Era aprender a viver sem depender da comida para regular as próprias emoções.

É exatamente aí que entra a psicologia do emagrecimento.

Porque tratar apenas o corpo e esquecer a mente é uma das razões pelas quais tantas pessoas continuam sofrendo, mesmo depois de perder peso.

💬 Quero saber de você.

Se você usa ou já usou uma caneta emagrecedora, percebeu alguma mudança além da redução da fome?

Sua experiência pode ajudar outras mulheres que estão vivendo esse processo.

📩 E se você sente que a sua relação com a comida sempre foi muito maior do que apenas “gostar de comer”, me envie uma mensagem. Talvez esteja na hora de tratar a raiz, e não apenas o sintoma.

Salve este post para reler depois e compartilhe com alguém que está usando uma caneta emagrecedora.

Se você já tentou emagrecer dezenas de vezes e sempre volta ao mesmo lugar… talvez o problema nunca tenha sido a sua for...
29/07/2026

Se você já tentou emagrecer dezenas de vezes e sempre volta ao mesmo lugar… talvez o problema nunca tenha sido a sua força de vontade.

A maioria das mulheres que chegam até mim acredita que falta disciplina.

Mas, depois de anos atendendo mulheres com compulsão alimentar, comer emocional, obesidade e efeito sanfona, eu percebi um padrão:

Elas não fracassam porque gostam de comer.

Elas comem para aliviar o que ainda dói.

Enquanto você tentar controlar apenas a comida, sem cuidar da ansiedade, da culpa, da autocobrança, da solidão ou das feridas emocionais, o ciclo tende a se repetir.

O verdadeiro emagrecimento começa quando você entende que a sua fome nem sempre é de comida.

É por isso que algumas mulheres conseguem perder peso e, mesmo assim, continuam presas à mesma relação de sofrimento com o próprio corpo.

Se esse texto fez sentido para você, compartilhe com alguém que vive dizendo:

“Eu sei o que preciso fazer… só não consigo manter.”

Talvez ela não precise de mais uma dieta.

Talvez ela precise de um novo olhar para a própria história. 🤍

27/07/2026

Responda apenas com SIM ou NÃO. Sem tentar justif**ar.

1.

Você sente culpa depois de comer algo que considera “fora da dieta”?

2.

Você vive prometendo que segunda-feira vai começar de novo?

3.

Você pensa em comida mais do que gostaria?

4.

Você sente que perde o controle quando começa a comer determinados alimentos?

5.

O seu humor muda dependendo do número da balança?

6.

Você come para aliviar ansiedade, estresse, tristeza ou solidão?

7.

Você emagrece… mas nunca consegue manter o resultado?

8.

Depois de exagerar, sente que precisa compensar fazendo jejum, restringindo ou treinando mais?

9.

Você sente que a comida ocupa espaço demais nos seus pensamentos e na sua vida?

Se você respondeu “sim” para várias perguntas, talvez o problema não seja a comida.

Talvez seja a relação que você construiu com ela.

Porque uma relação saudável com a comida não é viver em guerra o tempo todo.

É conseguir comer sem culpa.
Sem medo.
Sem sentir que cada refeição decide o seu valor.

E é exatamente isso que a terapia ajuda a reconstruir.

Agora me conta uma coisa: quantas respostas “sim” você teve?

Ou, se preferir, me envie uma mensagem no direct. Às vezes, uma conversa é o primeiro passo para sair desse ciclo.

23/07/2026

Você já percebeu que, quando começa uma dieta, não sente apenas vontade de comer?

Você sente falta.

E isso muda tudo.

Porque a saudade não é da pizza, do chocolate ou do pão.

Na maioria das vezes, é da sensação que a comida proporcionava.

Era ela que estava ali quando você se sentia sozinha.

Quando o dia tinha sido difícil.

Quando ninguém perguntava se você estava bem.

Quando o cansaço era tão grande que comer parecia o único momento de conforto.

É por isso que tantas mulheres acreditam que não têm disciplina.

Mas, na verdade, estão tentando se despedir da principal estratégia que aprenderam para aliviar a própria dor.

Enquanto você continuar brigando apenas com a comida, vai parecer que está perdendo alguém importante.

Porque o problema nunca foi só o que estava no prato.

Era o lugar que a comida ocupava na sua vida.

E é justamente esse lugar que precisa ser cuidado.

Se essa mensagem fez sentido para você, compartilhe com uma mulher que vive presa no ciclo das dietas e da culpa. Talvez ela descubra hoje que nunca lhe faltou força de vontade. Faltou acolhimento para a dor que ela tentava alimentar.

E, se você sente que essa é a sua história, me envie uma mensagem. Você não precisa enfrentar isso sozinha. 🤍

Você não quer, de verdade, o corpo da Shakira.Você quer sentir a liberdade, a confiança e a leveza que acredita que aque...
22/07/2026

Você não quer, de verdade, o corpo da Shakira.

Você quer sentir a liberdade, a confiança e a leveza que acredita que aquele corpo representa.

Mas existe uma armadilha nisso.

Enquanto você tenta copiar o resultado de outra mulher, ignora completamente a vida que existe por trás daquele resultado.

A rotina.

O tempo.

Os recursos.

As prioridades.

E, principalmente, a realidade.

É exatamente nessa comparação que muitas mulheres entram no ciclo do efeito sanfona.

Começam uma dieta extremamente rígida.

Tentam seguir uma rotina impossível.

Não conseguem sustentar.

Sentem culpa.

E usam a comida para aliviar a dor que a própria comparação criou.

Percebe?

O problema nunca foi falta de força de vontade.

Também nunca foi só a comida.

O problema é tentar construir um corpo que não combina com a vida que você tem.

Você não precisa do corpo da Shakira.

Você precisa de um corpo que faça sentido para a sua rotina.

Um corpo que permita viajar, sair para jantar com a família, brincar com seus filhos, viver sem culpa e sem viver em guerra com a comida.

Porque o melhor emagrecimento não é o mais rápido.

É aquele que permanece quando a motivação acaba.

✨ Agora me conta uma coisa:

Você já se comparou com o corpo de alguma famosa e sentiu que nunca seria suficiente?

Escreva “eu já” nos comentários. Quero ler sua história.

💗 E se esse carrossel fez você pensar em uma amiga que vive presa entre dietas, culpa e efeito sanfona, compartilhe com ela. Talvez seja exatamente a mensagem que ela precisava ler hoje.

21/07/2026

Você já percebeu que a meta nunca chega?

Você emagrece e dizem que ainda falta.
Você muda o corpo e aparece uma nova exigência.
Você alcança um objetivo e, de repente, o padrão já mudou outra vez.

Foi exatamente isso que a história da Nicola Coughlan escancarou.

Mesmo emagrecendo, treinando e protagonizando uma das séries mais assistidas do mundo, ela continuou sendo rotulada pelo tamanho do próprio corpo.

E talvez seja por isso que tantas mulheres vivem cansadas.

Porque passam anos acreditando que a felicidade está no próximo quilo perdido.

Mas a verdade é que nenhuma balança consegue curar uma mente que aprendeu a acreditar que nunca é suficiente.

A obesidade, a compulsão alimentar, o efeito sanfona e o comer emocional não são apenas sobre comida. Muitas vezes, são o reflexo de uma relação dolorosa com o próprio corpo e consigo mesma.

Enquanto você continuar entregando sua autoestima nas mãos da opinião dos outros, sempre vai existir alguém dizendo que ainda falta alguma coisa.

A pergunta não é: “Quanto eu preciso emagrecer?”

A pergunta é: “Quando eu vou parar de medir o meu valor pelo meu corpo?”

Se esse vídeo fez você refletir, compartilhe com uma mulher que precisa ouvir isso hoje.

E me conta nos comentários: você já sentiu que, por mais que se esforçasse, nunca era suficiente?

🤍 Siga meu perfil se você quer aprender a vencer a compulsão alimentar, sair do efeito sanfona e construir uma relação mais leve com a comida e com o seu corpo. Aqui, a transformação começa na mente.

17/07/2026

Um dos maiores erros que vejo mulheres cometerem é tentar vencer a compulsão na força do ódio.

Elas brigam com a vontade.
Brigam com a comida.
Brigam com elas mesmas.

E acabam exaustas.

A compulsão não enfraquece quando você se ataca.
Ela enfraquece quando você entende o que está tentando aliviar.

Por trás de muitas compulsões existe uma necessidade legítima pedindo atenção.

Talvez não seja comida o que você precisa.

Talvez seja descanso.
Talvez seja acolhimento.
Talvez seja simplesmente parar.

Salve este conteúdo para reler no próximo momento difícil.

E envie para aquela pessoa que vive dizendo:
‘Eu sei o que preciso fazer, mas na hora eu não consigo.”

Endereço

Manaus, AM

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