04/08/2020
👶🏽Na Semana Mundial do Aleitamento Materno quero muito mais do que apoiar e dizer os benefícios relacionados ao mesmo. Por isso, vou começar com essa postagem:
Vocês sabiam que em alguns casos as mamães, não podem ou não conseguem amamentar seus bebês?! Cabe a nós, profissionais da saúde orientar e apoiar para garantir a saúde física e emocional tanto dela como do bebê. 👶🏼
Nas seguintes situações o aleitamento materno não deve ser recomendado: mães infectadas pelo HIV, em uso de medicamentos incompatíveis com a amamentação (por exemplo os antineoplásicos e radiofármacos), quando a criança é portadora de galactosemia, em casos de infecção herpética (quando há vesículas localizadas na pele da mama e deve ser mantida apenas na mama sadia) entre outros.
Algumas mamães também podem apresentar dificuldades durante a amamentação, e isso não quer dizer que elas não querem amamentar. Sentem dores, alteração na produção de leite, falta de auxilio sobre a pega do bebê, falta de apoio e carinho da família com relação ao ato de amamentar, rachaduras no bico do peito e mastite são alguns fatores.
💡 Saibam também que aqueles que acompanham esse momento são fonte de apoio à amamentação, com importante papel não apenas nos cuidados com o bebê, mas também nos cuidados com a mãe. 👩👧👩👦
💚 Para as aquelas que não podem amamentar, seja qual for o motivo, procurem profissionais capacitados para auxiliar na melhor escolha de conduta do que deve ser feito.
💡Já para as mamães que amamentam peço para que doe leite, essa doação é fundamental para muitas crianças prematuras, de baixo peso, que estão internadas em unidades neonatais e não podem ser alimentadas diretamente nos seios de suas mães. Um pote de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia. A doação não provoca falta de leite, pois, quanto mais a mulher amamenta ou esvazia as mamas, mais leite ela irá produzir. Se você pode doar, procure um banco de leite humano.