13/09/2026
Uma árvore consegue permanecer viva sem suas raízes para sustentá-la?
Um edifício se mantem firme se retirarmos seus principais alicerces?
Um carro consegue se locomover sem ser abastecido?
Quando excluímos os pais do coração (e não só do convívio ou presença diária, como muitos pensam) perdemos a força e o centramento que fazem toda diferença para o mais, ou para o menos.
Questões envolvendo autoestima, autoaceitação e amor próprio estão muito diretamente relacionados à desconexão com esse homem e essa mulher.
Se eu sou 50% o meu pai e 50% a minha mãe, afinal sou fruto de sua união física deles, e tenho sérias e constantes queixas para com eles, justificadas ou não, como posso olhar para mim mesmo com o mínimo de satisfação e contentamento?
“Mas meus pais foram ‘maus’, negl¡gentes ou irresponsáveis de várias maneiras, Guilherme, como não excluídos?”
Comece, primeiro, respeitando seus próprios limites mas, ao mesmo tempo, tendo uma postura de gratidão pela oportunidade de estar nesse planeta...
Cada um de nós vem para cá trazendo dificuldades específicas para superar/vencer/transcender e os princípios que os pais representam (masculino e feminino) são mais do essenciais para nos ajudar nessa tarefa.
Eu acredito piamente que, se viemos com esses desafios pessoais e intransferíveis é porque damos conta e é aí que reside justamente a nossa verdadeira evolução como seres humanos espirituais que somos!
E por onde começar essa mudança? Do mesmo lugar onde houve(ram) a(s) exclusão(ões): no coração, sempre no coração...
Guilherme Fernandes