01/09/2026
Precisamos parar de tratar a saúde mental como uma disputa entre caminhos opostos.
Não deveria existir uma guerra entre medicamento e psicoterapia, entre tratamento farmacológico e mudanças no estilo de vida.
Cada paciente é único. Para alguns, exercício, sono e mudanças de hábitos terão um papel central. Para outros, a psicoterapia será fundamental. E, em determinadas situações, o medicamento será necessário.
Muitas vezes, o melhor resultado vem justamente da combinação dessas estratégias.
O problema está nos extremos: medicar todo sofrimento é um erro, mas deixar de prescrever quando há indicação também pode ser.
O bom psiquiatra precisa ser pró-paciente.