Psicóloga Marcela de Sá Rezende

Psicóloga Marcela de Sá Rezende Esta página tem como objetivo, divulgar assuntos relacionados a psicologia e psicanálise.

Nem sempre a dificuldade de se posicionar é falta de coragem.Muitas vezes, ela tem uma história.Aquilo que hoje parece u...
03/08/2026

Nem sempre a dificuldade de se posicionar é falta de coragem.

Muitas vezes, ela tem uma história.

Aquilo que hoje parece um defeito pode ter sido, um dia, uma forma de sobreviver.

É por isso que compreender a própria história pode transformar a maneira como você se relaciona consigo e com os outros.

✨E você… já parou para pensar quando aprendeu que dizer NÃO era tão difícil?✨💭

✨💭✨💭✨💭

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

“Nosso ego é capaz de chorar por uma porta fechada, mesmo sabendo que não há absolutamente nada atrás dela.”Li essa fras...
18/07/2026

“Nosso ego é capaz de chorar por uma porta fechada, mesmo sabendo que não há absolutamente nada atrás dela.”

Li essa frase e ela ficou comigo por alguns instantes. Há pensamentos que não chegam fazendo barulho, mas encontram um lugar dentro da gente e começam a nos provocar.

Existem portas que fecham e deixam um silêncio difícil de suportar. Não porque sabemos o que havia do outro lado, mas porque criamos uma história sobre aquilo que poderia existir.

O ego não sofre apenas pelo que perdeu. Ele sofre pelo que imaginou. Pela expectativa que alimentou, pelo futuro que construiu, pela versão de uma realidade que nunca chegou a acontecer.

Quantas vezes insistimos diante de uma porta fechada tentando encontrar respostas, quando a maior parte da dor está no signif**ado que damos àquela porta?

O ego transforma ausência em rejeição, distância em abandono e finais em feridas que carregamos por mais tempo do que precisaríamos.

Mas existem portas que se fecham porque alguns caminhos simplesmente terminam. E aceitar isso não signif**a que aquilo não foi importante. Signif**a reconhecer que nem tudo que desejamos permanecer foi feito para continuar.

A maturidade talvez esteja em conseguir olhar para uma porta fechada sem precisar quebrá-la para provar o nosso valor. Em entender que algumas perdas não tiram de nós algo que era nosso; apenas revelam algo que nunca esteve sob o nosso controle.

💭 No fim, a liberdade começa quando deixamos de sofrer pelo que existe apenas dentro da nossa imaginação.💭

✨E você… qual porta fechada ainda está tentando abrir, não pelo que existe do outro lado, mas pelo que você desejou que estivesse lá?✨

💭✨💭✨💭✨💭

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Não deu para o Brasil. 💛💚😭Dói. Porque quem ama o seu país sempre sente quando ele perde.Mas talvez o esporte exista just...
05/07/2026

Não deu para o Brasil. 💛💚😭
Dói. Porque quem ama o seu país sempre sente quando ele perde.
Mas talvez o esporte exista justamente para nos lembrar de uma verdade que, muitas vezes, esquecemos na vida: nem sempre o esforço termina em vitória. E isso não apaga a dedicação, a coragem ou a história construída até ali.
Nos últimos dias vimos seleções consideradas gigantes sofrerem para avançar. Vimos favoritas serem eliminadas. Vimos equipes menores desafiarem as probabilidades e mostrarem que, no futebol, ninguém entra em campo derrotado.
Hoje foi a nossa vez de sentir a frustração.
E se tem algo que a vida ensina, é que frustrar-se faz parte do caminho. Nem sempre as coisas acontecem como a gente espera. Nem sempre o que foi sonhado se realiza no tempo que desejamos. E isso machuca. Machuca porque cria expectativa, porque envolve entrega, porque faz a gente acreditar.
É natural criticar, apontar erros e discutir o que poderia ter sido diferente. Faz parte. Mas existe uma diferença entre analisar e simplesmente abandonar.
Torcer não é estar presente apenas quando a taça chega. É continuar acreditando mesmo quando o resultado machuca.
A derrota de hoje não muda a nossa história. Não apaga os títulos, nem o talento, nem a paixão que faz milhões de brasileiros pararem diante de uma televisão para vestir a mesma camisa e sonhar juntos.
Perder faz parte do esporte. E, de certa forma, perder também faz parte da vida. O que não deveria fazer parte é perder o respeito, a esperança e a capacidade de seguir em frente.
Hoje não deu.
A tristeza f**a. Mas o orgulho de ser brasileiro e de torcer pela nossa seleção não precisa ir embora junto com o apito final.
Talvez seja isso que mais doa nas frustrações: perceber que nem sempre o esforço garante o resultado, mas ainda assim ele vale a pena. Porque é ele que constrói quem somos, dentro e fora de campo.

Triste 😢

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Enquanto assisto aos jogos da Copa, percebo que existe uma partida acontecendo fora do campo.Uma disputa entre o olhar q...
04/07/2026

Enquanto assisto aos jogos da Copa, percebo que existe uma partida acontecendo fora do campo.

Uma disputa entre o olhar que critica e o olhar que reconhece.

Curioso como somos rápidos para enxergar a força das outras seleções.

Quando elas enfrentam dificuldades, dizemos que faz parte do esporte.
Quando insistem, chamamos de garra.
Quando vencem, aplaudimos a superação.

Mas, quando o assunto é o Brasil…
Parece que qualquer erro basta para decretar o fracasso.

Qualquer dificuldade vira prova de incapacidade.
E, antes mesmo do jogo terminar, já escolhemos desacreditar.

Então me peguei pensando…💭💭💭
Será que fazemos isso apenas com o futebol?

Ou será que também fazemos isso com a nossa própria vida?

Quantas vezes olhamos para a conquista do outro com admiração… e para a nossa caminhada apenas com cobrança?

A vida do outro parece sempre mais interessante.
O trabalho do outro parece melhor.
A coragem do outro parece suficiente.
O outro sempre tem “sorte” ou mais oportunidades do que eu…

Enquanto isso, esquecemos de reconhecer as batalhas que nós mesmos enfrentamos, os avanços que conquistamos e a força que nos trouxe até aqui.

Não estou dizendo que não devemos fazer críticas.

Elas são importantes quando nos ajudam a crescer.

O problema é quando a crítica ocupa tanto espaço que já não conseguimos enxergar nenhuma qualidade.

Porque quem só enxerga defeitos acaba perdendo a capacidade de acreditar.
No futebol.
Na vida.
E, principalmente, em si mesmo.

✨Talvez a maior vitória não seja deixar de errar.
Seja aprender a olhar para si com a mesma generosidade que, tantas vezes, você oferece aos outros.✨

E você?
Assistindo à Copa, também tem percebido que, muitas vezes, ela revela muito mais sobre nós do que sobre futebol?

Quero saber qual reflexão esses jogos despertaram em você.

✨💭🌟🇧🇷

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Hoje, assistindo ao jogo entre Argentina e Cabo Verde, percebi que, às vezes, o que mais merece ser observado não é o pl...
04/07/2026

Hoje, assistindo ao jogo entre Argentina e Cabo Verde, percebi que, às vezes, o que mais merece ser observado não é o placar, mas a POSTURA.
Cabo Verde entrou em campo diante da atual campeã do mundo. Ainda assim, não abriu mão de competir.
Não jogou como quem apenas cumpria tabela.
Jogou como quem acreditava que cada minuto ainda importava.
E isso me fez pensar…💭
Quantas vezes, na vida, somos nós que decretamos o fim antes do tempo?
Não porque as possibilidades acabaram, mas porque muitas vezes concluímos antes mesmo de tentar, que não somos capazes, que o outro é melhor ou que o esforço não valerá a pena.
E é curioso como em tantos momentos, desistimos na mente antes de desistir na prática. E quando isso acontece, passamos a viver como se o resultado já estivesse definido.

Parabéns à seleção de Cabo Verde pela coragem de competir até o último minuto.

✨Nem toda luta termina em vitória, mas toda luta revela algo sobre quem escolhemos ser diante das dificuldades.✨

💭E o questionamento que f**a, não é se você vai vencer todas as partidas…
Mas em quais delas você já decidiu perder antes mesmo de entrar em campo?💭

💭✨💭✨💭✨💭

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

Já parou para pensar que daqui a seis meses estaremos vivendo um novo ano? 🤔E essa simples ideia pode despertar sentimen...
02/07/2026

Já parou para pensar que daqui a seis meses estaremos vivendo um novo ano? 🤔
E essa simples ideia pode despertar sentimentos muito diferentes.
Para alguns, ela traz entusiasmo.
Para outros, um peso silencioso.
Porque, quando percebemos que o tempo passou, é quase inevitável fazer um balanço da própria vida.
Pensamos no que deixamos para depois.
Nas promessas que fizemos a nós mesmos.
Nas decisões adiadas por medo, insegurança ou pela esperança de que, em algum momento, as coisas simplesmente se resolveriam.
Mas existe algo que merece ainda mais atenção.
Enquanto você espera a coragem chegar, a vida continua acontecendo.
Os dias seguem.
As semanas passam.
As relações mudam.
Você muda.
O tempo não está, necessariamente, passando rápido. O que acontece é que, muitas vezes, estamos tão ocupados sobrevivendo à rotina que deixamos de perceber que também estamos adiando a vida que desejamos viver.
Pode ser que o problema nunca tenha sido a falta de tempo, mas acreditar que sempre haverá um momento melhor para começar.

Daqui a seis meses, o calendário será outro.
Mas a vida não muda quando o calendário muda.
Ela muda quando as nossas escolhas mudam.
Talvez o maior risco não seja o tempo passar.
Seja chegar ao fim de mais um ano vivendo exatamente da mesma forma que hoje.

A boa notícia é que ainda há seis meses. 🙌🏻
✨E a pergunta que deixo para você refletir é:✨

💭O que você não quer mais levar com você até 2027?💭

💭✨💭✨💭✨💭

Marcela de Sá Rezende | Psicóloga

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