Dra Loreta Lopez

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Dra Loreta Lopez ✨ Te ajudo a ter saúde, bem estar e qualidade de vida
🍏 Nutrologia
💜 Cardiologia
👩🏻‍⚕️ CRM-SP 143

10/09/2026

Quanto eu devo comer? Qual é a quantidade certa?

Essa é uma das perguntas que mais escuto no consultório.

Quando o assunto é emagrecimento e perda de peso, muitas pessoas ficam extremamente focadas na quantidade: quantos gramas, quantas colheres, quanto cabe no prato.

Mas muitas vezes o principal ponto não está no quanto você come, e sim no que está escolhendo comer.

Pense em um exemplo simples: 5 maçãs e 5 brigadeiros são cinco unidades de alimento. Mas nutricionalmente e caloricamente representam coisas completamente diferentes.

É aí que entram conceitos importantes como densidade calórica, qualidade nutricional, fibras, proteínas, gorduras e saciedade.

Nesse atendimento, utilizei a Inteligência Artificial como ferramenta educativa para mostrar à paciente, de maneira visual e prática, como diferentes escolhas podem mudar completamente o valor energético de uma refeição.

E essa conversa acontece diariamente no meu consultório.

Um prato grande, rico em vegetais, legumes, feijão e fontes adequadas de proteína, não necessariamente é um prato excessivamente calórico. Da mesma forma, uma pequena quantidade de alimentos muito densos em energia pode concentrar muitas calorias em pouco volume.

Por isso, uma estratégia para emagrecer com saúde não deve se resumir a simplesmente mandar o paciente “comer menos”.

O objetivo é entender como montar um prato que ofereça saciedade, aporte adequado de proteínas e nutrientes, preservação de massa muscular e que seja compatível com a perda de gordura corporal.

É esse olhar individualizado que aplico no acompanhamento de pacientes com sobrepeso, obesidade, resistência à insulina e alterações cardiometabólicas.



Dra. Loreta Lopez
Nutrologia & Cardiometabolismo
Cardiologia Preventiva • Emagrecimento • Saúde Metabólica
CRM-SP 143.909

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09/09/2026

Oráculos .

08/09/2026

🥣 Dieta da sopa emagrece? Sopa ajuda a perder peso?

Com os dias mais frios, a sopa volta com tudo — e junto vem aquela ideia: “quero emagrecer, então vou jantar sopa”.

Mas se o objetivo é emagrecimento e perder peso, atenção: sopa não é automaticamente uma refeição de baixa caloria.

Muita gente faz a famosa dieta da sopa para emagrecer, mas acaba adicionando ingredientes que aumentam bastante a densidade calórica da preparação:

🧀 parmesão: ~430 kcal/100 g
🥓 bacon: ~500 kcal/100 g
🌭 paio e linguiça: ~300–450 kcal/100 g
🥛 creme de leite: ~200–300 kcal/100 g
Além de requeijão, croutons e granola salgada.

Ou seja: aquela simples sopa de legumes para emagrecer pode facilmente se transformar em uma refeição muito mais calórica.

👉 Uma estratégia é escolher uma raiz ou tubérculo como base — ou, no máximo, dois. Batata com cenoura, abóbora cabotiá, inhame ou cará são algumas possibilidades.

Quer deixar a sopa cremosa? Inhame e cará ajudam a dar consistência sem precisar recorrer sempre ao creme de leite ou requeijão.

Para dar mais sabor, experimente pimenta-preta, noz-moscada, salsinha, cebolinha, alho, cebola e outros temperos naturais no lugar de bacon, paio e linguiça.

💡 E uma dica que utilizo no consultório: dependendo do paciente, podemos adicionar proteína em pó sem sabor à sopa. Pode ser whey protein ou proteína vegetal. Também funciona muito bem em outras preparações, como molho de tomate ao sugo.

Se você pensa “quero emagrecer”, está tentando perder peso ou está em tratamento de sobrepeso ou obesidade, não precisa viver de sopa.

A sopa pode, sim, fazer parte de uma alimentação para emagrecimento. O que faz diferença é o que você coloca dentro dela e como ela entra no seu plano alimentar.

Salve para lembrar disso na próxima noite fria. 🥣❄️



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Tudo está conectado.Talvez essa imagem do meu consultório explique melhor do que muitas palavras a forma como escolhi ex...
25/08/2026

Tudo está conectado.

Talvez essa imagem do meu consultório explique melhor do que muitas palavras a forma como escolhi exercer a Medicina.

Sou médica especialista em Cardiologia e Nutrologia. Duas especialidades que parecem caminhos diferentes, mas que, para mim, sempre estiveram profundamente conectadas.

O coração não existe isolado do metabolismo. E o peso não pode ser compreendido apenas por um número na balança.

Eu não cheguei ao Cardiometabolismo escolhendo uma terceira área. Cheguei até ele entendendo que as minhas duas especialidades sempre estiveram conectadas.

A obesidade é um dos maiores exemplos disso. É uma doença crônica e multifatorial, associada à resistência à insulina, diabetes, hipertensão, alterações do colesterol, gordura visceral, esteatose hepática e maior risco cardiovascular.

Por isso, tratar a obesidade também é fazer prevenção cardiovascular.

Mas existe uma dimensão que não aparece nos exames: como cada pessoa se sente dentro do próprio corpo.

Autoestima, imagem corporal, confiança e qualidade de vida também importam.

Acredito que saúde, autoestima e beleza não precisam ocupar lugares opostos.

Cuidar do metabolismo, da alimentação, da composição corporal, da massa muscular e do coração transforma o que acontece por dentro — e muitas vezes também aquilo que enxergamos por fora.

E, às vezes, cuidar do que vemos por fora também transforma a maneira como nos sentimos por dentro.

Não se trata de buscar um corpo perfeito. Trata-se de olhar para a pessoa inteira.

É nesse encontro entre Nutrologia e Cardiologia Preventiva que está o meu trabalho com Cardiometabolismo: prevenir doenças, tratar o peso e seus fatores associados, preservar saúde e ajudar cada paciente a se sentir melhor no próprio corpo.

Talvez por isso eu goste tanto dessa imagem.

Ciência, coração, metabolismo, alimentação, prevenção e propósito dividindo o mesmo espaço.

Saúde, autoestima e longevidade.
Por dentro e por fora.

Dra. Loreta Lopez
Médica especialista em Cardiologia e Nutrologia
Mogi das Cruzes – SP

PrevencaoCardiovascu

14/08/2026

Vírus, inflamação e coração: uma relação que merece atenção.

Infecções virais como Influenza (gripe e H1N1), COVID-19 e Herpes Zoster não afetam apenas o sistema respiratório ou causam sintomas durante alguns dias. Elas podem desencadear uma resposta inflamatória sistêmica capaz de aumentar, temporariamente, o risco cardiovascular.

Durante uma infecção, há liberação de mediadores inflamatórios, alteração da função do endotélio, maior ativação das plaquetas e aumento do estresse cardiovascular. Em pessoas com aterosclerose, esse ambiente inflamatório pode contribuir para a instabilidade das placas, funcionando como gatilho para eventos como infarto e AVC.

Esse cuidado é especialmente importante para pessoas acima dos 50 anos e pacientes com hipertensão, diabetes, colesterol elevado, obesidade, doença cardiovascular ou outras comorbidades.

E é aqui que entra um ponto fundamental da Cardiologia Preventiva: vacinação também faz parte da prevenção cardiovascular.

Vacinas contra Influenza, COVID-19 e Herpes Zoster, quando indicadas de acordo com idade, histórico e condições clínicas, ajudam a prevenir infecções e, principalmente, suas complicações.

Prevenir um evento cardiovascular não significa apenas controlar pressão, colesterol e glicemia. Significa também reduzir os possíveis gatilhos inflamatórios que podem desestabilizar um paciente de maior risco.

Informação, vacinação e acompanhamento individualizado fazem parte de uma estratégia completa de prevenção.

Dra. Loreta Lopez Ferreira
Cardiologia Preventiva | Cardiometabolismo | Nutrologia
CRM-SP 143.909
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13/08/2026

E esse é um ponto especialmente importante por aqui, em uma região com forte influência da culinária japonesa e grande consumo de salmão e comida japonesa.

Quando o objetivo é emagrecimento e déficit calórico, não basta perguntar: “Esse alimento é saudável?”. Precisamos perguntar também: quanto de energia ele entrega na porção que estou consumindo?

A conta começa pelos macronutrientes:

1 g de proteína = 4 kcal
1 g de carboidrato = 4 kcal
1 g de gordura = 9 kcal

E aqui está a explicação para o salmão.

O salmão é uma excelente fonte de proteína e também fornece gorduras insaturadas, incluindo ômega-3. Mas é justamente seu maior teor de gordura que aumenta sua densidade calórica.

Em valores aproximados, dependendo do corte e do preparo:

100 g de salmão: ~200–220 kcal
100 g de peito de frango sem pele: ~160–170 kcal
100 g de tilápia: ~95–130 kcal
100 g de pescada: ~100–120 kcal

Ou seja: salmão pode fazer parte de uma alimentação saudável e de uma dieta para emagrecimento, mas quantidade e frequência importam.

E no restaurante japonês existe outro detalhe: muitas vezes não é só o salmão. Entram cream cheese, molhos, preparações empanadas, arroz, temaki, hot roll e outras combinações que podem aumentar bastante o valor calórico da refeição.

Se você precisa aumentar a ingestão de proteína sem elevar tanto as calorias, algumas escolhas mais magras podem facilitar o déficit calórico: peixes brancos, frango sem pele, cortes bovinos magros, claras e ovos dentro do planejamento, iogurtes proteicos com menor teor de gordura e laticínios magros.

Não é sobre demonizar o salmão, a gordura ou a comida japonesa.

É sobre entender que “saudável” e “pouco calórico” não são sinônimos.

Se você está usando medicação para emagrecimento, aumentando proteína, mas o peso não evolui como esperado, vale avaliar não apenas quanto você está comendo, mas também de onde estão vindo essas calorias.

Déficit calórico continua sendo a base da perda de peso. E boas escolhas tornam esse déficit muito mais fácil de alcançar.

Dra. Loreta Lopez Ferreira
CRM-SP 143.909
Mogi das Cruzes – SP

13/08/2026

E esse é um dos erros que mais encontro no consultório: pacientes usando medicações para emagrecimento, aumentando muito a proteína da dieta, mas sem perceber que também aumentaram — e muito — o consumo de gordura e, consequentemente, as calorias totais.

Vale lembrar:

1 g de proteína = 4 kcal
1 g de carboidrato = 4 kcal
1 g de gordura = 9 kcal

Ou seja: a gordura fornece mais que o dobro de calorias por grama quando comparada à proteína ou ao carboidrato.

Então não basta fazer uma dieta “hiperproteica”.

Dependendo das escolhas — carnes mais gordurosas, queijos, embutidos, castanhas em excesso, creme de leite, manteiga, azeite sem controle, bacon e outras fontes de proteína associadas a grandes quantidades de gordura — você pode aumentar significativamente a densidade calórica da alimentação.

E aí acontece o que vejo com frequência:

“Doutora, a medicação não está fazendo efeito.”
“Meu peso parou.”
“Estou comendo muita proteína e não emagreço.”

Mas quando avaliamos de verdade a alimentação, não existe déficit calórico consistente.

Além disso, uma alimentação com excesso de gordura, especialmente gordura saturada, pode contribuir para piora do perfil lipídico, incluindo elevação do LDL-colesterol, dependendo do contexto metabólico e da resposta individual.

Por isso, tratamento para obesidade não é simplesmente prescrever uma medicação e mandar o paciente comer proteína.

É preciso avaliar ingestão calórica, quantidade e qualidade das proteínas, carboidratos e gorduras, composição corporal, exames laboratoriais, resposta à medicação e evolução clínica.

A medicação é uma ferramenta.
O déficit energético continua sendo necessário para a perda de gordura corporal.

Quando o resultado esperado não aparece, antes de concluir que “o remédio não funciona”, precisamos entender como está a estratégia alimentar que acompanha esse tratamento.

Emagrecimento é ciência, acompanhamento e individualização.

Dra. Loreta Lopez Ferreira
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5 hábitos que podem transformar a sua saúde — e a sua longevidade.A medicina evoluiu muito, mas ainda existe um tratamen...
05/08/2026

5 hábitos que podem transformar a sua saúde — e a sua longevidade.

A medicina evoluiu muito, mas ainda existe um tratamento que continua sendo um dos mais poderosos: o estilo de vida.

As escolhas que você faz diariamente influenciam diretamente seu coração, seu metabolismo, sua composição corporal e a forma como você envelhece.

Neste carrossel, compartilho cinco hábitos simples, respaldados pela ciência, que ajudam a reduzir o risco cardiovascular, melhorar a saúde metabólica e aumentar a qualidade de vida.

Lembre-se: prevenir sempre será mais eficaz do que tratar.

👉 Deslize para o lado e descubra qual hábito você pode começar hoje.

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Dra. Loreta Lopez
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28/07/2026

Você toma remédio para pressão? Então presta atenção: mesmo com a pressão normal, você continua sendo hipertenso.

Então existe uma boa chance de você ainda ser hipertenso.

Essa é uma das dúvidas mais comuns no consultório. Muitos pacientes acreditam que, porque a pressão arterial está controlada, deixaram de ter hipertensão arterial. Outros dizem que não têm nenhuma doença, mas usam medicamentos para pressão alta, diabetes ou colesterol elevado.

A verdade é que a hipertensão é uma doença crônica. Quando ela está controlada, isso significa que o tratamento está funcionando — seja com mudanças no estilo de vida, seja com medicamentos.

O mesmo acontece com a obesidade.

A obesidade também é uma doença crônica e deve ser tratada de forma contínua. Alimentação adequada, atividade física, sono de qualidade, controle do estresse e, quando indicado, medicamentos fazem parte do tratamento.

Quanto mais cedo tratamos o sobrepeso e a obesidade, principalmente quando já existem comorbidades, maior é a chance de prevenir doenças como hipertensão, diabetes tipo 2, infarto, AVC, apneia do sono, doença renal e insuficiência cardíaca.

Controlar uma doença não significa que ela deixou de existir. Significa que você está protegendo sua saúde e reduzindo o risco de complicações futuras.

💙 Cuidar hoje é prevenir amanhã.

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HDL alto não significa, obrigatoriamente, um coração protegido.Durante décadas, o HDL ficou conhecido como o “colesterol...
27/07/2026

HDL alto não significa, obrigatoriamente, um coração protegido.

Durante décadas, o HDL ficou conhecido como o “colesterol bom”. Hoje sabemos que essa interpretação é muito mais complexa.

O HDL continua exercendo funções importantes no organismo, mas um valor elevado, isoladamente, não garante proteção contra infarto, AVC ou aterosclerose.

Mais importante do que a quantidade é a qualidade e a funcionalidade dessa partícula.

Neste exame, o HDL está em 107 mg/dL, um valor que muitas pessoas interpretariam como um sinal de excelente saúde cardiovascular. No entanto, outro marcador chama ainda mais atenção: a Lipoproteína(a) [Lp(a)] de 232 nmol/L, um fator de risco determinado principalmente pela genética e associado ao aumento do risco de infarto, AVC, aterosclerose precoce e estenose da válvula aórtica.

É exatamente por isso que uma avaliação cardiovascular moderna não pode se limitar ao colesterol total ou ao HDL.

Ela deve considerar também:
• Lipoproteína(a) (Lp(a))
• LDL e ApoB
• Pressão arterial
• Glicemia e resistência à insulina
• Inflamação
• Histórico familiar
• Estilo de vida

Na cardiologia preventiva, tratamos pessoas, não apenas números.

Se você tem histórico familiar de infarto precoce, colesterol elevado ou nunca dosou a Lp(a), converse com seu cardiologista. Esse exame pode mudar completamente a avaliação do seu risco cardiovascular.

Dra. Loreta Lopez
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