Psicóloga Vera Favarim

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30/05/2026

Quando comecei esse desafio, eu não me sentia pronta.

Muitas vezes pensei que precisava me sentir mais segura, falar melhor ou gravar melhor. Mas os 66 vídeos me ensinaram algo importante:
A coragem não apareceu antes do primeiro vídeo.
Apareceu a cada vez que eu toquei o botão de gravar.

Hoje encerro esse desafio com o coração quentinho.
Grata por cada pessoa que assistiu, comentou, compartilhou, enviou uma mensagem ou esteve por aqui de alguma forma. Grata a , que para além desse desafio, me desafia a ser “hoje melhor do que ontem”.

Obrigada por caminhar comigo até aqui!
Obrigada por fazer parte dessa jornada!
O desafio acaba hoje, mas quero continuar encontrando você por aqui, nas próximas conversas, reflexões e descobertas.

Abraços!



29/05/2026

Educação sexual é sobre ensinar a se conhecer, impor limites e reconhecer situações de risco.

Você já abriu esse diálogo com seu filho?




A Educação Sexu@l começa na base das nossas relações: na educação emocional.Ensinar um adolescente a dizer “não” e a res...
28/05/2026

A Educação Sexu@l começa na base das nossas relações: na educação emocional.

Ensinar um adolescente a dizer “não” e a respeitar o “não” do outro, é dar a ele a ferramenta mais poderosa de proteção e autovalorização.
Quando nossos filhos aprendem a estabelecer limites saudáveis dentro de casa, eles se tornam muito mais preparados para identificar e rejeitar qualquer forma de abuso ou desrespeito no mundo lá fora.

Neste Maio Laranja, lembre-se: o diálogo aberto e sem julgamentos é o maior escudo que podemos oferecer.

Como tem sido esse espaço de conversa na sua casa? Vamos dialogar nos comentários.

23/05/2026

Porque crescer não significa estar preparado pra tudo.

Presença, escuta e informação continuam sendo formas de proteção.





22/05/2026

A proteção dos nossos filhos começa nas conversas simples. No banho, no almoço, no caminho pra escola.

Maio Laranja é o mês para lembrar que prevenir abus0 infantil é responsabilidade de todos, e que o diálogo aberto é a ferramenta mais poderosa que temos.

• Ensine limites desde cedo
• Converse sem tabu
• Respeite o “não” do seu filho

Salva este vídeo para ver depois e compartilha com quem precisa ouvir isso.







Se tem algo que me preocupa como psicóloga é quando um pai ou uma mãe me diz: “Ele sempre foi quieto, não estranhei.” Ou...
15/05/2026

Se tem algo que me preocupa como psicóloga é quando um pai ou uma mãe me diz: “Ele sempre foi quieto, não estranhei.” Ou: “Pensei que era só fase.”

A adolescência é, sim, um período de transformações. Mas existe uma linha tênue entre o que é esperado e o que é um pedido de ajuda silencioso.

No Maio Laranja, falamos muito sobre proteger crianças pequenas, e isso é essencial. Mas os adolescentes também precisam ser vistos. Muitas vezes, eles não contam o que estão vivendo porque:

• Têm medo de não serem levados a sério;
• Sentem vergonha ou culpa;
• Acham que “já deviam saber se defender”,
• Não têm palavras para nomear o que sentem.

Por isso, o comportamento fala. E cabe a nós, adultos, aprender a escutar.

Fique atento quando seu adolescente:
• Se isola por dias sem querer contato;
• Muda drasticamente o humor, agressivo ou apático;
• Perde o interesse por tudo que antes amava;
• Tem alterações no sono e na alimentação;
• Evita situações ou pessoas específicas sem explicar por quê,
• Apresenta marcas no corpo, mesmo que tente esconder.

Nenhum desses sinais isolado é um diagnóstico. Mas juntos, são um convite para olhar com mais atenção.

O que fazer?
• Acolha sem julgar. Não comece a conversa com “o que houve?”, muitas vezes eles mesmos não sabem.
• Observe sem invadir. Presença silenciosa também é proteção.
• Busque ajuda profissional se algo parecer diferente do que seu filho sempre foi.

Educar para proteger é o nosso maior ato de amor. E proteger um adolescente é acreditar nele, mesmo quando ele não consegue acreditar em si mesmo.

Compartilhe esse texto com outros pais.
Pode ser que chegue a quem precisa ler hoje.

Se ficou com dúvida ou quer conversar sobre o assunto, estou aqui nos comentários e no direct.
Você não está sozinho.




A adolescência é uma fase de transformações naturais, mas alguns sinais merecem atenção especial. Muitos pais me procura...
14/05/2026

A adolescência é uma fase de transformações naturais, mas alguns sinais merecem atenção especial.

Muitos pais me procuram dizendo “achava que era só fase”, e minha orientação é: sempre confie no seu instinto.

Um sinal de alerta não é um diagnóstico, mas um convite para olharmos mais de perto. O que pode parecer “rebeldia” às vezes é um pedido de ajuda silencioso.

O que observar com carinho e atenção:

• Isolamento prolongado de amigos e familiares.

• Mudanças extremas de humor ou apatia.

• Marcas no corpo ou comportamentos de risco.

• Queda brusca no rendimento escolar.

• Alterações no sono e na alimentação.

O segredo não é vigiar com medo, mas observar com presença. Se algo não parece certo, confie no seu instinto de proteção e busque orientação profissional.

Ficou com dúvida sobre algum desses sinais? Me mande uma mensagem no direct ou deixe aqui nos comentários. Vamos conversar.



Educar para proteger é o nosso maior ato de amor. Muitas vezes, as crianças não conseguem verbalizar o que sentem ou o q...
12/05/2026

Educar para proteger é o nosso maior ato de amor.

Muitas vezes, as crianças não conseguem verbalizar o que sentem ou o que estão vivendo. Por isso, o corpo e o comportamento acabam sendo os grandes porta-vozes. Como psicóloga, recebo muitos pais preocupados e minha primeira orientação é sempre: calma e observação.

Um sinal de alerta não é uma sentença, mas é um convite para olharmos mais de perto. Às vezes, uma mudança brusca pode ser estresse, uma mudança na rotina ou, sim, um pedido de socorro silencioso.
O que observar com carinho e atenção:

Mudanças repentinas no sono ou apetite.
Medo excessivo de pessoas ou lugares que antes eram comuns.
Desenhos ou falas que trazem conteúdos que a criança não deveria conhecer ainda.
O segredo não é vigiar com medo, mas observar com presença. Se algo não parece certo, confie no seu instinto de proteção e busque orientação profissional.

Ficou com dúvida sobre algum desses sinais?
Me mande uma mensagem no direct ou deixe aqui nos comentários. Vamos conversar.

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