Unioss Banco de Tecido Ósseo

Unioss Banco de Tecido Ósseo Enxertos ósseos para odontologia
Segurança • Rastreabilidade • Previsibilidade clínica
Banco de tecidos autorizado
Para cirurgiões-dentistas e médicos

Referência mundial em fornecimento de tecido ósseo, a Unioss é responsável por mais da metade dos transplantes de ossos do Brasil

04/08/2026

O enxerto ósseo alógeno é apenas um preenchimento do defeito ósseo?

A evidência científica mostra que não.

Um ensaio clínico randomizado publicado na Clinical Implant Dentistry and Related Research demonstrou que o enxerto ósseo alógeno participa da remodelação óssea, integrando-se ao osso hospedeiro durante o processo de cicatrização.

Os resultados reforçam sua previsibilidade clínica:
• 94,76% de sobrevivência em 305 implantes instalados.
• Discreta ou nenhuma resposta inflamatória nas biópsias.
• Elevada taxa de sucesso com instalação dos implantes após 4 ou 6 meses, permitindo individualizar o protocolo conforme o caso clínico.

Esses achados fortalecem o papel do enxerto ósseo alógeno como alternativa ao osso autógeno, preservando a previsibilidade clínica e evitando um segundo sítio cirúrgico.

Não por acaso, é o enxerto mais utilizado nos Estados Unidos e em diversos países da Europa.

🔬 Compartilhe este conteúdo com outro cirurgião-dentista que valoriza decisões baseadas em evidência científica.

30/07/2026

O enxerto bovino e o enxerto ósseo alógeno chegam estéreis ao consultório.

Mas o caminho até esse resultado é completamente diferente.

E a principal diferença começa na origem do tecido e isso determina todo o processamento.

No enxerto bovino, o objetivo é remover praticamente todos os componentes orgânicos da matriz óssea. Por isso, o material passa por processos de desproteinização, altas temperaturas e esterilização.

Já o enxerto ósseo alógeno segue outra lógica.
Após limpeza e acelularização (remoção do conteúdo celular, reduzindo sua antigenicidade), o tecido é liofilizado preservando suas principais propriedades que garantem o sucesso nos tratamentos: as propriedades Osteoindutivas.
Na etapa final, recebe esterilização terminal por irradiação gama.

Embora ambos tenham como objetivo oferecer um material seguro para uso clínico, os protocolos de processamento são diferentes porque respondem a desafios biológicos distintos.

Você já parou pra pensar como é o processamento e o impacto desse enxerto ósseo no seu tratamento?
Compartilhe sua experiência nos comentários.

29/07/2026

Você já viu esse caso clínico?

O cirurgião dentista que utiliza enxerto ósseo alógeno da UNIOSS não está apenas escolhendo um material, mas incorporando um protocolo técnico baseado em previsibilidade e rastreabilidade.
Cada etapa do processamento, da seleção do doador à esterilização terminal, reduz variáveis biológicas e padroniza o comportamento do enxerto durante a regeneração óssea.
Na prática, isso transforma a escolha do material em parte de uma técnica cirúrgica estruturada, onde o controle do processo passa a ser tão relevante quanto a execução clínica.

A seguir, o Dr Adriano Zacardi | Resina Estética i compartilha como ele aplica essa lógica técnica no consultório, integrando o enxerto ósseo UNIOSS no seu dia a dia cirúrgico.

Dr Adriano Zacardi
CRO/RO 1077

21/07/2026

Se um enxerto servisse apenas para preencher um defeito ósseo, por que encontraríamos osteócitos funcionais no tecido regenerado?

Essa é uma discussão recorrente na literatura científica.
Alguns biomateriais (como o enxerto ósseo bovino e sintéticos) são descritos como preenchedores de espaço.

Eles não têm capacidade de formação óssea, ou seja, possuem participação biológica limitada na regeneração.

No entanto, quando analisamos as evidências sobre o enxerto ósseo alógeno, encontramos achados que ampliam essa compreensão.

🚀 Revisões sistemáticas indicam que o enxerto ósseo alógeno não atua apenas como um material de preenchimento.

Ele está associado à indução e diferenciação celular para a formação de um tecido biologicamente integrado, com células funcionalmente ativas durante a regeneração.

Para o cirurgião-dentista, esse aspecto é relevante porque a escolha do material não deve considerar apenas o volume ósseo obtido, mas sim, a qualidade biológica do tecido formado e sua integração ao osso do paciente ao longo da cicatrização.

E na sua prática clínica?

Você considera apenas o volume regenerado ou também o comportamento biológico do enxerto durante o processo de remodelação óssea?

Compartilhe sua experiência nos comentários.

16/07/2026

Se todo enxerto fosse apenas um “preenchedor”, por que alguns conseguem reconstruir mais de 10 mm de altura óssea e outros não?

Quando o objetivo é ganho vertical, a literatura mostra que nem todos os biomateriais apresentam o mesmo comportamento biológico.

Estudos demonstram ganhos verticais superiores a 10 mm, inclusive em casos de atrofia severa, quando o cirurgião dentista utiliza enxerto ósseo alógeno.

Em uma dessas publicações, pacientes com altura óssea inicial entre 4 e 10 mm obtiveram um ganho médio de 11,2 ± 3,1 mm após 5,3 meses de consolidação.

Esse resultado não ocorre por acaso.
Ele está relacionado à combinação de 03 características fundamentais:
• Arquitetura em bloco, que proporciona estabilidade mecânica e preserva o espaço regenerativo.
• Bioatividade da matriz, favorecendo a revascularização, remodelação óssea e o principal: as propriedades Osteoindutivas do enxerto Alógeno
• Incorporação biológica, evidenciada por estudos histológicos que demonstram remodelação óssea ativa, e não apenas o preenchimento do defeito.

A principal mensagem clínica é que, nas reconstruções verticais, manter o espaço é apenas parte da solução.

A previsibilidade depende da associação entre suporte mecânico e incorporação biológica durante o processo de regeneração.

Na sua experiência clínica, você tem obtido esses resultados com o seu material de escolha?

14/07/2026

Quanto tempo você espera para instalar implantes após um enxerto em bloco?

Esperar mais tempo realmente melhora a incorporação do enxerto?

Ou pode significar apenas perder volume ósseo sem obter benefício biológico adicional?

Um ensaio clínico randomizado acompanhou 66 pacientes com atrofia severa dos maxilares reconstruídos com blocos de enxerto ósseo alógeno.
O estudo comparou a instalação dos implantes após 4 meses ou 6 meses da enxertia.

Os resultados chamam a atenção.
Após 4 meses, a redução volumétrica média foi de 13,98%.
Já após 6 meses, essa perda aumentou para 31,52%, uma diferença estatisticamente significativa.
Mas o dado mais interessante vem da análise biológica.
Apesar da maior reabsorção no grupo de 6 meses, não houve diferença significativa na qualidade do tecido formado.

A quantidade de tecido calcificado, o osso neoformado e os remanescentes do enxerto apresentaram resultados semelhantes entre os grupos.

Na prática, o estudo sugere que aguardar mais tempo aumentou a perda volumétrica do enxerto, sem demonstrar vantagem biológica adicional na incorporação tecidual.
É importante destacar que ambos os protocolos apresentaram elevada taxa de sobrevivência dos implantes, reforçando que a decisão sobre o tempo de espera deve considerar não apenas o sucesso do implante, mas também a preservação do volume ósseo disponível para a reabilitação.

Na sua rotina clínica, qual intervalo você prefere entre a enxertia e a instalação dos implantes: 4 meses, 6 meses ou individualiza cada caso?
Compartilhe sua experiência nos comentários.

10/07/2026

Você sabe de onde veio o enxerto ósseo que utilizou... e conseguiria rastrear todo o seu percurso anos depois?

Diferente do osso bovino, cada enxerto ósseo alógeno utilizado em procedimentos odontológicos possui um código de identificação exclusivo, uma espécie de “identidade” do material.

Esse código não revela o nome nem qualquer dado pessoal do doador.

Sua função é garantir a rastreabilidade completa do enxerto, permitindo acompanhar seu percurso desde a doação até o paciente que o recebeu, e, quando necessário, fazer o caminho inverso.

Na prática, isso significa que:
- Os registros do transplante são mantidos por, no mínimo, 20 anos (e muitos bancos de tecidos os preservam por tempo indeterminado).
- Caso seja necessário um recall, profissionais e pacientes envolvidos podem ser identificados e notificados rapidamente.
- Se um lote precisar ser investigado, os pacientes que o receberam podem ser acompanhados e submetidos à avaliação adequada.

A rastreabilidade é uma das camadas fundamentais de segurança no uso de enxerto ósseo alógeno.

Ela não substitui os rigorosos processos de seleção do doador, te**es laboratoriais e processamento do tecido, mas garante que, mesmo diante de situações excepcionais, exista controle, documentação e capacidade de resposta.

Você já conhecia como funciona a rastreabilidade dos enxertos ósseos alógenos?
Ficou com dúvida?
Comente aqui.

Enxerto bom não é o mais barato. Nem o mais conhecido.É o que forma osso de verdade.Porque manter volume e formar tecido...
03/07/2026

Enxerto bom não é o mais barato. Nem o mais conhecido.
É o que forma osso de verdade.

Porque manter volume e formar tecido ósseo não são a mesma coisa.

Alguns materiais ocupam espaço. Outros participam efetivamente da regeneração.
Na tomografia, muitas vezes parecem semelhantes.

Mas a diferença aparece com o tempo.
Osso de verdade suporta carga.
Osso de verdade se integra ao implante.
Osso de verdade mantém estabilidade ao longo dos anos.

Já materiais de menor desempenho biológico podem preservar o volume inicialmente, sem apresentar o mesmo comportamento no longo prazo.

Por isso, qualidade em enxerto não é percepção.
Não é marketing. Não é preço.

É a capacidade de gerar tecido ósseo funcional e estável.
É o que continuará sustentando o resultado anos depois.

No fim, você não está apenas reconstruindo um defeito ósseo.
Está criando a base biológica que sustentará o implante por muitos anos.
E essa decisão começa pela escolha do material.

Você já observou diferenças clínicas ao mudar o enxerto utilizado?
Compartilhe sua experiência.

30/06/2026

Como escolher seu biomaterial para enxertia óssea?

O Dr. Alessandro compartilha como conduz essa decisão clínica em sua prática e quais critérios considera na escolha do biomaterial que pode influenciar diretamente a previsibilidade da regeneração óssea.

Cada caso exige uma análise individual. Características biológicas, indicação cirúrgica, comportamento do material e evidência científica fazem parte da tomada de decisão.

O biomaterial ideal é aquele que oferece maior controle biológico e previsibilidade para a situação clínica proposta.

E na sua prática clínica: quais critérios são determinantes na escolha do biomaterial para os seus casos de regeneração óssea?

Endereço

Rua José Joaquim De Oliveira, 225
Marília, SP
17525170

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