Dra. Joseane Vasconcellos

Dra. Joseane Vasconcellos Médica Fisiatra
Dor e Reabilitação Neurológica
Título Especialista Medicina Física e Reabilitação

Reabilitação não é trabalho de uma profissão só.No meu trabalho como fisiatra, eu avalio o paciente de forma global, ide...
27/08/2026

Reabilitação não é trabalho de uma profissão só.

No meu trabalho como fisiatra, eu avalio o paciente de forma global, identifico suas limitações e potencialidades e, junto com a equipe, defino os objetivos da reabilitação.

A fisioterapia atua diretamente sobre movimento, força, mobilidade e capacidade física. A terapia ocupacional ajuda o paciente a transformar essas capacidades em mais independência para realizar as atividades do dia a dia.

São olhares diferentes, mas que se complementam. E quando trabalhamos juntos, conseguimos construir um cuidado mais individualizado e conectado àquilo que realmente importa para cada pessoa.

Para mim, reabilitar não é apenas melhorar uma função do corpo. É ajudar o paciente a recuperar possibilidades, autonomia e qualidade de vida.

Se alguma limitação física está interferindo na sua rotina, posso avaliar o seu caso e, junto com você, entender quais caminhos de reabilitação podem fazer sentido.

Agende sua avaliação.

25/08/2026
Depois de um AVC, cada pessoa pode apresentar dificuldades diferentes.Algumas têm alterações no movimento. Outras enfren...
20/08/2026

Depois de um AVC, cada pessoa pode apresentar dificuldades diferentes.

Algumas têm alterações no movimento. Outras enfrentam perda de força, dificuldade para caminhar, alterações no equilíbrio, dor ou espasticidade.

É por isso que a reabilitação precisa olhar para o paciente como um todo.

O neurologista acompanha a condição neurológica e seu tratamento. O fisiatra avalia como essas alterações estão afetando a funcionalidade e ajuda a definir os objetivos e o plano de reabilitação, junto com a equipe terapêutica.

São olhares diferentes, mas que se complementam.

Porque, na reabilitação, não existe apenas o diagnóstico.

Existe uma pessoa com uma história, uma rotina, desejos e objetivos que precisam ser considerados no cuidado.

Cada criança tem seu próprio jeito e seu próprio tempo para descobrir o mundo.Mas quando percebemos que algumas etapas d...
18/08/2026

Cada criança tem seu próprio jeito e seu próprio tempo para descobrir o mundo.

Mas quando percebemos que algumas etapas do desenvolvimento estão acontecendo de forma diferente do esperado, é importante olhar com atenção e buscar entender o que essa criança precisa.

O trabalho conjunto entre pediatra e fisiatra pode contribuir para essa avaliação, identificando dificuldades e potencialidades e, quando necessário, direcionando para as terapias que podem estimular o desenvolvimento neuropsicomotor.

O objetivo não é comparar uma criança com outra.

É ajudá-la a desenvolver suas capacidades, conquistar novas habilidades e, aos poucos, ganhar mais autonomia.

Porque quando cuidamos cedo, não estamos tentando acelerar a infância.

Estamos oferecendo à criança mais possibilidades para crescer e se desenvolver da melhor maneira possível.

Durante o tratamento do câncer, a dor pode ocupar um espaço muito grande na vida do paciente.Ela pode dificultar os movi...
14/08/2026

Durante o tratamento do câncer, a dor pode ocupar um espaço muito grande na vida do paciente.

Ela pode dificultar os movimentos, diminuir a disposição, atrapalhar o sono e até fazer com que atividades simples do dia a dia deixem de ser possíveis.

O trabalho conjunto entre o oncologista e o fisiatra pode ajudar nesse caminho.

Enquanto o oncologista cuida do tratamento da doença, o fisiatra pode atuar no controle da dor e nas limitações que ela provoca, ajudando o paciente a se movimentar melhor, preservar sua independência e manter sua qualidade de vida.

Porque cuidar também é olhar para a pessoa por inteiro.

E, mesmo durante um tratamento difícil, ajudar o paciente a viver melhor faz parte do cuidado.

Quando uma amputação é necessária, a cirurgia é apenas uma parte do caminho.A definição do nível de amputação precisa co...
11/08/2026

Quando uma amputação é necessária, a cirurgia é apenas uma parte do caminho.

A definição do nível de amputação precisa considerar as condições vasculares e a possibilidade de cicatrização — mas, no meu olhar como fisiatra, ela também precisa considerar o que vem depois: reabilitação, mobilidade, independência e, quando indicada, protetização.

É por isso que defendo tanto a atuação conjunta entre cirurgião vascular e fisiatra nesse momento. Enquanto o cirurgião avalia as condições necessárias para o procedimento, eu entro olhando para a funcionalidade: qual nível de amputação vai permitir a melhor reabilitação possível para aquele paciente específico.

Meu objetivo é simples: o cuidado não pode terminar na resolução do problema vascular. Também é preciso pensar, desde o início, no paciente que queremos ajudar a recuperar depois.

Se você ou alguém da sua família está passando por esse processo, agende uma consulta e vamos traçar juntos o melhor caminho de reabilitação.

Você pode treinar com boa técnica, controlar a carga e executar cada movimento com atenção — mas, sem recuperação adequa...
06/08/2026

Você pode treinar com boa técnica, controlar a carga e executar cada movimento com atenção — mas, sem recuperação adequada, o corpo continua mais vulnerável.

O sono participa da recuperação muscular, da atenção, da coordenação e da tomada de decisões durante o exercício. Em um estudo com atletas adolescentes, aqueles que dormiam menos de oito horas por noite apresentaram uma probabilidade 1,7 vez maior de terem sofrido uma lesão esportiva, quando comparados aos que dormiam oito horas ou mais.

Por isso, na prevenção e na reabilitação, não devemos observar apenas o treino. Também precisamos avaliar a rotina, o descanso e os hábitos que acompanham o paciente fora da academia.

Dormir bem não substitui orientação, técnica ou acompanhamento profissional. Mas é uma parte importante do processo de recuperação e do cuidado com o movimento.

Seu sono tem acompanhado a intensidade dos seus treinos?

Depois de uma lesão, uma cirurgia ou uma condição neurológica, é comum pensar que a recuperação tem um limite.Mas o cére...
04/08/2026

Depois de uma lesão, uma cirurgia ou uma condição neurológica, é comum pensar que a recuperação tem um limite.

Mas o cérebro continua aprendendo ao longo da vida.

Com os estímulos certos, ele é capaz de reorganizar conexões e desenvolver novas estratégias para recuperar movimentos, equilíbrio e funcionalidade.

É esse processo, chamado neuroplasticidade, que torna a reabilitação possível para muitas pessoas.

Cada pequeno avanço representa um novo caminho sendo construído.

➡️ Neste carrossel, explico como esse mecanismo funciona e por que ele é um dos pilares da reabilitação em fisiatria.

Se você está passando por um processo de recuperação ou conhece alguém nessa situação, procure uma avaliação especializada. O tratamento começa entendendo como o seu corpo se movimenta hoje para construir os próximos passos da sua evolução.

"Seu exame está normal."Muitas pessoas recebem essa notícia esperando sair tranquilas, mas continuam convivendo com dor,...
30/07/2026

"Seu exame está normal."

Muitas pessoas recebem essa notícia esperando sair tranquilas, mas continuam convivendo com dor, dificuldade para caminhar, perda de força ou limitações nas atividades mais simples.

E isso pode gerar uma sensação frustrante: "Se o exame não mostrou nada, por que continuo sentindo que meu corpo não está bem?"

A resposta é que exames de imagem mostram estruturas. Eles são ferramentas importantes, mas nem sempre conseguem explicar como o corpo está funcionando.

Na fisiatria, a avaliação vai além das imagens. A forma como você caminha, levanta da cadeira, sobe escadas, mantém o equilíbrio ou utiliza os braços também fornece informações fundamentais para o diagnóstico.

O movimento revela detalhes que nenhum exame consegue registrar sozinho.

Por isso, olhar apenas para a imagem nem sempre é suficiente. É preciso compreender a pessoa, sua rotina e a maneira como o corpo responde aos desafios do dia a dia.

Porque recuperar a função é devolver autonomia, segurança e qualidade de vida.

Se você já ouviu que "estava tudo normal" no exame, mas continua sentindo limitações, procure uma avaliação que considere também o seu movimento. Seu corpo pode estar mostrando sinais que vão muito além das imagens.

Nem todo tremor significa a mesma coisa.É comum que um tremor nas mãos desperte preocupação e, muitas vezes, o primeiro ...
29/07/2026

Nem todo tremor significa a mesma coisa.

É comum que um tremor nas mãos desperte preocupação e, muitas vezes, o primeiro pensamento seja: "Será que é Parkinson?"

Mas existem diferentes causas para esse sinal. Estresse, ansiedade, alguns medicamentos, alterações hormonais, tremor essencial e outras condições neurológicas também podem provocar movimentos involuntários.

Mais importante do que tentar descobrir sozinho a causa é observar quando o tremor apareceu, em quais situações ele acontece e se está interferindo nas suas atividades do dia a dia.

Na fisiatria, a avaliação vai além do sintoma. O movimento é analisado de forma global: como você escreve, segura um objeto, leva um copo à boca ou realiza tarefas simples da rotina. Esses detalhes ajudam a compreender o que está acontecendo e qual é a melhor estratégia de tratamento.

Nem todo tremor representa uma doença grave. Mas todo tremor persistente merece ser avaliado.

Entender a causa é o primeiro passo para recuperar segurança, confiança e qualidade de vida.

Você ou alguém próximo já percebeu um tremor que começou aos poucos? Compartilhe este conteúdo. Informação de qualidade também ajuda a reduzir o medo e a buscar o cuidado certo.

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Marília, SP

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