Dra Tainã Tochetto

Dra Tainã Tochetto Médica Ginecologista CRM PR 35774 RQE 25268
Emagrecimento • Hormônios • Menopausa • Lipedema
Referência em tratamentos personalizados

Quando eu acompanho uma mulher em um processo de emagrecimento, meu objetivo não é simplesmente fazer o número da balanç...
26/08/2026

Quando eu acompanho uma mulher em um processo de emagrecimento, meu objetivo não é simplesmente fazer o número da balança diminuir.

O excesso de gordura corporal participa ativamente do metabolismo e pode interferir na saúde hormonal, na sensibilidade à insulina e no risco metabólico. Por isso, composição corporal importa muito mais do que perseguir um peso específico. 🧬

Na prática, isso significa entender por que aquela mulher está com dificuldade para perder gordura, como estão seus hormônios, sua massa muscular, seu metabolismo e sua saúde como um todo.

E principalmente depois dos 40, durante o climatério e a menopausa, esse olhar precisa ser ainda mais individualizado, porque o organismo passa por mudanças que também interferem na distribuição de gordura e na composição corporal.

Emagrecimento, para mim, não é simplesmente “comer menos”. É melhorar saúde metabólica, preservar massa muscular, reduzir fatores de risco e construir um corpo metabolicamente mais saudável. 🩺✨

Se você tem dificuldade para emagrecer apesar de já ter tentado diferentes estratégias, vale investigar o que pode estar dificultando esse processo. É a partir dessa avaliação que conseguimos definir um tratamento que realmente faça sentido para você.

24/08/2026

Eu escolhi construir em Medianeira o tipo de atendimento que acredito que toda mulher merece encontrar perto de casa.

É por isso que estudo tanto. 📚 Acompanho novas evidências, participo de congressos, invisto em formação e trago para o consultório tecnologias e tratamentos que realmente tenham indicação e segurança.

Mas excelência médica também está no que nenhuma tecnologia substitui: tempo para ouvir, raciocínio clínico, acompanhamento e uma conduta individualizada para cada mulher.

Seja no cuidado com climatério e menopausa, saúde hormonal, emagrecimento, saúde íntima ou qualidade de vida, quero que minhas pacientes saibam que podem encontrar medicina atualizada, criteriosa e próxima delas 📍 aqui em Medianeira.

Tenho muito orgulho do que construímos por aqui e, principalmente, de poder continuar evoluindo para cuidar cada vez melhor das mulheres que confiam em mim. 🤎

21/08/2026

Quando uma paciente me diz que quer melhorar a aparência das pernas para o verão, eu não começo pensando no procedimento.

Começo entendendo o que está incomodando: inchaço, flacidez, perda de massa muscular, gordura localizada, dor ou aquela sensação de pernas pesadas 🦵🏼. E, em alguns casos, precisamos investigar inclusive a possibilidade de lipedema.

Pernas que parecem semelhantes esteticamente podem precisar de estratégias completamente diferentes. Por isso, antes de pensar em T-Sculptor, estímulo muscular ⚡, melhora da composição corporal ou qualquer outro tratamento, eu avalio o que realmente precisa ser tratado.

E começar agora traz uma vantagem importante: tempo. ⏳ Tempo para o corpo responder, para acompanhar a evolução e para ajustar a estratégia quando necessário, sem tentar concentrar tudo nas semanas que antecedem o verão.

Exercício, alimentação, saúde metabólica e tratamentos bem indicados podem trabalhar juntos. O objetivo não é apenas uma perna mais bonita, mas também mais firme, forte e saudável.

Se esse também é um objetivo seu para os próximos meses, agosto é um ótimo momento para avaliarmos o que faz sentido para o seu caso. ☀️

19/08/2026

O que mais me chama atenção em histórias como essa não é apenas o tempo até chegar ao diagnóstico de lipedema. É o que acontece com essa mulher durante esse tempo.

Ela começa tentando emagrecer. Aumenta o treino, restringe a alimentação, perde peso e percebe que as pernas continuam desproporcionais, doloridas, pesadas e com hematomas frequentes.

Quando a resposta continua sendo “você precisa emagrecer”, é muito fácil transformar um problema de saúde em culpa.

Por isso, quando recebo uma mulher com suspeita de lipedema, não olho apenas para o peso. Avalio a distribuição da gordura, os sintomas, a presença de dor, edema, hematomas, a composição corporal, o histórico e o impacto que tudo isso já trouxe para a vida dela.

O tratamento do lipedema também precisa partir dessa avaliação. Dependendo do caso, podemos trabalhar saúde metabólica, composição corporal, atividade física, alimentação e outras estratégias de forma individualizada.

E talvez uma das coisas mais importantes seja finalmente dar nome ao que aquela mulher passou anos tentando resolver sozinha.

Se você se reconheceu nessa história, estou à disposição para avaliar o seu caso com o cuidado e a atenção que ele precisa. 🤎

19/08/2026

A tirzepatida já é conhecida pelo seu papel no emagrecimento e na saúde metabólica. Mas um artigo publicado em junho de 2026 levantou uma discussão interessante sobre uma possível aplicação futura: a endometriose refratária.

📃 O artigo “Peritoneal Incretin Deficiency and Tirzepatide as a Multi-Axis Adjuvant Hypothesis in Treatment-Refractory Endometriosis”, publicado no International Journal of Molecular Sciences, propõe um modelo para investigar como a tirzepatida poderia atuar em diferentes mecanismos envolvidos na endometriose, incluindo inflamação, alterações imunológicas, fibrose e sensibilização da dor.

E aqui está a parte que considero mais importante: isso ainda é uma hipótese científica, não uma indicação de tirzepatida para tratar endometriose.

❗ Os próprios autores deixam claro que ainda não há validação clínica direta dessa proposta em pacientes com endometriose. O que temos é uma base mecanística interessante que agora precisa ser investigada em estudos específicos.

Como ginecologista, acho importante acompanhar pesquisas como essa justamente pelo potencial de ampliar, no futuro, as possibilidades de tratamento da endometriose, especialmente para mulheres que continuam sintomáticas apesar das terapias disponíveis.

Ciência também é saber diferenciar aquilo que já podemos aplicar na prática daquilo que ainda estamos começando a descobrir. 🔬

Referência: Jacobsen L. et al. International Journal of Molecular Sciences. 2026;27(13):5678. DOI: 10.3390/ijms27135678.

Quando eu falo em valor de uma consulta, não estou falando apenas do preço. Estou falando do tempo dedicado à paciente, ...
17/08/2026

Quando eu falo em valor de uma consulta, não estou falando apenas do preço.

Estou falando do tempo dedicado à paciente, da experiência profissional, da atualização constante, do raciocínio clínico por trás de cada conduta e, principalmente, da responsabilidade de decidir o que realmente deve ou não ser feito.

👉🏼 Na saúde da mulher, especialmente durante o climatério e a menopausa, dificilmente uma queixa existe de forma isolada. Alterações no sono, libido, metabolismo, composição corporal, energia e saúde hormonal podem fazer parte de um contexto que precisa ser avaliado individualmente.

Por isso, não trabalho com protocolos prontos e também não indico um tratamento simplesmente porque ele está em alta. Minha conduta parte da história daquela mulher, dos sintomas, do exame clínico, dos exames complementares quando necessários e das evidências disponíveis.

É dessa forma que conduzo minhas consultas e é esse o cuidado que quero oferecer às mulheres que confiam a saúde delas a mim. 🤎

Se você procura um acompanhamento individualizado para cuidar da sua saúde nessa fase da vida, estou à disposição.

14/08/2026

Uma das coisas que mais me incomoda no consultório é perceber quantas mulheres passam anos acreditando que sentir dor durante a relação é simplesmente algo que precisam suportar.

Essa paciente conviveu com dor desde a primeira relação. Tentou lubrificantes, adaptou a própria vida sexual e, aos poucos, começou a acreditar que o problema era com ela.

Não era.

No exame, encontramos uma fissura vaginal no introito, que ajudava a explicar a dor e a ardência que apareciam depois da relação.

E é justamente por isso que eu insisto tanto em uma coisa: dor na relação sexual precisa ser investigada. Existem diferentes causas possíveis, e descobrir o que está acontecendo é o primeiro passo para definir o tratamento adequado.

Na minha prática, eu não quero apenas perguntar se você sente dor. Quero entender quando ela acontece, como ela começou, o que piora, o que você já tentou e o que está acontecendo com o seu corpo como um todo.

Porque cuidar da saúde íntima também é cuidar da qualidade de vida, da autoestima e da sexualidade.

Se você convive com dor, ardência ou desconforto nas relações, não precisa chegar ao consultório sabendo explicar o que está acontecendo. Esse é justamente o meu papel: ouvir, investigar e buscar com você o caminho mais adequado para tratar a causa. 🤎

✨ Uma novidade importante para a saúde da mulher e para quem está vivendo a menopausa, especialmente para aquelas que co...
13/08/2026

✨ Uma novidade importante para a saúde da mulher e para quem está vivendo a menopausa, especialmente para aquelas que convivem com fogachos intensos.

A aprovação do fezolinetanto amplia as possibilidades de tratamento da menopausa com uma opção não hormonal para sintomas vasomotores, como ondas de calor e suores noturnos.

Mas conhecer um novo tratamento não significa que ele seja indicado para todas as mulheres.

👉🏼 A terapia hormonal continua tendo seu papel no cuidado durante o climatério e a menopausa, enquanto o tratamento não hormonal pode ser uma alternativa em situações específicas. A escolha depende dos sintomas, do histórico de saúde, das contraindicações e das necessidades de cada mulher.

A grande novidade é termos mais uma ferramenta para cuidar dos sintomas da menopausa. A parte mais importante continua sendo saber qual estratégia faz sentido para cada paciente.

Porque tratar a menopausa não é seguir a novidade do momento. É fazer uma avaliação individualizada e escolher o cuidado mais adequado para você.

05/08/2026

Você já sentiu como se estivesse deprimida — mas sem conseguir explicar exatamente o porquê?

Sem acontecimento específico. Sem motivo claro. Só aquela sensação de estar emocionalmente esgotada, mais chorosa, mais impaciente, sem energia e sem vontade das coisas que antes davam prazer.

O que muitas mulheres não sabem é que o cérebro tem receptores de estrogênio. E quando esse hormônio começa a oscilar na perimenopausa, o humor sente — e muito.

Hoje sabemos que aproximadamente uma em cada três mulheres apresenta sintomas depressivos durante a transição menopausal. E quase sempre, ninguém conecta os pontos.

Assiste esse vídeo. Pode ser que a resposta esteja num lugar que ninguém investigou ainda. 🤍

Nunca houve tantas mulheres acima dos 40 sendo referência de beleza, energia e protagonismo.E não é coincidência. É cuid...
03/08/2026

Nunca houve tantas mulheres acima dos 40 sendo referência de beleza, energia e protagonismo.

E não é coincidência. É cuidado.

Cuidado com a saúde hormonal. Com o sono. Com a alimentação. Com o corpo e com a mente.

A diferença entre a mulher que chega nos 40, 50 anos se sentindo incrível e a que chega exausta e sem se reconhecer quase sempre está no que ela fez — ou deixou de fazer — anos antes.

Você também pode chegar assim. E eu estou aqui para te ajudar nessa jornada. 🤍

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