26/01/2026
A tecnologia faz parte da nossa rotina, molda relações, comportamentos e até a forma como lidamos com nossas emoções. Quando falamos de inteligência artificial, redes sociais e uso excessivo de dispositivos, não estamos falando apenas de inovação, mas também de impactos reais na saúde mental.
Dados recentes mostram que, em contextos de maior vulnerabilidade social, esses efeitos tendem a ser ainda mais intensos. O acesso desigual, a exposição constante, a pressão por desempenho e a falta de suporte psicológico criam um cenário onde sofrimento psíquico e tecnologia passam a se cruzar de forma preocupante.
Isso não significa demonizar a tecnologia, mas reconhecer que ela não é neutra. Seu uso, seus limites e suas consequências precisam ser discutidos de forma ética, crítica e baseada em evidências.
A psicologia tem um papel central nesse debate: compreender, prevenir e promover cuidado em um mundo cada vez mais mediado por algoritmos.
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Falar sobre tecnologia é, também, falar sobre pessoas.