Dr. Leonardo Sá

Dr. Leonardo Sá Otorrinolaringologista
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Torcer pelo Brasil, sonhar com o hexa, vibrar a cada lance e comemorar um gol aos berros faz parte da emoção. Mas toda e...
25/06/2026

Torcer pelo Brasil, sonhar com o hexa, vibrar a cada lance e comemorar um gol aos berros faz parte da emoção. Mas toda essa empolgação também tem impacto na saúde vocal.

Gritos repetidos, uso intenso da voz e até o hábito de falar mais alto para acompanhar o barulho da torcida aumentam o atrito entre as pregas vocais. Como consequência, é comum surgir rouquidão, cansaço ao falar, falhas na voz, desconforto na garganta e sensação de esforço para se comunicar.

Além disso, situações frequentes durante os jogos, como consumo de bebidas alcoólicas, pouca ingestão de água e permanência em ambientes muito barulhentos, favorecem o ressecamento e a irritação das pregas vocais.

Após uma partida mais emocionante, alguns cuidados ajudam na recuperação. Manter uma boa hidratação, evitar esforços vocais desnecessários, reduzir temporariamente o tempo de fala e evitar o hábito de pigarrear contribuem para o descanso da laringe.

Também vale lembrar que sussurrar não costuma ser uma boa alternativa. Em muitos casos, o sussurro exige ainda mais esforço das estruturas responsáveis pela produção da voz.

Se a rouquidão persistir por mais de duas semanas ou vier acompanhada de outros sintomas, é importante procurar avaliação especializada.

A emoção de torcer faz parte do futebol. Cuidar da voz ajuda a garantir que ela continue presente em muitos gols, comemorações e Copas do Mundo pela frente.

Ar seco, ambientes fechados e mudanças de temperatura no inverno podem aumentar irritações, alergias e infecções respira...
21/06/2026

Ar seco, ambientes fechados e mudanças de temperatura no inverno podem aumentar irritações, alergias e infecções respiratórias nessa época do ano.

Confira alguns cuidados simples que ajudam bastante a reduzir esse impacto no dia a dia.

Existem pessoas que escutam sons que quase passam despercebidos para os outros, sentem desconforto com determinados teci...
18/06/2026

Existem pessoas que escutam sons que quase passam despercebidos para os outros, sentem desconforto com determinados tecidos, cheiros, ambientes muito iluminados ou percebem estímulos do dia a dia de forma muito mais intensa.

No espectro autista, a sensibilidade sensorial pode acontecer de maneiras diferentes em cada pessoa. Sons, toques, luzes, texturas e até mudanças no ambiente podem gerar incômodo, sobrecarga ou cansaço físico e emocional.

Dentro da otorrinolaringologia, isso também merece atenção. Barulhos intensos, locais muito movimentados, excesso de estímulos sonoros e algumas sensibilidades auditivas podem impactar diretamente o bem-estar e a forma como aquela pessoa vivencia determinados ambientes.

Mais do que enxergar apenas o comportamento, é importante entender como o corpo daquela pessoa percebe o mundo ao redor.

Informação, respeito e empatia ajudam a construir ambientes mais acolhedores para diferentes formas de sentir, perceber e existir. Esse também é o meu compromisso como médico.

15/06/2026

Ouvir melhor começa com ajuste certo.
Quando foi a última vez que você fez uma audiometria?

O cotonete ainda faz parte da rotina de muita gente. Mas o que parece um hábito simples pode acabar causando irritações,...
11/06/2026

O cotonete ainda faz parte da rotina de muita gente. Mas o que parece um hábito simples pode acabar causando irritações, obstruções e até lesões dentro do ouvido.
Entenda por que o ouvido possui um mecanismo natural de proteção e o que realmente é indicado para uma limpeza segura.

No Dia da Imunização, vale lembrar que algumas doenças que hoje parecem distantes já fizeram parte da rotina de milhares...
09/06/2026

No Dia da Imunização, vale lembrar que algumas doenças que hoje parecem distantes já fizeram parte da rotina de milhares de famílias no mundo inteiro. Muitas delas deixaram de causar quadros graves justamente porque a vacinação passou a fazer parte dos cuidados básicos com a saúde.

Além de reduzir o risco de infecções, as vacinas ajudam a prevenir internações, sequelas e agravamentos que podem afetar diferentes partes do organismo, incluindo ouvido, nariz e garganta. Em crianças, esse cuidado se torna ainda mais importante, já que o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento e algumas infecções podem evoluir de forma mais intensa.

Por isso, manter a carteira vacinal atualizada não deve ser visto apenas como uma obrigação, mas como uma forma de proteção individual e coletiva ao longo da vida.

Como está a sua carteira de vacinação hoje?

06/06/2026

40º Congresso Pan-Americano de Otorrinolaringologia 🌎

Um congresso que reuniu as maiores instituições da especialidade: a AAO-HNS — American Academy of Otolaryngology-Head and Neck Surgery, maior sociedade de otorrino do mundo —, a European ORL-HNS Academy, a ABORL-CCF e a SIBECS. Tudo isso aqui no Rio. O nível das discussões refletiu exatamente esse peso.

Participei como debatedor na mesa redonda Acute Rhinosinusitis and Complications — ao lado do (SP), Dr. Pablo Pinillos Marambaia do (BA) (SP), com moderação do amigo (RS). Discutimos o uso racional de antibióticos na rinossinusite aguda e a importância de reconhecer precocemente as complicações — um tema que segue relevante e exige atenção na prática clínica diária.

Ao longo do dia assisti a aulas de alto nível. Destaque para a dra (EUA) sobre o futuro do tratamento da surdez por terapia gênica — ciência de ponta que pode mudar a vida de crianças com perda auditiva.

E ainda o reencontro com amigos, professores e ex-residentes da UERJ — pessoas que fazem parte da minha história na otorrino.
Parabéns a comissão organizadora
Obrigado pelo convite. 🙏

.leonardosa

Perfeito. Texto final:40º Congresso Pan-Americano de Otorrinolaringologia 🌎Um congresso que reuniu as maiores instituiçõ...
05/06/2026

Perfeito. Texto final:

40º Congresso Pan-Americano de Otorrinolaringologia 🌎

Um congresso que reuniu as maiores instituições da especialidade: a AAO-HNS — American Academy of Otolaryngology-Head and Neck Surgery, maior sociedade de otorrino do mundo —, a European ORL-HNS Academy, a ABORL-CCF e a SIBECS. Tudo isso aqui no Rio. O nível das discussões refletiu exatamente esse peso.

Participei como debatedor na mesa redonda Acute Rhinosinusitis and Complications — ao lado do (SP), Dr. Pablo Pinillos Marambaia (BA) do e SP), com moderação do amigo (RS). Discussão rica, casos desafiadores, perspectivas diferentes sobre um tema que exige atenção na prática clínica diária.

Ao longo do dia assisti a aulas de alto nível — conteúdo atualizado, debatedores internacionais, abordagens que ampliam o olhar clínico.

E ainda o reencontro com amigos, professores e ex-residentes da UERJ — pessoas que fazem parte da minha história na otorrino.

Obrigado pelo convite e pela oportunidade de fazer parte de um congresso dessa magnitude. 🙏

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Alguns sinais passam despercebidos, mas já mostram que a audição pode estar interferindo.Eles costumam aparecer aos pouc...
05/06/2026

Alguns sinais passam despercebidos, mas já mostram que a audição pode estar interferindo.
Eles costumam aparecer aos poucos e muita gente só percebe quando já está evitando situações ou se sentindo mais cansado ao conversar.
Listei 4 deles aqui para você observar melhor.

Muitas vezes, sintomas como dor na garganta, sensação de falta de ar, aperto no peito, rouquidão e tensão no pescoço apa...
03/06/2026

Muitas vezes, sintomas como dor na garganta, sensação de falta de ar, aperto no peito, rouquidão e tensão no pescoço aparecem sem alterações importantes nos exames. Ainda assim, o incômodo é real e merece investigação.

O estresse ativa mecanismos fisiológicos de alerta no organismo. Há aumento da atividade do sistema nervoso simpático, mudanças no padrão respiratório, maior tensão muscular e aumento do estado de vigilância corporal. Em situações pontuais, isso faz parte da adaptação normal do corpo. O problema surge quando esse padrão se mantém por tempo prolongado.

A respiração pode se tornar mais superficial e menos eficiente, com maior recrutamento da musculatura do pescoço e dos ombros em vez do uso predominante do diafragma. Isso pode gerar sensação de ar insuficiente, pressão na garganta, desconforto torácico e dor cervical.

Na voz, o aumento da tensão muscular pode alterar o funcionamento da laringe e das pregas vocais, levando a rouquidão, fadiga vocal, sensação de esforço para falar e necessidade frequente de pigarrear, mesmo sem lesões estruturais relevantes.

Pacientes com rinite, refluxo, disfunções musculares ou tendência à hipersensibilidade das vias aéreas frequentemente percebem piora dos sintomas em períodos de sobrecarga física ou emocional. O estresse não costuma ser a única causa, mas pode amplificar desequilíbrios já existentes.

Por isso, quando sintomas respiratórios, cervicais ou vocais aparecem ou pioram em fases de maior tensão, é importante analisar o contexto de forma ampla. A avaliação médica continua sendo essencial, mas compreender a influência do estresse faz parte do diagnóstico e da condução adequada.

Identificar esse padrão ajuda a direcionar melhor o tratamento e reduzir a repetição do ciclo de sintomas.

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