01/08/2026
Avaliar as funções estomatognáticas exige muito mais do que uma triagem quantitativa. O verdadeiro diagnóstico funcional nasce da capacidade de correlacionar a anatomofisiologia, as forças biomecânicas e o controle neurovegetativo à realidade individual de cada paciente.
Nesta sequência do nosso curso, registramos a vivência prática e a lapidação do olhar clínico:
Análise qualitativa das estruturas orofaciais: postura de repouso, tônus, mobilidade e simetria muscular;
Investigação fonoarticulatória e neurovegetativa: avaliação minuciosa da sucção, mastigação, deglutição, respiração e articulação da fala;
Raciocínio integrativo: identificação de adaptações, compensações e disfunções musculares e orofaciais.
Prática baseada em evidências é traduzir fundamentação científica rigorosa em condutas terapêuticas assertivas e individualizadas.
👇 Para os colegas fonoaudiólogos: Qual achado clínico na avaliação do sistema estomatognático costuma ser o seu maior desafio no direcionamento da conduta?