Dra. Andressa Azevedo

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Dra. Andressa Azevedo 🤍 Médica, CRM SP 149910 | RQE 83838
👦🏻👶🏻 Sim, sou mãe de dois!
🫱🏼 Cuido do seu bem mais precioso
🍃 co-CEO

18/09/2026

Seu bebê mamou, finalmente dormiu… mas não arrotou. E agora? 👀

Nem todo bebê precisa arrotar depois de toda ma**da.
Alguns engolem mais ar, outros menos. E se ele está tranquilo e confortável, você não precisa transformar o arroto em uma missão.

Só um detalhe importante: não precisar esperar o arroto não signif**a que todo bebê deve mamar e ir imediatamente para o berço. Bebês que golfam ou f**am desconfortáveis podem se beneficiar de permanecer um pouco mais verticalizados no colo.

Depois, na hora de dormir: barriga para cima, em superfície plana e segura.

Agora me conta 😂: você já ficou um tempão esperando sair aquele arroto que nunca veio?

Salve e envie para uma mãe que está vivendo essa fase. 🤍

Antes de ter filhos, orientar sobre birra parecia bem mais fácil. 😂“Não ceda.”“Acolha.”“Mantenha o limite.”Aí você vira ...
15/09/2026

Antes de ter filhos, orientar sobre birra parecia bem mais fácil. 😂

“Não ceda.”
“Acolha.”
“Mantenha o limite.”

Aí você vira mãe.

Hoje tenho um filho de 2 e outro de 4 anos ,e aprendi na prática que, muitas vezes, o que parece “birra” começou muito antes do choro.

Aqui em casa, fome + sono são uma combinação explosiva para o menor. 😅 Às vezes ele recebe um simples “não” e desmorona. Se eu olhar só para aquele momento, vejo birra. Quando olho o contexto, vejo também uma criança cansada, com fome e ainda aprendendo a lidar com tudo o que sente.

Isso signif**a ceder? Não.

Signif**a entender o que está acontecendo sem necessariamente mudar o limite.

E falando como mãe: nem sempre consigo fazer isso com toda a calma que oriento no consultório. Tem dia que eu também perco a paciência.

A maternidade me ensinou uma coisa que nenhum livro conseguiria ensinar da mesma forma:na teoria, pensamos em como regular a criança.

Na prática, muitas vezes são dois tentando se regular: ela e nós. 🤍

Salve para a próxima birra e envie para outra mãe que também está vivendo essa fase.

Por aí, o maior gatilho é sono, fome ou ouvir um “não”?

14/09/2026

Febre é um dos motivos que mais assustam os pais . Você sabia que o número do termômetro não deve ser analisado sozinho?

Para crianças maiores de 3 meses, eu sempre observo principalmente o estado geral.

Durante a febre, é comum a criança f**ar mais caidinha, com o coração acelerado e respirando um pouco mais rápido.

O que muda a preocupação é como ela f**a quando a febre melhora.

Se está ativa, interagindo, hidratando e sem nenhum sinal de alerta, muitas vezes podemos observar a evolução do quadro antes de uma avaliação.

Mas se ela continua hipoativa, muito quieta mesmo sem febre, ou apresenta algum sinal de alerta, precisa ser avaliada independentemente do tempo de febre.

🚨 Sinais de alerta que oriento às famílias:
• febre acima de 39,5°C
• diarreia intensa
• vômitos que não melhoram
• dificuldade para respirar
• manchas pelo corpo
• dor de cabeça importante que não melhora
• dor abdominal importante que não melhora
• crises de tosse em que a criança perde o ar ou f**a com lábios/mãos arroxeados

E um detalhe importante: bebês menores de 3 meses têm outra orientação e merecem avaliação mais precoce em caso de febre.

Salve este post. Na hora da febre, é muito mais difícil lembrar de tudo.

Eu uso inteligência artificial praticamente todos os dias. E essa trend eu não vou fazer.Não porque eu tenha medo de IA....
13/09/2026

Eu uso inteligência artificial praticamente todos os dias. E essa trend eu não vou fazer.

Não porque eu tenha medo de IA. Muito pelo contrário.
Na trend dos anos 80, entreguei o meu rosto à inteligência artificial. Era a minha imagem. A escolha era minha.

Mas quando vi a trend de enviar uma foto do filho para descobrir “como ele será daqui a 15 anos”, pensei:
até onde vai o meu direito de decidir sobre uma imagem que não é minha?

E não falo isso do lugar de uma mãe que nunca expôs.
Eu já expus muito meus filhos. Compartilhei rostos, momentos e partes da nossa rotina.

Com o tempo, e principalmente com o avanço da IA, comecei a rever meus próprios limites.E existe motivo para refletirmos sobre isso.

Em 2026, o UNICEF alertou para a manipulação de imagens reais de crianças por IA. Em estudo UNICEF/ECPAT/INTERPOL realizado em 11 países, pelo menos 1,2 milhão de crianças relataram ter tido suas imagens manipuladas em deepfakes sexualmente explícitos no período de um ano.

No Brasil, a ANPD também publicou um estudo sobre deepfakes e seus desafios para privacidade, proteção de dados e segurança digital.

Isso não signif**a que enviar uma foto para uma IA fará com que algo ruim aconteça. Nem que todas as ferramentas tratem imagens da mesma maneira.

Mas signif**a que a tecnologia mudou. E algumas das minhas escolhas também.

Hoje prefiro que meus filhos apareçam de costas, de lado, ao fundo ou sem que seus rostos sejam o conteúdo.

Não julgo quem escolhe diferente.

Eu apenas mudei os meus limites.

E, para mim, existe ainda uma pergunta muito simples:
A IA não sabe como meu filho será daqui a 15 anos. Ela cria uma possibilidade visual.

Então vale entregar uma imagem real dele para receber uma imagem fictícia do futuro?

Para mim, não. Meu perfil é meu. A imagem deles, não.
Eu continuo usando IA. Muito.

Talvez justamente por isso tenha aprendido que usar tecnologia também é saber onde colocar limites.

Compartilhe com outra mãe.

Não para assustá-la. Para fazê-la pensar. 🤍

11/09/2026

A introdução alimentar é um momento que gera muita ansiedade nas mães. Medo de engasgo, dúvida sobre texturas, sobre o que oferecer primeiro, sobre o que evitar. Tanta informação circula que a mãe chega no momento com a cabeça cheia de regras e sem saber por onde começa.

A primeira orientação que eu dou é simples: comece com comida de verdade. Não com papinha industrializada, não com cereal em caixa, não com papa de farinha. Com comida de verdade adaptada na textura para a fase do bebê.

Arroz e feijão amassados são uma excelente base. Legumes cozidos e amassados ou em pedaços macios. Fruta amassada ou em pedaço. Carne desfiada ou cozida em pedaços e não esquecer das outras proteínas também heim.

A textura precisa evoluir gradualmente conforme o bebê ganha prática mastigatória. Nada de bater, liquidif**ar ou peneirar, isso é conduta antiga.Quanto mais textura, mais o bebê desenvolve a musculatura da mastigação e a aceitação de diferentes alimentos. Lembrando que também podemos oferecer os alimentos sm pedaços com corte seguro do BLW.

E sobre os alimentos que antes eram contra indicados, como ovo inteiro, peixe, camarão e amendoim: as evidências atuais mostram que a introdução dentro da janela ideal, por volta dos 6 meses, pode até ajudar na prevenção de alergias alimentares.

Me segue aqui para aprender sobre introdução alimentar com calma e sem medo.

Vocês pediram. Eu não tive escolha. 😂 Parte 2!Depois do primeiro post, eu descobri que a infância brasileira dos anos 80...
09/09/2026

Vocês pediram. Eu não tive escolha. 😂 Parte 2!

Depois do primeiro post, eu descobri que a infância brasileira dos anos 80 era ainda mais emocionante do que eu lembrava. 😂

Chá com açúcar na mamadeira.
Café com leite para criança.
Faixa no umbigo.
Engrossante para “sustentar”.
“Não pega no colo que f**a manhoso.”

E quando achei que já tínhamos desbloqueado todas as memórias possíveis, vocês apareceram nos comentários com:

REFRIGERANTE NA MAMADEIRA PARA VÔMITO.
FUNCHICORIA NA CHUPETA PARA CÓLICA.
😂😂😂

Mas tem uma coisa importante por trás da brincadeira.
Nossos pais e avós não estavam tentando fazer errado. Eles cuidavam com a informação disponível naquela época.

E é justamente isso que eu acho fascinante na medicina: ela muda.

Algumas coisas que pareciam absolutamente normais há 40 anos hoje não fazem mais sentido à luz do que aprendemos sobre alimentação, sono, desenvolvimento, segurança e vínculo.

E provavelmente, daqui a algumas décadas, alguém vai olhar para algumas das nossas condutas de 2026 e pensar:

“GENTE… E ELES FAZIAM ISSO?” 😂
Porque ciência boa não é a que nunca muda.
É a que muda quando as evidências mudam.

Agora quero continuar desbloqueando memórias:
qual coisa NORMAL da sua infância hoje deixaria um pediatra de cabelo em pé? 😂

Conta nos comentários.
Porque, dependendo das respostas… vai ter Parte 3. 👀

E manda este post para aquela pessoa que sobreviveu à pediatria dos anos 80 com você. 😂🤍

Se você foi criança nos anos 80, talvez seja melhor sentar antes de passar esse carrossel. 😂Porque teve uma época em que...
08/09/2026

Se você foi criança nos anos 80, talvez seja melhor sentar antes de passar esse carrossel. 😂

Porque teve uma época em que era absolutamente normal:

😱dormir de bruços,
😱 usar andador,
😱começar a alimentação mais cedo,tomar suquinho,
😱 passear solto pelo carro…
😱e algumas famílias ainda tinham um repertório bem criativo para lidar com a febre. 👀

E sabe o mais interessante?

Nossas mães não estavam “fazendo tudo errado”.
Elas cuidavam dos filhos com as informações e orientações disponíveis naquela época.
A ciência avançou. Os estudos avançaram.A pediatria mudou.

E ainda bem 💜💜💜💜

Porque uma das coisas mais bonitas da medicina é justamente esta: quando aparece uma forma mais segura de cuidar, a nossa conduta também precisa mudar.

Então, antes de usar o clássico:
“Mas eu fiz isso e você está viva!” 😂

Lembre-se: sobreviver não é evidência.

Agora quero saber qual geração chegou até aqui:

📼 Você foi criança nos anos 80?
👶 Criou filhos nessa época?
😂 Ou ouviu essas histórias da sua mãe/avó?

E me conta nos comentários: qual prática faltou nesse carrossel?

Porque eu já aviso: chá com açúcar, faixa no umbigo, café com leite, engrossante e estimulante de apetite f**aram de fora…

por enquanto. 👀

Se vocês quiserem, vem aí ANOS 80 — PARTE 2.
Salve e mande para aquela pessoa da família que sempre começa uma frase com: “Na minha época…” 😂

Ontem eu falei sobre quando NÃO usar antibiótico.Hoje eu quero te mostrar o outro lado dessa história.Porque antibiótico...
07/09/2026

Ontem eu falei sobre quando NÃO usar antibiótico.
Hoje eu quero te mostrar o outro lado dessa história.

Porque antibiótico não é vilão.
Quando uma criança realmente tem uma infecção bacteriana que precisa ser tratada, ele pode ser essencial.

O problema é que, no dia a dia, algumas coisas acabam virando quase uma “indicação automática” na cabeça de muitas famílias:
“o catarro ficou verde.”
“já está no terceiro dia de febre.”
“a tosse não passou.”
“melhor dar para garantir.”

E pediatria não funciona assim.
Eu não decido sobre antibiótico olhando uma informação isolada.

Eu olho para a criança.Para a evolução do quadro. Para o exame físico. Para os sintomas associados.
E, quando preciso responder uma dúvida específ**a, posso lançar mão de exames e te**es.

Um exemplo que mostrei no carrossel é a dor de garganta: em situações selecionadas, podemos testar para Streptococcus do grupo A. Quando o quadro é compatível e o teste confirma a infecção, aí sim o antibiótico tem indicação.

É justamente esse o ponto:não quero que as mães tenham medo de antibiótico.

Quero que entendam que ele precisa ter motivo.
E guarda uma dica prática deste post: quando seu filho tiver febre, anote o horário em que ela começou. “Terceiro dia” e 72 horas completas não são necessariamente a mesma coisa.

Agora me conta: qual dessas você já ouviu?
A) “Catarro verde precisa de antibiótico.”
B) “Três dias de febre já precisa.”
C) “Melhor dar para garantir.”
D) Todas. 😅

Salve este post. Na próxima febre, ele pode te ajudar a organizar melhor o que observar e o que contar ao pediatra. 🤍

Às vezes, a mãe sai mais insegura de uma consulta quando NÃO recebe um antibiótico.Eu entendo.Seu filho está com febre, ...
07/09/2026

Às vezes, a mãe sai mais insegura de uma consulta quando NÃO recebe um antibiótico.

Eu entendo.

Seu filho está com febre, tossindo, com secreção, dormindo mal, e você quer fazer alguma coisa para ele melhorar.

Nesse momento, uma receita pode trazer a sensação de que estamos tratando o problema.

Mas existe uma diferença importante entre fazer alguma coisa e fazer o que aquela criança realmente precisa.

Antibióticos são medicamentos extraordinários. Quando bem indicados, podem ser essenciais.

O problema é usá-los quando não existe uma infecção bacteriana que se beneficie deles.

Porque antibiótico não trata vírus. E muco verde, tosse ou febre, isoladamente, não são diagnóstico de infecção bacteriana.

Além dos possíveis efeitos adversos e das alterações na microbiota, existe uma preocupação ainda maior: a resistência bacteriana.

Por isso, quando um pediatra examina seu filho e decide não prescrever antibiótico, isso não signif**a necessariamente que ele “não fez nada”.

Às vezes, não prescrever é justamente a conduta médica correta.

E talvez essa seja a frase mais importante deste post:

Antibiótico não é vilão.
Mas é precioso demais para ser usado sem necessidade.

Agora quero saber uma coisa:

Você já entrou em uma consulta achando que seu filho precisava de antibiótico e saiu sem receita? Como você se sentiu?

E me siga, porque no próximo post vou mostrar 5 situações em que eu começo a pensar em uma possível infecção bacteriana. 🤍

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Avenida São Paulo, 1115 Vila Oliveira
Mogi Das Cruzes, SP
08790-150

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