Josi Santos

Josi Santos Constelação Familiar / Medicina Germânica/ Hipnoterapia e Registros Akáshicos

23/07/2026

Você já observou um cachorro quando ele pega um osso? Ele morde com força, balança a cabeça de um lado para o outro e parece não querer soltar aquilo por nada. Esse comportamento faz parte da biologia. É uma expressão de força, de conquista, de defesa e de posse.

Pela visão da Medicina Germânica, o bruxismo pode carregar esse mesmo simbolismo. O músculo mais envolvido é o masseter, responsável pela força da mastigação. Biologicamente, ele está relacionado ao ato de “morder”: enfrentar um oponente, defender seu espaço, conquistar algo desejado ou reagir diante de uma situação.

Quando observo esse sintoma na clínica, também percebo um padrão que aparece com frequência: a necessidade de controlar ou reter algo. São pessoas que seguram a raiva, evitam conflitos, engolem o que sentem e tentam manter tudo sob controle. O corpo permanece em estado de alerta.

Durante o dia, elas controlam as palavras, as emoções e as próprias reações. À noite, esse controle continua através da mandíbula.

Isso não significa que todo bruxismo tenha a mesma origem. Cada história precisa ser compreendida de forma individual. Mas vale a reflexão: o que você está tentando segurar há tempo demais? Qual limite você deixou de colocar? O que ainda desperta em você uma vontade de reagir, mas continua sendo contido?

Às vezes, o sintoma não surge pela falta de força. Surge porque essa força ficou presa por tempo demais.

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22/07/2026

Existem duas versões suas que merecem a sua atenção todos os dias: a criança que ainda vive dentro de você e a pessoa que um dia terá 90 anos e olhará para toda a sua história.

A primeira ainda guarda sonhos, necessidades e marcas que continuam influenciando a forma como você enxerga a vida. A segunda vai observar tudo o que você fez com o tempo que recebeu.

E você está exatamente entre elas.

A forma como vive hoje pode reparar a dor da criança ou aprofundá-la. Também pode construir uma velhice com paz ou com arrependimentos. Pela psicanálise, o passado continua presente enquanto não é elaborado. Mas o futuro começa a ser escrito em cada escolha que você faz agora.

Então vale a pergunta: a pessoa que você é hoje faria a sua criança sentir orgulho? E a sua versão de 90 anos agradeceria pelas decisões que você está tomando neste momento?

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Vídeo:

07/07/2026

Com certeza nesse momento tem muito brasileiro invocado com essa virada da Argentina… 😂🇦🇷

Mas, antes de passar raiva, assista a esse vídeo e veja o que essa partida pode ensinar sobre a vida.

Quem perde a cabeça costuma perder o jogo. Quem consegue manter a confiança, regular as emoções e continuar fazendo o que precisa ser feito aumenta muito as chances de construir a própria virada.

Às vezes, o maior adversário não é quem está do outro lado. É o desespero que faz você desistir antes da hora.

Dá o play e depois me conta: o que essa virada te ensinou?

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01/07/2026

O medo nem sempre nos paralisa de forma evidente. Muitas vezes, ele apenas nos faz acumular: Acumular preocupações, histórias, relações, culpas e até versões antigas de nós mesmos.

Quando não olhamos para ele, acabamos vivendo mais para nos proteger do que para viver de verdade.

Neste sábado, 04/07, às 14h, vou conduzir um Movimento Sistêmico gratuito, online e ao vivo, para compreender como o medo influencia nossas escolhas e como começar a romper esse ciclo.

Quer participar? Escreva EU QUERO nos comentários que eu envio o link para você entrar no grupo Cure-se e receber o acesso ao encontro.

23/06/2026

Uma das cenas mais emblemáticas desta Copa do Mundo até agora aconteceu após a vitória da Noruega sobre Senegal por 3 a 2. Os jogadores conduziram a torcida e, juntos, fizeram o tradicional movimento da remada viking.

E isso carrega um simbolismo muito forte pois os vikings foram povos conhecidos pela coragem, pela resistência e pela capacidade de atravessar mares desconhecidos. Mas nenhum barco viking avançava pela força de uma pessoa só. Era preciso ritmo, presença e união e cada remada precisava encontrar a outra.

Por isso essa imagem toca tanto, porque mostra, de forma simples e potente, o que acontece quando um grupo inteiro se reúne em torno de um mesmo propósito.

Jogadores e torcida deixaram de ser partes separadas. Por alguns instantes, todos entraram no mesmo movimento, na mesma vibração, na mesma direção. E quando isso acontece, a força muda, cresce, atravessa, deixa de ser apenas individual e se transforma em algo coletivo.

A remada viking nos lembra que algumas travessias não se vencem sozinho, é preciso ter quem reme junto, quem sustente o ritmo, quem coloque energia no mesmo caminho.

Existe uma força que surge quando cada um ocupa o seu lugar e coloca sua energia a serviço de algo maior do que si mesmo. Foi assim nos navios vikings e foi assim dentro de campo.

E talvez seja essa a mensagem mais bonita dessa cena: ninguém atravessa o oceano apenas observando a água. Em algum momento, é preciso pegar o remo e seguir na direção do que acredita.

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17/06/2026

Aos 40 anos, sem contrato fixo, sem um grande clube, sem os holofotes voltados para ele, Vozinha entrou em campo carregando algo que muitas vezes vale mais do que qualquer estatística: a coragem de continuar.

Do outro lado estava a Espanha, uma das seleções mais fortes do mundo. Todos os prognósticos apontavam para uma derrota. Muitos imaginavam uma goleada. Mas existe algo que as estatísticas não conseguem medir: o tamanho da alma de alguém.

E foi exatamente isso que ele mostrou.

Defesa após defesa, Vozinha se transformou em uma muralha. Cabo Verde não fez gols. O placar terminou em 0 a 0. Mas quem assistiu sabe que aquele empate teve gosto de vitória.

Não apenas para uma seleção estreante em uma Copa do Mundo, mas para todos que já ouviram que era tarde demais: Tarde para mudar de vida, para recomeçar ou para realizar um sonho.

Quantas pessoas abandonam seus projetos porque não enxergam perspectivas? Quantas desistem porque acreditam que a idade, as circunstâncias ou a falta de oportunidades definem o seu destino?

Vozinha mostrou o contrário. Ele simplesmente entrou em campo e fez a sua parte.

Talvez seja por isso que sua história tenha emocionado tanta gente. Porque quando alguém coloca alma no que faz, isso é percebido. Não importa o uniforme, o país ou o resultado final.

E tenho a impressão de que muitos brasileiros se tornaram um pouco torcedores de Cabo Verde. Porque, no fundo, não estávamos assistindo apenas a uma partida de futebol. Estávamos assistindo alguém se recusar a desistir de si mesmo e aproveitar uma oportunidade que, talvez, parecesse ser a única.

Mas a vida tem dessas ironias bonitas. Às vezes, aquilo que parece ser a última chance é apenas a primeira grande porta. A primeira grande oportunidade de muitas que ainda estão por vir.

Não desista do seu sonho!

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16/06/2026

Talvez o maior importante dentro de um processo terapêutico ocorre quando o paciente percebe que ali ele não precisa performar.

Não precisa ser forte, agradável, coerente, bonito, maduro ou resolvido. Ele pode simplesmente aparecer como está. Com raiva, vergonha, medo, culpa, inveja, desejo, contradição e dor.

Na psicanálise, o vínculo terapêutico não é um detalhe, é parte do processo. Porque muitas feridas nasceram justamente em relações onde a pessoa não pôde ser vista de verdade, onde precisou se adaptar para ser amada, silenciar para não incomodar ou se dividir para caber no desejo do outro.

Quando esse vínculo se forma, algo muito profundo começa a acontecer: o paciente passa a experimentar uma relação em que pode falar sem ser imediatamente corrigido, julgado ou abandonado. E isso, para quem passou a vida tentando merecer afeto, pode ser profundamente reparador.

A pergunta “você gosta de mim?” muitas vezes não fala apenas de carinho. Ela toca uma ferida antiga: “eu posso ser amado mesmo quando mostro aquilo que escondo de todo mundo?”

E talvez seja por isso que o espaço terapêutico emocione tanto. Porque ali, aos poucos, a pessoa descobre que não precisa esconder sua dor para continuar pertencendo.

A análise não existe para transformar alguém em outra pessoa. Ela existe para que, finalmente, a pessoa possa se encontrar com quem ela é.

Se você sente que precisa de um lugar seguro para olhar para si, agende sua sessão terapêutica via direct ou pelo link na Bio.

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Série: A invejosa - Netflix

15/06/2026

Na dependência emocional, a pessoa pode continuar escolhendo quem a machuca porque, lá no fundo, existe algo muito mais antigo sendo repetido. A psicanálise chama isso de compulsão à repetição: uma tentativa inconsciente de reviver feridas que nunca foram realmente elaboradas.

Por isso não basta dizer “eu sei que me faz mal”. A verdadeira pergunta é: o que faz você voltar para esse lugar de sofrimento tantas vezes?

Se você se identificou com esse vídeo, talvez seja hora de olhar para a raiz desse padrão e não apenas para as suas consequências.

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09/06/2026

Existe uma ferida muito antiga no ser humano: a dificuldade de aceitar que talvez ele não seja o centro de tudo.

Chamamos isso de ferida narcísica. É o desconforto que surge quando algo ameaça aquilo que acreditamos ser a verdade absoluta. Quando uma nova ideia aparece, quando alguém questiona um modelo estabelecido ou quando surge uma possibilidade que não cabe dentro daquilo que já conhecemos, muita gente não sente curiosidade, sente medo. E o medo costuma se disfarçar de ataque.

Ao longo da história, quantas pessoas foram ridicularizadas, perseguidas ou silenciadas simplesmente por pensarem diferente?

As bruxas foram queimadas. Filósofos foram condenados.
Cientistas foram desacreditados. Jesus foi crucificado.

Não estou comparando pessoas, situações ou acontecimentos. Estou falando sobre um padrão humano que atravessa os séculos.

O padrão de rejeitar aquilo que desafia nossas certezas.

Porque, muitas vezes, é mais fácil atacar quem traz uma pergunta do que conviver com a possibilidade de não ter todas as respostas.

Talvez o verdadeiro sinal de maturidade não seja defender uma crença com unhas e dentes.

Talvez seja conseguir olhar para algo que você não compreende e dizer: “Eu não sei.”

Sem deboche. Sem perseguição e sem a necessidade de destruir o outro.

A evolução da humanidade sempre começou quando alguém teve coragem de questionar o que parecia inquestionável.

E quase sempre, antes de ser ouvido, precisou enfrentar a resistência daqueles que tinham medo de olhar além.

O desconhecido sempre causou medo. Mas o medo nunca foi um bom conselheiro na busca pela verdade.

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