Conectar-se Psicologia ACP

Conectar-se Psicologia ACP Psicóloga Patricia Leonardo CRP 08/27862
Abordaremos temas acerca da Saúde Mental e Psicologia Humanista na Abordagem Centrada na Pessoa.

A abordagem humanista nos convida a isso: abandonar as armaduras que nos afastam da nossa essência e viver de forma mais...
20/05/2026

A abordagem humanista nos convida a isso: abandonar as armaduras que nos afastam da nossa essência e viver de forma mais autêntica. Porque quando nos permitimos experimentar a vida com verdade, percebemos que não fomos feitos para sobreviver superficialmente, mas para sentir profundamente.

Há mergulhos que renovam. Outros assustam, nos fazem perder o chão por instantes. Ainda assim, todos eles nos aproximam de quem realmente somos.

O belo da vida é isso: não evitar as águas profundas, mas aprender a confiar em si enquanto atravessa cada onda, por isso, viver é permitir-se sentir a experiência por inteiro. É entrar no mar mesmo sem controlar a temperatura da água, a força das ondas ou o que será encontrado nas profundezas. A vida não se revela para quem apenas observa da areia — ela acontece para quem mergulha nela, se conecta consigo mesmo, com os afetos, os desejos e até com os medos.

Com carinho 🫂

O luto materno é o REVÉS DE UM PARTO,Existe nome para a mulher que perde o marido.Existe nome para filhos que perde os p...
10/05/2026

O luto materno é o REVÉS DE UM PARTO,

Existe nome para a mulher que perde o marido.
Existe nome para filhos que perde os pais.
Mas para a mãe que perde um filho… o mundo silencia.

O luto materno é o REVÉS DE UM PARTO,

Talvez porque não exista palavra capaz de comportar uma dor que rompe a ordem natural da vida.
Porque o luto materno não enterra apenas uma pessoa.
Enterra planos, aniversários imaginados, risos que ainda ecoavam no futuro, colo que permanece pronto mesmo sem braços para ocupar.

O luto materno é o REVÉS DE UM PARTO,

Se no parto nasce uma mãe junto com um filho, na perda permanece uma mãe sem onde repousar o amor que continua vivo.
O corpo lembra. A memória insiste. A casa fala através dos vazios.
E há dias em que respirar parece uma forma silenciosa de coragem.

O luto materno é o REVÉS DE UM PARTO,

Uma mãe enlutada aprende a sobreviver entre ausências.
Carrega no peito uma maternidade que o tempo não desfaz, porque o amor não morre com a interrupção da presença.
Filhos não deixam de existir dentro de uma mãe.

O luto materno é o REVÉS DE UM PARTO,

Por isso, talvez não exista nome.
Porque nenhuma palavra seria suficiente para definir quem precisou aprender a viver depois do impossível.

Que cada Mãe enlutada hoje receba meu carinho, meu respeitoso abraco. 🫂🤗

A todas as mães Marias, Ritas, Josefas, Helenas, Cristinas, Marisas. A todas elas que deram a vida, a todas nós que cele...
10/05/2026

A todas as mães Marias, Ritas, Josefas, Helenas, Cristinas, Marisas. A todas elas que deram a vida, a todas nós que celebramos a nossa vida e a de nossos filhos, o afeto, o carinho, o acolhimento.

Que hoje seja um dia de boa memórias e de celebração interna ou externa a quem nos deu a vida, a quem demos a vida.

Obrigada mãe, pela vida e pelo cuidado.
Obrigada filhos, pelo título de mãe e pelo amor de cada dia.
Obrigada Deus por toda generosidade comigo nesse plano.

✨❤️🙌

Quando eu aceito um convite, eu ainda não elaborei a proposta. Isso é uma forma que eu encontrei para ir. Quem me conhec...
27/02/2026

Quando eu aceito um convite, eu ainda não elaborei a proposta. Isso é uma forma que eu encontrei para ir. Quem me conhece sabe a dificuldade que tenho de falar em público, mas também sabe como eu gosto de falar sobre o AUTOCUIDADO. E, essa noite ficou marcada pela troca e satisfação de estar ao lado desses doutores profissionais da saúde excepcionais e .

Obrigada pela confiança, troca e parceria. Foi uma experiência incrível estar junto a vocês.

Quando falamos de maturidade emocional na Psicologia, estamos refletindo sobre como é fundamental estabelecer limites em...
25/02/2026

Quando falamos de maturidade emocional na Psicologia, estamos refletindo sobre como é fundamental estabelecer limites emocionais claros, preservando sua dignidade e seu bem-estar.

Quando uma relação apresenta repetidas dinâmicas de invalidar suas vulnerabilidades, atacar sua integridade ou gerar rejeição, é necessário fortalecer a sua autoestima e a sua capacidade de se proteger emocionalmente. Isso inclui reconhecer que o comportamento do outro reflete suas próprias questões internas, e não uma verdade absoluta sobre você.

Uma sugestão para não cair na auto Uma reflexão fundamental é sobre a importância de estabelecer limites emocionais claros, preservando sua dignidade e seu bem-estar. Quando uma relação apresenta repetidas dinâmicas de invalidar suas vulnerabilidades, atacar sua integridade ou gerar rejeição, é necessário fortalecer a sua autoestima e a sua capacidade de se proteger emocionalmente. Isso inclui reconhecer que o comportamento do outro reflete suas próprias questões internas, e não uma verdade absoluta sobre você.

Uma sugestão é buscar o apoio de pessoas confiáveis, que possam oferecer uma escuta empática e suporte emocional.
Que você possa investir em práticas de autocuidado:
- momentos de silêncio;
- meditação,
- atividades que tragam prazer e conexão consigo mesma.

Lembre-se que seu bem-estar é prioridade, e você merece viver relações autênticas baseadas em respeito, afeto e compreensão mútua.

Com carinho,
Psi Patrícia Leonardo

Julho, 2018, 21. SábadoEra para ser um dia “normal” como os outros. Dormi já era madrugada e acordei muito cedo, por vol...
21/01/2026

Julho, 2018, 21.
Sábado

Era para ser um dia “normal” como os outros. Dormi já era madrugada e acordei muito cedo, por volta das 6h. Estava calor. Levantei, fiz um café e deitei na rede para ver as mensagens no celular. Voltei para cama. Não dormi. Levantei, esperei dar 7h30 e então, Edson e eu, fomos caminhar. Escolhemos um parque em Maringá que ainda não conhecíamos (assim como a dor que eu viria passar, a partir daquele dia, também não conhecia).

Meu telefone ficou em casa. O dele, tocou. Um número desconhecido. Atende a ligação. A notícia era aquela que ninguém espera, mas que, todo mundo um dia terá: “Seu pai partiu”

Oi? Como assim?
Eu acordei cedo. Tomei meu café. Deitei na rede. Olhei as mensagens. Saudei um amigo que perdeu seu avô naquela manhã. Fui caminhar. Estava sol. Era um sábado.

Era para ser um dia comum como todos os outros. De repente, o sol ficou cinza. O nó na garganta. A boca ficou seca. Faltou ar. Ele dizia “calma, respira”... A estrada Paraná/São Paulo, se tornou no mínimo três vezes maior. Não vi a paisagem. Não tinha assunto. Não tinha voz. A dor não tinha som. Estavam ali meus livros do luto, meu estudo sobre a morte e “a morte do meu pai”, presente naquele momento.

Que sensação. Nada fazia sentido. Nenhuma leitura teórica me ajudava naquela hora. Nenhuma experiência dos atendimentos na clínica para um cliente enlutado, servia para abrandar minha sensação de impotência.

Era só um dia comum, um sábado, onde a morte vem, visita, leva quem amamos e nos deixa sós.

Talvez seja esse sentido da vida. Os dias continuarão a existir para quem f**a. Quem foi, foi. Sete anos e seis meses me separam da experiência daquele sábado de sol cinza. Ainda terei muito outros assim, e um dia, alguém os terá por mim. Então, que possamos fazer os tantos outros dias que pensamos ter, dias de cores suaves. E que a saudade não nos impeça de viver.

Pai, que saudade!

Há quem a ignore a dor fingindo que ela não existe. Há quem a encare de frente, mesmo tremendo.Alguns indivíduos aprende...
05/01/2026

Há quem a ignore a dor fingindo que ela não existe. Há quem a encare de frente, mesmo tremendo.

Alguns indivíduos aprenderam transformar a dor em força, outros permitem que o tempo faça o trabalho silencioso de cura. Há quem use a dor como impulso para mudar de rota, de postura, de vida. E quem vai além: ressignif**ando a dor em aprendizado.

Ressignif**ar não é apagar o que doeu, mas dar um novo sentido ao que foi vivido.
Ressignif**ar é compreender que a dor não veio para destruir,
mas para revelar, fortalecer e conduzir a uma versão mais consciente de si mesmo.

Há quem a ignore a dor fingindo que ela não existe.Há quem a encare de frente, mesmo tremendo.Alguns indivíduos aprender...
05/01/2026

Há quem a ignore a dor fingindo que ela não existe.
Há quem a encare de frente, mesmo tremendo.

Alguns indivíduos aprenderam transformar a dor em força, outros permitem que o tempo faça o trabalho silencioso de cura. Há quem use a dor como impulso para mudar de rota, de postura, de vida. E quem vai além: ressignif**ando a dor em aprendizado.

Ressignif**ar não é apagar o que doeu, mas dar um novo sentido ao que foi vivido.
Ressignif**ar é compreender que a dor não veio para destruir,
mas para revelar, fortalecer e conduzir a uma versão mais consciente de si mesmo.

Lembre se que o caminho mais seguro, o único que realmente sustenta, é o retorno: VOLTAR PARA SI. VOLTAR para a respiraç...
06/12/2025

Lembre se que o caminho mais seguro, o único que realmente sustenta, é o retorno: VOLTAR PARA SI.

VOLTAR para a respiração que ainda existe, mesmo quando o mundo aperta.
VOLTAR para o corpo que sente e tenta avisar onde dói.
VOLTAR para o silêncio que, apesar de assustar, guarda a lucidez que você perdeu no caos.

O retorno não é fuga — é reencontro:

☘️lembrar que você não é o que acontece com você.
☘️encontrar, dentro do próprio peito, uma pequena luz que permanece acesa mesmo nos dias nublados.
☘️reocupar o seu próprio centro.

VOLTAR PARA SI é colocar os pés de volta no chão interno, onde mora a verdade mais simples: VOCÊ É CASA.
E casa não abandona; casa acolhe.

Então, quando a vida apertar, quando o mundo for demais, quando você esquecer quem é — em caso de emergência, VOLTE PARA SI.

Lembre se que o caminho mais seguro, o único que realmente sustenta, é o retorno: VOLTAR PARA SI. VOLTAR para a respiraç...
06/12/2025

Lembre se que o caminho mais seguro, o único que realmente sustenta, é o retorno: VOLTAR PARA SI.

VOLTAR para a respiração que ainda existe, mesmo quando o mundo aperta.
VOLTAR para o corpo que sente e tenta avisar onde dói.
VOLTAR para o silêncio que, apesar de assustar, guarda a lucidez que você perdeu no caos.

O retorno não é fuga — é reencontro:

☘️lembrar que você não é o que acontece com você.
☘️encontrar, dentro do próprio peito, uma pequena luz que permanece acesa mesmo nos dias nublados.
☘️reocupar o seu próprio centro.

VOLTAR PARA SI é colocar os pés de volta no chão interno, onde mora a verdade mais simples: VOCÊ É CASA.
E casa não abandona; casa acolhe.

Então, quando a vida apertar, quando o mundo for demais, quando você esquecer quem é — em caso de emergência, VOLTE PARA SI.

Endereço

Maringá, PR
87013912

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