Alessandra Brisighello - Psicologia

Alessandra Brisighello - Psicologia Há mais de 20 anos ajudando pessoas a se conhecerem e a lidar melhor com os desafios da vida. As sessões duram 50 minutos e ocorrem semanalmente.

🔹️Te ajudo a fazer da dor palavra, e da palavra caminho.
🔹️Atendimento clínico presencial e online.
🔹️Supervisão em Psicanálise. A psicoterapia é um processo de conversa e reflexão entre o psicólogo e o paciente, com o objetivo de ajudar a compreender pensamentos, emoções, traumas e comportamentos. Através de uma escuta atenta e técnicas especializadas, a terapia auxilia na superação de dificulda

des e na construção de novas formas de enxergar e lidar com a vida. Abordagem utilizada: Psicanálise.

O corpo muda. E, muitas vezes, muda sem pedir permissão.A roupa já não veste da mesma forma.O espelho devolve uma imagem...
13/05/2026

O corpo muda. E, muitas vezes, muda sem pedir permissão.

A roupa já não veste da mesma forma.
O espelho devolve uma imagem diferente.
A energia oscila.
A forma como você se percebe também.

E junto com essas mudanças, pode surgir um desconforto silencioso: “Esse corpo ainda é meu?”

A menopausa traz transformações reais: hormonais, físicas e emocionais. Mas o impacto não está apenas no corpo. Está na forma como fomos ensinadas a enxergá-lo.

Vivemos em uma cultura que valoriza a juventude, o controle e a estabilidade do corpo. Por isso, quando ele muda, muitas mulheres sentem que estão “perdendo algo”. Mas nem sempre é perda, também é transformação.

Um convite para você — que nem sempre é fácil, eu sei — é para você sair do excesso de cobrança
e se aproximar de uma relação mais gentil com o próprio corpo. Um corpo que muda não é um corpo errado. É um corpo vivo. E aprender a olhar para ele com mais respeito do que crítica
também faz parte do processo.

Vamos conversar?
(19) 99381-2454

Durante muito tempo, a sexualidade feminina foi associada à juventude, como se o desejo tivesse um prazo de validade ou ...
27/04/2026

Durante muito tempo, a sexualidade feminina foi associada à juventude, como se o desejo tivesse um prazo de validade ou como se, após a menopausa, essa parte da vida deixasse de existir. Mas a realidade é bem diferente.

A menopausa traz, sim, mudanças hormonais que podem impactar o corpo:
🔴queda da libido
🔴ressecamento vaginal
🔴desconforto
🔴alterações no ritmo do desejo.

Mas isso não signif**a o fim da sexualidade. Signif**a, apenas, que a sexualidade também amadurece.

Muitas mulheres descobrem nessa fase uma nova forma de se relacionar com o próprio corpo:
🔵com mais liberdade
🔵menos pressão
🔵menos necessidade de corresponder às expectativas externas.

A sexualidade deixa de ser performance e passa a ser conexão com o outro e consigo mesma.

Cada mulher vive essa fase de forma única e não existe forma certa ou errada de sentir.

O importante é lembrar que o desejo não desaparece; ele pode apenas precisar de um novo tempo, um novo cuidado e uma nova escuta. E falar sobre isso também é parte do cuidado com a saúde emocional.

Vamos conversar?
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O peso da pazNem toda paz é sinal de saúde emocional.Em alguns vínculos, o silêncio não nasce do equilíbrio,mas do esfor...
16/04/2026

O peso da paz

Nem toda paz é sinal de saúde emocional.

Em alguns vínculos, o silêncio não nasce do equilíbrio,
mas do esforço constante de não ativar o outro.

As pessoas vão se moldando, evitando, cedendo…
até que a relação deixa de ser um espaço de encontro
e passa a ser um campo de adaptação.

O problema não é o conflito.
É quando só um pode existir como é.

Relações saudáveis não exigem que alguém se apague
para que o outro permaneça.

A menopausa marca uma transição importante na vida da mulher e, nem sempre, o impacto é apenas físico.Muitas mulheres re...
14/04/2026

A menopausa marca uma transição importante na vida da mulher e, nem sempre, o impacto é apenas físico.

Muitas mulheres relatam uma sensação difícil de explicar, como se uma parte da identidade estivesse mudando.

🔴 O corpo já não responde da mesma forma.
🔴 O desejo pode oscilar.
🔴 A energia muda.
🔴 A forma como a sociedade enxerga a mulher também muda.

E, silenciosamente, surge uma pergunta:

Quem sou eu agora?

Vivemos em uma cultura que associa feminilidade à juventude, produtividade e aparência. Por isso, quando essa fase da menopausa chega, muitas mulheres sentem como se estivessem perdendo espaço, valor ou reconhecimento. Mas a verdade é que essa fase não precisa ser vivida como perda. Ela também pode ser um convite:

🔵 a rever prioridades
🔵 a abandonar padrões que já não fazem sentido
🔵 a construir uma identidade menos baseada na aprovação externa
🔵 e mais conectada à própria verdade.

A identidade feminina não termina na menopausa. Ela se transforma. E toda transformação exige tempo, escuta e cuidado emocional.

Vamos conversar?
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Por anos, muitas mulheres aprenderam a se abandonar para caber na vida de um homem.Se moldaram.Silenciaram vontades.Engo...
27/03/2026

Por anos, muitas mulheres aprenderam a se abandonar para caber na vida de um homem.

Se moldaram.
Silenciaram vontades.
Engoliram incômodos.
Se ajustaram para não perder.

E, nesse movimento, foram se perdendo de si.

Por isso, se abalam tanto:
porque quando o homem se afasta, não é só o outro que vai —
vai junto o lugar onde elas estavam sustentadas.

Quanto mais frágil a base interna, mais a mulher f**a à mercê das oscilações dele:
do desejo dele, da presença dele, da escolha dele.

Mas nenhuma mulher se constrói a partir do outro sem pagar o preço de se desconstruir por dentro.

Fortalecer a própria identidade não é sobre deixar de amar —
é sobre não precisar se abandonar para ser amada.

📖 Fonte: De menina a mulher — Malvine Zalcberg

Você começa a se irritar com coisas pequenas.Dormir f**a difícil.A ansiedade aparece do nada.A paciência diminui.O humor...
23/03/2026

Você começa a se irritar com coisas pequenas.
Dormir f**a difícil.
A ansiedade aparece do nada.
A paciência diminui.
O humor muda sem aviso.

E muitas mulheres pensam a mesma coisa:

“O que está acontecendo comigo?”

A resposta pode ser mais simples e mais comum do que parece.

A menopausa não provoca apenas sintomas físicos.
Ela também mexe profundamente com o emocional.
Entre os sintomas psicológicos mais frequentes estão:

❌ansiedade
❌irritabilidade
❌mudanças de humor
❌tristeza sem motivo claro
❌dificuldade de concentração
❌sensação de perda de identidade
❌insônia
❌cansaço emocional constante

E o problema é que muitas mulheres passam por isso em silêncio, acreditando que estão fracas, exagerando ou perdendo o controle.

Mas não é fraqueza. É um processo hormonal e psicológico real.
A menopausa não é o fim de nada. É uma fase que exige escuta, cuidado e suporte emocional.
Se você sente que algo mudou dentro de você, talvez seja hora de parar de se cobrar e começar a se compreender.

Falar sobre isso também é cuidado. Vamos conversar?
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A relação entre mãe e filha é um dos primeiros territórios onde a feminilidade começa a se formar.A menina ama a mãe por...
11/03/2026

A relação entre mãe e filha é um dos primeiros territórios onde a feminilidade começa a se formar.

A menina ama a mãe porque precisa dela para crescer, mas também porque busca nela pistas sobre o que signif**a ser mulher.
A mãe se torna, muitas vezes, o primeiro espelho do feminino.

Esse vínculo pode ser uma cola poderosa: que nutre, acolhe e sustenta.
Mas também pode ser um lugar onde surgem conflitos, expectativas e marcas profundas.

Na clínica percebemos que muitas mulheres, ao longo da vida, ainda dialogam internamente com essa relação:
com o amor, com as faltas, com as identif**ações e também com as separações necessárias.

Falar sobre a relação mãe-filha é falar sobre origem, identidade e construção do feminino.

🌿 E você, como percebe que a relação com sua mãe atravessa sua história?

Quem é a mulher quando ela não está cuidando de ninguém?Nem toda mulher forte está bem.Ela aguenta tudo. Mas quem aguent...
08/03/2026

Quem é a mulher quando ela não está cuidando de ninguém?
Nem toda mulher forte está bem.
Ela aguenta tudo. Mas quem aguenta ela?

Esta data não é só sobre flores. É sobre consciência.

Ser mulher, especialmente nos dias atuais signif**a, muitas vezes, viver para dar conta.

Dar conta da casa.
Do trabalho.
Das emoções dos outros.
Das expectativas.

Mas quase nunca falam da mulher que está exausta.
Da que segura o choro para não desestabilizar ninguém.
Da que cuida de tudo e de todos, esquecendo até de si mesma.

Hoje, o convite é outro.

Quero convidar você a descansar da obrigação de ser forte, a dividir o peso, a existir, de corpo e de alma, para além do que esperam de você. Por que ser mulher não é ser estrutura emocional permanente. É ser humana.

Aproveite o seu dia curtindo a sua melhor companhia: VOCÊ!
Feliz seu dia! Feliz dia da Mulher!

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Essência Feminina: Corpo em TransformaçãoFalar sobre menopausa é falar sobre travessia.É falar sobre um corpo que muda, ...
02/03/2026

Essência Feminina: Corpo em Transformação

Falar sobre menopausa é falar sobre travessia.
É falar sobre um corpo que muda, sobre emoções que se reorganizam, sobre identidade que se ressignif**a.

Durante muito tempo, essa fase foi silenciada.
Mas a menopausa não é fim — é rito de passagem.
É um marco simbólico profundo na vida da mulher.

É quando muitas de nós sentimos que o “elevador hormonal” desce mais rápido do que gostaríamos… enquanto a alma pede tempo, compreensão e acolhimento.

Por isso, criar espaços de conversa é tão importante.

Precisamos falar sobre:
✨ os sintomas físicos
✨ as mudanças hormonais
✨ as oscilações emocionais
✨ o incômodo com barulhos, luzes, excesso
✨ as transformações na relação com o corpo
✨ o luto pela fertilidade
✨ o nascimento da mulher sábia

A roda de conversa é um espaço de pertencimento.
Quando uma mulher fala, outras se reconhecem.
Quando uma compartilha, todas se fortalecem.

Tenho muita alegria em participar desse encontro ao lado da querida Nutricionista que vai trazer um olhar essencial sobre nutrição e cuidado nessa fase.

E quero parabenizar o Studio Juliana Monise por abrir esse espaço tão necessário de conexão, informação e acolhimento.

Que possamos transformar silêncio em diálogo.
Vergonha em compreensão.
Solidão em rede.

A menopausa não é um apagamento.
É uma iniciação.

Nos vemos dia 07 de março 🌷
Vagas limitadas.

Ela lembra dos horários.Organiza as emoções.Mede palavras.Acalma conflitos.Prevê crises.Ela sustenta o clima da casa.A m...
25/02/2026

Ela lembra dos horários.
Organiza as emoções.
Mede palavras.
Acalma conflitos.
Prevê crises.

Ela sustenta o clima da casa.

A mulher, muitas vezes, se torna a coluna emocional da família.
É ela quem regula o ambiente, quem absorve tensões, quem antecipa problemas.

Mas existe um custo.

Quando tudo depende da estabilidade dela, o cansaço não é só físico, também é psíquico.

A sobrecarga emocional feminina é silenciosa.
Ela não aparece na lista de tarefas, mas aparece na ansiedade, na irritação, na culpa por descansar.

Quem cuida da mulher que cuida de todos?

Ser a base não signif**a ser inabalável.
Ser forte não signif**a não precisar de apoio.

A família saudável não é aquela que depende de uma mulher exausta.É aquela onde o cuidado é compartilhado.

Se você sente que carrega tudo sozinha, talvez não seja fraqueza. Talvez seja excesso. E excesso também adoece.

Vamos conversar?
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Depois de tantos ciclos de construção, perdas, escolhas e reinvenções, a vida muda de tom.O 8º e o 9º setênios convidam ...
10/02/2026

Depois de tantos ciclos de construção, perdas, escolhas e reinvenções, a vida muda de tom.

O 8º e o 9º setênios convidam a algo diferente: não mais provar, conquistar ou correr, mas integrar, compreender e transmitir.

8º setênio: 49 a 56 anos

É o tempo da maturidade emocional.
Aqui, muitas pessoas passam a enxergar a própria história com mais clareza.
Há menos pressa, menos comparação e mais consciência.
Surge o desejo de viver com simplicidade, verdade e coerência.
É quando a experiência vira sabedoria e o olhar f**a mais compassivo consigo e com o outro.

9º setênio: 56 a 63+

É o tempo da colheita interior.
A vida convida ao recolhimento, à espiritualidade (independente de religião) e à transmissão do que foi aprendido.
Não se trata de envelhecer. Trata-se de habitar a própria história com dignidade.
É quando muitos descobrem que o maior legado não é o que se construiu fora, mas quem se tornou por dentro.

Os últimos setênios nos ensinam que viver bem não é acumular experiências, é dar sentido a elas.
Que amadurecer é aceitar imperfeições, honrar a própria trajetória e permitir-se descansar naquilo que se é.

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